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São Leopoldo, 24 de abril de 2008.

 

 

Assunto: Encaminhamento de Relatório Final

 

A/C

Josenaldo Ferreira Batista

 

Seguem no presente, os três documentos que compõem o relatório final referente ao processo Nº 490399 / 2004 – 5 “Comunicação: Sentido e sociedade – Implicações dos meios de comunicação nas transformações das práticas sociais na América Latina.”

 

  • Relatório Técnico Final
  • Relatório Financeiro / Prestação de contas
  • Relatórios das Reuniões Técnicas da Rede Prosul

 

 

 

 

Atenciosamente,

 

Antônio Fausto Neto

CPF 13403036634

 

 

 

 

 

 

 

Membros-gestores do projeto Processo Nº 490399 / 2004 – 5 “Comunicação: Sentido e sociedade – Implicações dos meios de comunicação nas transformações das práticas sociais na América Latina” responsáveis pela elaboração do presente relatório:

 

Antônio Fausto Neto (coordenador)

Jairo Getúlio Ferreira

José Luiz Braga

Pedro Gilberto Gomes

 

O trabalho contou com a colaboração dos alunos Camila Bastian (bolsista AT), Clovis Okada (bolsista IC), Ricardo de Jesus Machado (bolsista IC), Aline Weschenfelder (colaboradora), Mariana Tramontini (colaboradora).

 

 

 

 

 

 

 

 

Sumário do Relatório

 

  1. Dos antecedentes. 4
  2. Constituição e processo de funcionamento da Rede.. 8

2.1 Um momento preambular. 9

  1. Estrutura e funcionamento da Rede.. 12
  2. Reuniões da Rede: temas, conteúdos e relações entre questões apresentadas com a proposta conceitual da Rede.. 13
  3. São Leopoldo, 20 a 22 de junho de 2005. 14
  4. Colômbia, 20 e 21 de fevereiro de 2006. 23
  5. Rosário, 13 a 15 de dezembro de 2006. 29
  6. São Leopoldo, 10 a 12 de outubro de 2007. 38
  7. Visitas e Eventos Científicos. 44

5.1 Específicos da Rede. 44

5.2 Trabalhos Científicos Relacionados à Rede. 45

  1. Eventos de Interação com Público Externo.. 46
  2. Produção Científica dos integrantes da Rede.. 48

7.1 Artigos. 48

7.2 Anais de Eventos. 54

7.3 Livros. 56

7.4 Capítulos de livros. 58

7.5 Outros. 63

7.6 Seminários Internacionais da Rede. 64

7.7 Produção técnica.. 65

7.8 Atividades técnicas da Rede. 80

7.9 Organização de Eventos. 80

7.10 Comunicações em Sociedades Científicas. 81

7.11 Pesquisas em Andamento.. 82

  1. Produtos editoriais derivados da Rede.. 83
  2. Efeitos de uma Rede.. 84
  3. Banco de Dados. 92
  4. Prestação de Contas. 93

ANEXO I. 94

ANEXO II. 108

ANEXO III. 114

ANEXO IV.. 117

ANEXO V.. 130

ANEXO VI. 165

 

 

 

 

 

1. Dos antecedentes

 

O desenvolvimento deste projeto de investigação envolvendo a Universidade do Vale do Rio dos Sinos, a Universidade de Buenos Aires, a Universidade Nacional de Rosário, a Universidade Católica do Uruguai e a Universidade Nacional da Colômbia, através dos seus programas de pesquisas e de ensino na área de comunicação — âmbito de pós-graduação — ao longo do período de 2005/2008, teve como marco central a instalação, nas práticas sociais do contexto latino-americano, de processos crescentes de tecnologias convertidas em meios de interação social nas esferas da produção, circulação e recepção de mensagens, em âmbitos do campo midiático propriamente dito, assim como envolvendo a relação deste campo com outros, bem como múltiplos atores sociais.

Este fenômeno, que se traduz no conceito da midiatização, repercute intensamente ao longo de uma década, sobre as práticas acadêmicas, especialmente àquelas de natureza investigativa desenvolvidas nos ambientes universitários de ensino e de pesquisa da comunicação midiática.

Não sendo apenas um fenômeno brasileiro e latino-americano, a midiatização corresponde às dinâmicas mais amplas, produzidas por processos complexos, que incidem sobre a organização e funcionamento da sociedade, em escala mundial. De modo específico, significa a transformação da ‘sociedade dos meios’ (que deixa de ser caracterizada por aquela marcada pela existência de dispositivos sócio-técnico-discursivos que intermediam intensamente a interação entre os campos sociais) em sociedade onde a cultura, lógicas e operações midiáticas afetam, relacional e, transversalmente, a própria sociedade, no âmbito mesmo de suas diferentes práticas.

Entretanto, foi no Brasil que se estruturaram os primeiros esforços analíticos sobre o fenômeno da midiatização e, de modo específico, no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul. Na história deste programa, a sua reforma acadêmica e pedagógica elegeu a midiatização, através dos processos midiáticos, como objeto de sua área de concentração e de suas linhas de pesquisa no período 1998/2008. Ali, no âmbito de suas atividades, especialmente as dos pesquisadores signatários desta pesquisa concluída, examina-se, ao longo da década, o estudo pontual e sistemático deste conceito, manifestando-se tais cuidados e escolhas pela proposta curricular do PPG, via a matéria de suas disciplinas. Como resultante das investigações conduzidas por seus professores e as teses e dissertações dos doutorandos e mestrandos ali matriculados — oriundos de diversas instituições brasileiras, e mesmo internacionais, que lidam com a problemática da midiatização em suas práticas sociais —  foram ali produzidas, 32 teses, 29 dissertações e 21 monografias de conclusão de curso (ver ANEXO I) que tiveram a problemática da midiatização como foco temático e problema de pesquisa.

Tais escolhas e procedimentos de trabalho significam responder, no âmbito do ensino e da investigação, às questões postas pela centralidade que representa a cultura das mídias, como um problema específico presente na sociedade contemporânea, através de manifestações e de operações realizadas por um conjunto de dispositivos, processos e estratégias de natureza tecno-simbólico, instaurando o que se chama ‘ambiente midiático’ no seio dos processos de sociabilidade da vida dos campos sociais. Este quadro de fundo se constitui num fator que estimulou a constituição desta Rede de Pesquisa, na medida em que seus cenários significaram para nós o implemento deste formato de cooperação no âmbito mais abrangente – latino-americano – no qual a problemática da midiatização também se manifestaria de modos diversos.

Tais escolhas envolvem preocupações com os processos midiáticos como uma questão estratégica, dando ênfase ao exame de elementos que se reportam à midiatização das instituições, a saber, como a cultura, a lógica e as operações de cunho midiático se oferecem como referência para o funcionamento das práticas institucionais, bem como as instituições de diferentes matrizes que se fazem, elas mesmas permear por ‘insumos’ desta cultura para construir suas políticas de interação e de reconhecimento.

A exemplo de uma preocupação brasileira, manifestada pelo PPG-Com da UNISINOS, estes registros estão presentes nas atividades docentes e acadêmicas das instituições signatárias deste projeto, na medida em que observa-se na natureza de suas atividades, a presença de um conjunto de referências que dão conta da importância que têm as manifestações da midiatização, sobretudo nas investigações conduzidas.

No contexto latino-americano foram preocupações idênticas manifestadas por pesquisadores argentinos, uruguaios e colombianos em suas investigações no campo midiático, que nos levaram a constituir esta Rede de trabalho. Esta é uma conseqüência de parcerias que já vinham sendo implementadas, através de convênios de cooperação técnica — no âmbito da comunicação — entre a UNISINOS, enquanto universidade proponente, e as Universidades de Buenos Aires, Nacional de Rosário, Católica do Uruguai e Nacional da Colômbia.

Os fatores precedentes, relacionados com um trabalho já cooperativo entre estas universidades, e o fato de, nestes diferentes ambientes, o tema da midiatização vir sendo  estudado, nos levaram a constituir a Rede com objetivo geral de “reunir investigadores do Brasil, Argentina, Uruguai e Colômbia para, de forma comparativa, examinar as características e os impactos dos processos de miditiazação sobre as práticas das instituições locais, tendo como referência as pesquisas conduzidas  sobre este objeto”.

O que justificaria este formato de rede de trabalho?[1]

Não se tratava de iniciar um processo de investigação sobre o tema proposto, fato que envolveria tempo e recursos logísticos de maior monta. A proposta visava maximizar a história dos processos investigativos conduzidos pelo grupo proponente, através da constituição de formas de interação e de diálogo que permitisse a apresentação, o compartilhamento e a sistematização dos estágios e dos resultados das investigações conduzidas sobre o tema proposto.

A Rede não se formalizou apenas no seu momento presencial, mas também se desenvolveu através de um conjunto de interações que permitiram a constituição de ‘banco de dados’ sobre o tema proposto. Especialmente, discussões substantivas e específicas que tiveram como foco os processos de midiatização nos países envolvidos na pesquisa. Tratou-se de uma nova prática de estudo e de diálogo que favoreceu estabelecimentos de culturas de investigação e que envolveu grupos de estudos, para além das fronteiras geográficas propriamente ditas.

Esse esforço de construção de uma Rede de trabalho visou efetivar também, sob certas condições, as investigações relacionadas com a midiatização das instituições, favorecendo o exame e o conhecimento comparativo das manifestações propriamente ditas; o debate travado sobre o tema; o estado da arte da sua pesquisa nos diferentes contextos acadêmicos; a compreensão dos processos metodológicos; e, principalmente, as possibilidades de intercambialidade de elementos teóricos e metodológicos.

Seus encontros presenciais permitiram a abertura deste diálogo para a presença de investigadores que estivessem noutros estágios de estudos, como estudantes de pós-graduação de nossas instituições e investigadores sobre temas afins, além daqueles que, pelo tema se interessaram, da perspectiva dos aspectos sócio-institucionais. Também foram produzidos, além de documentos que envolveram registros sobre as pesquisas conduzidas nos contextos nacionais, um livro a ser editado em português (no prelo, Editora Paulus, previsto para lançamento em junho/2008, no evento anual da Compós), com versão em espanhol (a ser publicado conforme avaliação da Editora Paulus, que possui direitos editorais sobre os materiais da edição brasileira). O livro reúne um conjunto de problemas discutidos pelo grupo nos níveis teórico e metodológico, como uma contribuição  acadêmica e extensiva para o campo comunicacional e os demais campos, sobre o estágio do desenvolvimento da pesquisa em midiatização.

 

Além do seu objetivo central, a proposta de trabalho desta Rede teve como objetivos específicos:

  1. Proporcionar a constituição de coletivo que possa facilitar a geração, analise e compartilhamento de dados sobre as investigações conduzidas nestes países, sobre os processos e as estratégias de midiatização das instituições;
  2. Conhecimento e análise dos processos teóricos e metodológicos que estudam as formas de desenvolvimento das lógicas, das culturas e dos processos de midiatização nas instituições locais dos países estudados;
  3. Proporcionar a participação de investigadores de diferentes campos sociais, nestes países interessados sobre o tema, através de um conjunto de ações;
  4. Desenvolver a cultura de cooperação técnica e investigativa entre os países signatários, a partir da estrutura de uma Rede de Estudos, e a partir de um objeto de estudo compartilhado pelos ‘investigadores-signatários’.

 

 

2. Constituição e processo de funcionamento da Rede

 

A Rede foi constituída pelas seguintes universidades: Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS (Brasil), Universidade Nacional de Colômbia (Colômbia), Universidade de Buenos Aires (Argentina), Universidade Nacional de Rosário (Argentina) e Universidade Católica do Uruguai (Uruguai).

Em torno dos pesquisadores-proponentes do projeto, se constituíram grupos mais ou menos amplos, conforme adesão aos protocolos do projeto e as restrições relativas à sustentabilidade da proposta, mantendo o perfil institucional do projeto. Sendo assim, as equipes consolidadas no desenvolvimento da proposta foram:

Universidade do Vale do Rio dos Sinos: Antônio Fausto Neto, Jairo Ferreira, José Luiz Braga e Pedro Gilberto Gomes[2].

Universidade de Buenos Aires: Eduardo Vizer, Stella Martini, Lila Luchessi, Paula Marino[3].

Universidade Nacional de Rosário[4]: Sandra Valdettaro, Sandra Massoni.

Universidade Católica do Uruguai: Eduardo Rebollo.

Universidad Nacional de Colombia: Armando Silva, Neyla Pardo, Beatriz Quiñones[5].

 

O processo de funcionamento da Rede obedeceu a seguinte dinâmica, que de alguma forma é precedida por um momento preambular e por visitas e contatos científicos, seminários e reuniões científicas ampliadas.

 

2.1 Um momento preambular

A constituição desta Rede obedece a um  estágio  dinâmico, não se reduzindo ao momento de sua instalação, por ocasião do seu primeiro encontro. Alguns fatos são espécies de ‘andaimes’ para sua criação e que estão associados à vida acadêmica e de pesquisa dos seus integrantes. A natureza dos próprios programas onde estão instalados os pesquisadores chama atenção para este aspecto, na medida em que seus objetos, temas de pesquisas e de atividades correlatas, estão atravessados pela problemática das novas manifestações da comunicação midiática. Particularmente, é o caso do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UNISINOS, cuja reforma, já em 1998, aponta para as ênfases voltadas para os processos midiáticos, enquanto objeto de suas atividades. Para tanto, os processos midiáticos são escolhidos como área de concentração de suas linhas de pesquisa, instâncias que tratam de materializar estas preocupações com este novo objeto, delas resultando teses, dissertações e monografias referentes a tais angulações, conforme está ainda assinalado em anexo. Poder-se-ia mesmo avançar com a hipótese de que foi neste programa que se deu também o acolhimento, na condição de visitas científicas, de autores e pesquisadores que no contexto internacional foram referência inaugural para o debate e formulação deste tema, nas pessoas de Adriano Rodrigues (Universidade Nova de Lisboa – Portugal), Eliseo Verón (Universidade San Andrés – Argentina), Antonio Pasquali (Universidade Central de Caracas – Venezuela), Antonio Fidalgo (Universidade Beira do Interior – Covilhã/Portugal), François Jost (Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais – Paris/França).

As ressonâncias deste momento se destacam assim enquanto um instante preambular na própria produção científica dos pesquisadores brasileiros (e mesmo internacionais da Rede), conforme pode se ler no conjunto de obras por eles produzidas no ano de 2004, aquele que justamente precede à sua constituição, e que serve, pois, como um instante de passagem para a constituição deste coletivo de trabalho.

 

Artigos

  1. BRAGA, José Luiz. Sobre objetos e abordagens – sua contribuição para a pesquisa em comunicação & sociedade. Revista e Compós, v. 1, n. 1, p. 1-13, 2004.
  2. BRAGA, José Luiz. Os estudos de interface como espaço de construção do Campo da Comunicação. Contracampo, Rio de Janeiro, v. 10/11, n. 2004/2, p. 219-235, 2004.
  3. BRAGA, José Luiz . Mais que interativo, agonístico. In: André Lemos; Juremir Machado da Silva; Simone Pereira de Sá; Ângela Pryston. (Org.). Mídia.br. 1 ed. Porto Alegre: Editora Sulina, 2004, v. , p. 62-79.
  4. FERREIRA, Jairo. El surgimiento del campo de la significación de las ONG en la web (ejes epistemológicos y operacionales de una investigación). In: Signo y Pensamiento. v. XXIII, n. 44. Bogotá: FCL – PUJ, 2004. p. 104-117
  5. FERREIRA, Jairo. Estratégias, mercados e rotinas de produção discursiva das ONGs na Web. In: Contemporânea. v. 2, n. 1.  Salvador: POSCOM/UFBA, 2004.  p. 69-92
  6. FAUSTO NETO, Antônio. A religião do contato – estratégias discursivas dos novos templos midiáticos. In: Comunicação & Informação, Porto Alegre: 2004. p. 163-182
  7. FAUSTO NETO, Antônio. A religião do contato – estratégias discursivas dos novos templos midiáticos. In: Contemporânea. Salvador, v2, n2, p.139-168, dezembro de 2004. ISSN 1806-0269.
  8. FAUSTO NETO, Antônio. A religião do contato – estratégias discursivas dos novos templos midiáticos. In: Revista Comunicação & Informação, Goiânia: 2004. p. 13-33 ISSN 1415-5842
  9. FAUSTO NETO, Antônio. A religião teleterapeutizante: discursividades dos templos midiáticos. In: Revista Fronteira: Unisinos, 2004. p. 25-46 ISSN 1518-6113
  10. FAUSTO NETO, Antônio. Midi(c)alização da cura. In: Comunicação Veredas, Marília: 2004. p. 105-130 ISSN 1678-7536
  11. GOMES, P. G.. Tópicos de Teoria da Comunicação. Processos Midiáticos em Debate. 2a.. ed. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2004. v. 1. 191 p.
  12. GOMES, P. G. . José Marques de Melo e a Comunicação Cristã. In: Cátedra Unesco de Comunicação para o Desenvolvimento Regiona. (Org.). Anuário UNESCO/UMESP. São Bernardo do Campo: UMESP, 2004, v. 7, p. 171-174.
  13. GOMES, P. G. . Comunicação eclesial católica – reflexões inconclusas. In: José Marques de Melo; Maria Cristina Gobbi. (Org.). Pensamento Comunicacional Latino-americano. Da pesquisa-denúncia ao pragmatismo utópico. São Bernardo do Campo: UMESP/Cátedra Unesco de Comunicação para o Desenvolvimento Regional, 2004. p. 211-220.
  14. GOMES, P. G. . Contribuições do Cristianismo para as idéias comunicacionais da América Latina. In: HOHLFELDT, Antonio; GOBBI, Maria Cristina. (Org.). Teoria da Comunicação. Antologia de Pesquisadores Brasileiros. 1a. ed. Porto Alegre: Sulina, 2004, v. 1, p. 237-256.
  15. LUCHESSI, Lila. Peter Pan, la hipnosis y el poder. In: Revista Lote. N89. Santa Fé: Venado Tuerto, Diciembre/2004. ISSN 1515-1387
  16. MARTINI, Stella. Amenaza, miedo, exigencia de control, o de cómo el delito domina la agenda política. In: Apuntes sobre La vida cotidiana en las narrativas institucionales y sociales sobre la violencia [Seminario mismo nombre]. Martini, S. (Org.). Buenos Aires: UBA/ CECSO, 2004.
  17. MARTINI, Stella. “Las clasificaciones y los tipos en las crónicas diarias de la violencia: datos para una lectura de las agendas de los medios de comunicación”. In: Actas del V Congreso de la Federación Latinoamericana de Semiótica- FELS. Buenos Aires: FELS, 2004.
  18. MARTINI, Stella. “Violencia criminal y reclamos en la Argentina: territorios y márgenes de la comunicación política”. In: Actas del VII Congreso Internacional ALAIC, La Plata: Universidad Nacional de La Plata / ALAIC, 2004.
  19. MARTINI, Stella. “Memorias, crónicas y testimonios: la violencia, el orden y la ley en la prensa gráfica nacional”. Actas III Jornadas nacionales espacio, memoria, identidad. Rosario: Facultades Humanidades y Artes/ Ciencia Política y Relaciones Internacionales / Universidad Nacional de Rosario, 2004.
  20. MARTINI, Stella. “Formación periodística, conflicto y poder”. In: Actas vi Congreso Redcom. La Plata: Universidad Nacional de La Plata UNLP/ REDCOM, 2004.
  21. MASSONI, Sandra. “Estrategias de comunicación: un modelo de abordaje de la dimensión comunicacional para el desarrollo sostenible entendido como cambio social conversacional”, en Revista Temas y Debates Nº 8, Facultad de Ciencia Política y RRII, Universidad Nacional de Rosario, Rosario, Argentina. UNR Editora, 2004 (Con referato)136 paginas.  ISSN 1666- 0714.
  22. MASSONI, Sandra Hebe “La multidimensionalidad de lo real y el abordaje comunicacional para el desarrollo sostenible” en Comunicación, ruralidad y desarrollo. Mitos, paradigmas y dispositivos para el cambio. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria, INTA, Buenos Aires, Argentina 2004. ISBN 987-521-133-8. Páginas 129 a 136.
  23. MASSONI, Sandra Hebe.  “Historicidad de la comunicación rural en la Pampa Argentina”, en Comunicaçao e desenvolvimento rural sustentável. Coleçao Extensâo Rural, v.V 5. Machado da Silveira Ada C. (coord.) Santa María: FACOS-UFSM, Brasil, 2004.
  24. REBOLLLO ITURRALDE, Eduardo. El pensamiento crítico en la construcción de alternativas mediáticas: conquistas y fracasos. In: Anuario UNESCO de la Universidad Metodista de San Pablo, San Pablo, 2004
  25. VALDETTARO, Sandra C; Biselli, Rubén. Las estrategias discursivas del “contacto” en la prensa escrita. In: La Trama de la Comunicación, Anuario del Departamento de Ciencias de la Comunicación. V9. Facultad de Ciencia Política y RRII. Rosario: UNR Editora, 2004. ISSN 1668-5628. Pags. 219/223.
  26. VALDETTARO, Sandra C. La construcción discursiva de los atentados del 11 de septiembre de 2001 en Estados Unidos: el caso de las ediciones especiales de la prensa argentina. In: Temas y Debates – Revista de la Facultad de Ciencia Política y RRII de la Universidad Nacional de Rosario. Año 8, N8, Edición Especial. Rosario: Magenta Editorial, 2004. p.48-68. ISSN 1666-0714
  27. VALDETTARO, Sandra C. Las Estrategias Del Contacto, en CD Memorias de las VIII Jornadas de Investigadores en Comunicación: “Intervenciones en el campo de la comunicación. Un debate sobre la construcción de horizontalidades”, organizadas por la Red de Investigadores en Comunicación, en la ciudad de La Plata, Argentina, del 16 al 18 de septiembre de 2004. ISNN 1515-6362.
  28. VALDETTARO, Sandra C. El Cuerpo En La Prensa, en CD del VI Congreso de la Red de Carreras de Periodismo y Comunicación Social, 15/16 de octubre de 2004, Sede Facultad de Periodismo y Comunicación Social, Universidad Nacional de La Plata. ISBN 950-34-0294-8.

 

3. Estrutura e funcionamento da Rede

 

A ênfase de suas atividades esteve centrada no trabalho dos membros-integrantes de sua estrutura, através dos quatro encontros presenciais que foram realizados em diferentes momentos e que constituíram a própria processualidade deste coletivo.

A primeira reunião se caracteriza pelo próprio lançamento da Rede, circunstância em que seus integrantes interagiram em torno do projeto proposicional, e que foi objeto da aprovação de recursos por parte do CNPq. Nesta ocasião, foi aprofundado o trabalho de planejamento da Rede, especialmente as ações que não seriam implementadas em caráter presencial. Toda a processualidade de gestão da Rede foi coordenada pela equipe brasileira a partir de logística oferecida pela administração da UNISINOS e, de modo específico, por seu Programa de Pós-Graduação em Comunicação. Nestas reuniões presenciais, os pesquisadores-membros apresentavam, através de mesas de trabalho, os estágios de suas investigações que num primeiro momento eram comentadas por um relator e em seguida submetidas às apreciações dos pesquisadores membros.

O resultado dessas discussões foi convertido em pauta e agenda para organização e desenvolvimento de etapas subseqüentes, assegurando-se através destes mecanismos a processualidade do trabalho. Conforme previa a metodologia, a dinâmica do processo investigativo não girou em torno de uma convergência de todos os trabalhos para focar a questão da midiatização como um tema central que se converteria num ‘tema automático e obrigatório’ a permear todos os estudos. A idéia deste processo não era fazer com que todos os pesquisadores examinassem o tema da midiatização em si. Mas a partir das condições específicas, natureza e estágios das pesquisas, refletindo sobre como este tema nelas se projetava, chamando-se atenção para os mecanismos através dos quais a midiatização estaria, de algum modo, se presentificando, enquanto fenômeno singular, em objetos e/ou problemáticas que envolvessem as manifestações de processos e operações midiáticas em distintos países.

Neste sentido, foram realizados quatro encontros internacionais, de caráter presencial, dos membros da Rede, nas cidades de São Leopoldo/RS (Brasil), Bogotá (Colômbia), Rosário (Argentina) e São Leopoldo/RS (Brasil) e que visualizaram esta dinâmica de trabalho.

 

 

4. Reuniões da Rede: temas, conteúdos e relações entre questões apresentadas com a proposta conceitual da Rede

 

Este momento se caracteriza pelo envolvimento dos membros da Rede nas suas atividades e ensejou a participação de 42 pesquisadores nas quatro reuniões internacionais. Sendo 11 (São Leopoldo, 2005), 6 (Bogotá , 2006), 13 ( Rosário , 2006) e  12 ( São Leopoldo, 2007), com exposição de 42 trabalhos inéditos, de autoria dos seus membros, além do texto-comentário sobre as comunicações do quarto encontro, de autoria do prof. Eliseo Verón, apresentado na reunião de Rosário.

A íntegra destas comunicações, com títulos, autores, bibliografias, etc, encontra-se sistematizada em documentos impressos relacionados com cada evento e que estão anexados na modalidade do relatório final, enviado via postal para o CNPq.

 

 

  1. São Leopoldo, 20 a 22 de junho de 2005

Destacamos, a seguir, as ênfases que foram dadas pelos trabalhos apresentados no primeiro encontro da Rede. Nesta ocasião, foi estabelecido o primeiro contato, quando os trabalhos em desenvolvimento  por parte dos pesquisadores-membros foram  examinados e debatidos à luz das proposições conceituais, em torno  das quais se estrutura este coletivo de investigação. Os destaques das comunicações articularam o tema geral do encontro, enquanto reunião de abertura, ‘Comunicação Sentido e Sociedade: Implicações dos meios de comunicação nas transformações nas práticas sociais na América Latina’, com sub-temas específicos. Do ponto de vista ‘macro-analítico’, políticas de comunicação, articulações de campos e estratégias de interação entre mecanismos de produção de mensagem foram destacados. Ao mesmo tempo, dimensões ‘micro-analíticas’, como novas situações de recepção de mensagens, processos de apropriação de operações discursivas entre campos midiáticos e não-midiáticos foram refletidos bem como algumas construções teóricas envolvendo o tema da circulação dos discursos, o papel das mídias nas construções das culturas e dos imaginários no âmbito urbano da América Latina e a contribuição das matrizes de comunicação para organização e funcionamento das práticas dos campos sociais. Este elenco de questões, expostas no momento inaugural da Rede, serviu não só como ‘corpo proposicional’ sobre o qual a Rede se instalou, mas também como agenda que tematizou um certo roteiro de questões a serem debatidas ao longo do seu funcionamento.

O evento também contou com uma Mesa Redonda realizada no dia 22, à tarde, para os alunos (graduação e pós-graduação) em Comunicação, da UNISINOS, sobre o tema: “Pesquisa da Comunicação na Rede Sul”, da qual fizeram parte os professores Antônio Fausto Neto (UNISINOS), Valério Brittos (UNISINOS), Eduardo Rebollo (Católica do Uruguai) e Eduardo Vizer (Universidade de Buenos Aires).

 

José Luiz Braga. Como a sociedade enfrenta sua mídia – Dispositivos sociais de crítica midiática.

Foram destacadas as questões dos processos interacionais que se estruturam e que funcionam no ambiente da midiatização, chamando atenção especialmente para as estratégias através das quais a sociedade enfrenta, hoje, a sua mídia. Nesse contexto foram enfatizadas três angulações: a) o sistema social de resposta; b) as interações nos processos críticos; e c) as bases de investigação exploratória sobre os processos interacionais.

Sobre a primeira angulação, o prof. José Luiz Braga (UNISINOS) chamou atenção para o fato de que “partimos da hipótese de que a abrangência  dos processos midiáticos, na sociedade, não se esgota nos subsistemas de produção e de recepção. Esses ângulos da mediatização são fundados  na já tradicional descrição do processo de comunicação como uma relação entre emissor e receptor (…). Esta descrição tem sido largamente criticada e já pode ser  considerada superada por perspectivas processuais muito mais flexíveis e complexas”. Na sua exposição, o autor  trouxe uma visão ‘redirecionadora’, contrapondo à visão informacional (unidirecional) uma posição decididamente ‘comunicacional’, ao propor a existência de ‘um terceiro sistema’ de processos midiáticos na sociedade, que completa a processualidade de mediatização social geral, fazendo-a funcionar efetivamente como comunicação. Denomina este estágio da processualidade mediática de “Sistema de Interação Social sobre a Mídia”, ou, mais sinteticamente, “Sistema Social de Resposta”. Ao destacar a importância deste terceiro sistema no ambiente da mediatização, argumenta que “além de oferecer  uma ampliação de conhecimento, para a compreensão do campo comunicacional, o subsistema parece se colocar como espaço de escolha para intervenção crítica, cultural, educacional e operacional, nos trabalhos da sociedade, no objetivo de direcionar seus processos midiáticos, de modo socialmente responsável e relevante”.

Numa segunda angulação, ao examinar a natureza “das interações sociais aos processos críticos, o autor diz: “Nossa tese sobre o sistema social  de interação social determina o interesse em refletir e estudar os processos críticos nessa rotação abrangente. Podemos perceber a crítica como um processo mais amplo e diversificado do que o trabalho analítico desenvolvido por teóricos e intelectuais”. De sua perspectiva, interessará, sobretudo, “perceber como a crítica se põe como mediadora entre o produto, o trabalho de produção e o usuário; que interações desenvolve como produto; e que discurso dirige ao ‘leitor’ (usuário) para direcionar aquela interação.”

Nos seus comentários sobre a terceira angulação ‘Bases da Investigação Exploratória’, o autor argumenta que “o objetivo de analisar exemplares concretos e singulares  de crítica e de dispositivos, relaciona-se  com o interesse de testar a hipótese prospectiva de um sistema de interação social com a mídia, colocando-se o estudo de materiais relacionados ao sistema social de respostas como preferência diante das opções de esforço de aprofundamento teorizante e a descrição sistemática  como mapeamento atividades críticas  em uma determinada abrangência social e geográfica. O trabalho sobre o material empírico visa testar a possibilidade de reflexões transversais, levando-se em conta, um certo número de interações e de participações da sociedade nos processos midiáticos, envolvendo a reflexividade.”

 

Adayr Mroginski Tesche[6]. Gênero e regime escópico na ficção seriada televisual.

Situada no âmbito do processo de discursivização dos produtos televisuais, o interesse da investigação do prof. Adayr Tesche (UNISINOS) localiza-se no contexto da midiatização, enquanto prática discursiva.  Tomando como hipótese a proposição  segundo a qual “o construto discursivo da mídia atua como dispositivo de equalização do regime escópico da sociedade contemporânea”, a reflexão propõe que “o gênero atua como organizador e configurador das estruturas conscientes e inconscientes, mobilizadas pela imaginação e comunicadas através dos vários processos de constituição do texto midiático.” Estas hipóteses estabelecem o desafio no sentido de  se “refletir sobre  a contribuição do gênero para o aprofundamento  sobre  a especificidade  dos meios — produção de TV, produção de telenovela, quanto da particularidade dos produtos — linguagens, ‘formas’ e formatos  narrativos e ‘territórios’ de  ficcionalidade. Um dos fundamentos deste ângulo de trabalho propõe que “da perspectiva do sistema, o que interessa do gênero é a sua capacidade de constituir-se em ponto de ancoragem do acordo comunicativo, como objeto do estudo semiótico e cultural.” Para se entender o trabalho do gênero  no interior de manifestações da linguagem, o autor  traz outros conceitos como elementos co-operadores no âmbito de seu marco teórico. E assim elege algumas considerações sobre o próprio fenômeno da midiatização. Por exemplo, suas formas de apropriação do quotidiano social como uma das dimensões do processo de construção de sentido. Tal manipulação, através de operações televisivas, passa por operações que realizam moldagens de significantes, revestindo-os em gêneros, a fim de que produtos delas resultantes possam ser colocados para o incremento do consumo. A partir do interesse voltado para o modo como a televisão lida com o factual dentro da ficção seriada, estuda-se, enquanto material investigativo, as telenovelas da Rede Globo, visando-se “descrever como a generecidade atua sobre o arranjo estrutural que dá expressão aos símbolos, visando-se ainda mapear os mecanismos através dos quais a telenovela atua como dispositivo de equalização ou diferenciação no regime escópico da sociedade contemporânea. A proposição de fundo que esta investigação faz é observar como essa narrativa — a telenovela — se comporta diante do fenômeno da midiatização, com suas implicações sobre sentido, gênero, trocas simbólicas, formatos, fluxos, etc.

 

Pedro Gilberto Gomes. A comunicação como problemática para o campo religioso.

No contexto de uma pesquisa que examina o papel dos processos midiáticos na construção de novas religiosidades, o expositor, Prof. Pe. Pedro Gilberto Gomes – SJ (UNISINOS), apresentou um longo histórico de processos relacionados com o desenvolvimento de investigação por ele desenvolvida, em que examina a interrogação: “Como o campo religioso se relaciona teoricamente com a comunicação, ou seja, está a descoberto como problemática para o campo religioso”. O pesquisador, ao interrogar como o campo  religioso lida com a questão da comunicação, enquanto dimensão estratégica para sua prática, enfatiza que o papel principal desse tipo de investigação visa identificar “as percepções subjacentes enquanto modelos, escolas, teorias e conceitos estratégicos” no sentido de perceber como “evolui o conceito de comunicação (teórico e prático) para os setores que definem as políticas de comunicação da Igreja. Com etapas da pesquisa já desenvolvidas, o pesquisador enumerou o desenvolvimento da construção do referencial teórico a partir de trabalho com bibliografia de base e o trabalho analítico sobre bibliografia específica, visando estruturar os fundamentos  históricos da utilização da mídia eletrônica pelas religiões. O contato com bibliografia, especialmente com documentação secundária sobre a midiatização do campo religioso, permite ao pesquisador  sistematizar alguns resultados ainda provisórios,  e que  vão nortear  a organização do processo de desenvolvimento da investigação. Dentre tais resultados, destacam-se:  a) a importância do cenário ‘socio-religioso-midiático’ para emergência, nos Estados Unidos das primeiras experiências do que se convencionou chamar de ‘Igreja Eletrônica’, fenômeno depois que se disseminou para o continente latino-americano. Sublinha que o envolvimento dos evangélicos com as mídias eletrônicas aconteceu desde o surgimento desses meios; b) destaca  como outro aspecto motivador  para se procurar a televisão e o rádio  a tarefa de ‘espalhar o evangelho’. O caráter legitimador que esses veículos possuem, uma vez que “o rádio tanto como a TV servem como um campo de batalha para a guerra entre fundamentalistas  evangélicos e igrejas tradicionais liberais.” Por fim, diz a comunicação: “o que foi observado na análise das raízes históricas do teleevangelismo, encontra-se também no desenvolvimento  da religião eletrônica, no âmbito dos processos de midiatização da sociedade brasileira.” As missões sempre estiveram ligadas à  missão evangelizadora , mas, ao lado desta dimensão, deve-se levar em conta o permeamento da sociedade por processos midiáticos, com fortes incidências sobre os campos sociais, especialmente aquele de caráter religioso.

 

Eduardo Rebollo. Programa de desarrollo de La Paloma y su zona de influencia

Relatando processos de intervenção social, reflete sobre o fenômeno do ‘desenvolvimento local’ e as incidências que processos e metodologias comunicacionais, de fundo midiático, têm sobre tais processos. Situada como referência no âmbito de interfaces de conhecimentos que se prestam a processos de indução e de organização de desenvolvimento local, a comunicação midiática é parte integrante de ‘uma ampla matriz que permite ler a integralidade do fato social a nível local.’ Entretanto, o objeto central da comunicação apresentada pelo expositor, prof. Eduardo Rebollo (Universidade Católica do Uruguai),  foi tratar os processos midiáticos no âmbito de um desenho metodológico caracterizado pela demanda da complexidade  dos ‘estudos de casos’. Neste sentido explica que  os estudos de casos se propõem a aumentar os níveis de conhecimento das realidades locais. Os processos comunicacionais são vistos como matriz e como ferramentas que dinamizam interações, especialmente as tematizações sobre as realidades — objetos destas intervenções da pesquisa social. Nessas condições, entende-se a pesquisa como  uma determinada ação comunicativa na qual diferentes disciplinas científicas e práticas sócio-discursivas tensionam o processo interativo entre pesquisadores e a realidade em estudo.

Valério Brittos. Processos Midiáticos, mercado e sociedade: televisão e política pública no governo Lula.

O prof. Valério Brittos (UNISINOS) examinou as manifestações da midiatização no marco das relações entre os campos da mídia e das políticas públicas como objeto da pesquisa de sua exposição, chamando atenção para a atuação do Estado, dos canais e da sociedade, tendo como parâmetros a indústria televisiva. Situando-se como estudo no contexto brasileiro, destaca que no Governo Lula ocorre uma alteração na tradicional função estatal com relação ao sistema televisual. Para tanto, o Estado exerce papel importante nas dinâmicas de funcionamento das mídias, particularmente a televisão, atuando como regulamentador, ao mesmo tempo em que se destaca como um formulador de políticas públicas relacionadas com o setor de comunicações. A pesquisa desenvolvida mostra que no cenário do Governo Lula ocorre uma alteração na tradição brasileira de regulamentação da televisão, o que não chega a resultar em uma política pública democrática de comunicação para esta mídia, tendo em vista a ausência de um amplo debate público sobre a temática e a permanência em aberto de pontos, como o acesso igualitário da diversidade sócio-cultural à publicização, ao controle social dos processos de midiatização e à quebra da propriedade. Situado numa ampla perspectiva as relações entre campos da política das mídias, o foco da investigação enfatiza o papel dos dispositivos midiáticos como processos sócio-culturais que funcionam a partir de sistemas tecno-culturais, privilegiando as condições, processos e contextos sociais em que se desenrolam  as estratégias de produção e de recepção dos discursos sociais, segundo lembram as diretrizes conceituais do programa de Pós-Graduação em Comunicação da UNISINOS. Uma das contribuições desse projeto volta-se para examinar as relações propostas entre televisão, estado e grupos não hegemônicos, debruçando-se sobre as lógicas mercadológicas e de espaço público dos processos midiáticos, segundo prevê um conjunto de objetivos: a) analisar o papel do estado na dinâmica televisiva brasileira, enquanto poder co-cedente, regulador e formulador de políticas públicas; b) identificar e relacionar lógicas de espaço público e de disputa mercadológica nas estratégias de midiatização dos canais; c) examinar a existência de política pública democrática de televisão; d) examinar os graus de independência dos principais grupos de TV, bem como a atuação dos agentes econômicos e não hegemônicos no processo de regulamentação das emissoras de TV. Todos estes objetivos situam-se num eixo mais abrangente que trata de discutir o papel da tevê na contemporaneidade, em suas aproximações e afastamento do espaço público. Em termos de processo metodológico, além de uma ampla revisão da literatura sobre a temática abordada, a pesquisa se faz através da análise do processo e do ordenamento relatório midiático-televisivo; estudo do modo de funcionamento e estratégias das grandes redes de TV aberta; acompanhamento da realidade televisiva, especialmente, fatores como disputa por audiência, a partir de análise de material jornalístico, além de entrevistas com agentes envolvidos na problemática.

 

Antônio Fausto Neto. Processos midiáticos e a construção de novas religiosidades.

Trata-se de continuidade de projeto desenvolvido pelo prof. Antônio Fausto Neto (UNISINOS) que teve sua fase 1, através do estudo destes processos da perspectiva da produção de estratégias, chamando atenção para o conjunto através do qual se dá os processos de apropriação de operações da cultura midiática, por parte de instituições midiáticas religiosas. Nesta fase, em que foram examinadas estratégias implementadas por várias redes temáticas de TV, de fundo confessional, evidenciaram-se complexas operações através das quais a lógicas da midiatização tratam de produzir novas formas de relações entre os campos midiáticos e religiosos. Tais operações, ao serem descritas pela pesquisa, chamam atenção para as novas formas de ‘fazer religião’ implementadas por instituições católicas e evangélicas na disputa de um mercado religioso constituído por mais de 100 milhões. Evidenciam seus resultados que o campo religioso, a exemplo de um conjunto de outros campos sociais, apropria-se das estratégias da midiatização e dos processos midiáticos nele desenvolvidos, como possibilidade de atualizar sua presença, suas formas de contato e suas novas possibilidades de legitimidade na esfera pública. Ou seja, diferentes confissões religiosas se apropriam das referências tecno-discursivas das mídias como possibilidade de gestão da crença, hoje.

Visando dar um passo adiante, no sentido de entender os possíveis ‘efeitos’ destas estratégias de oferta de novos sentidos religiosos, inicia-se uma nova fase de investigação e que, desta feita estuda os processos de apropriação da programação telerreligiosa, por parte dos telefiéis. A hipótese que norteia o desenvolvimento desta fase propõe haver uma ‘defasagem’ entre ofertas de programas e os processos de apropriação desenvolvidos por receptores, segundo estratégias de leituras que tratam de apontar para nomeação de novos significados que estes dão as mensagens em oferta. Descrever estes processos, a partir do universo da recepção, é um dos objetivos desta pesquisa em desenvolvimento.Visa pelo emprego de vários procedimentos de pesquisa qualitativa , conhecer a natureza dos tipos de vínculos que estruturam as interações entre instituições religiosas e seus  seguidores. Esta pesquisa realiza-se no contexto institucional do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UNISINOS que privilegia estudos televisivos como um dos seus objetos, especialmente aqueles estudos temáticos que visam verificar como se constroem, em termos discursivos, as novas relações entre os campos religioso e midiático.

 

Jairo Ferreira. Reprodução, transformação e poder simbólico no campo das mídias: a circulação do discurso das ONGs em dispositivos digitais na WEB

As condições de circulação de discursos sobre as ONGs em diferentes meios que constituem a ambiência da midiatização, está sendo objeto de investigação no ambiente da Rede, através do trabalho de pesquisa do prof. Jairo Ferreira (UNISINOS). Tal proposta visa investigar se é possível encontrar modelos de análise que dêem conta do lugar que as ONGs ocupam na constituição de poderes simbólicos no campo das mídias.

A investigação estrutura-se em torno de dois questionamentos específicos: primeiro, quais as transformações operadas pelas mídias localizadas em diversas posições nos mercados relativamente às ofertas de sentidos das ONGs através dos seus texto? Segundo, quais são as condições exógenas e endógenas de acesso ao campo das mídias? Para enfrentar tais interrogações, a pesquisa formula duas hipóteses que envolvem, respectivamente, a “supremacia das condições de existência externas aos sistemas de produção” e “a ruptura discursiva produzida no campo das mídias”. A primeira, propõe que a produção, consumo e circulação do discurso deve ser explicada em última instância pelas condições externas. A segunda hipótese propõe que as operações discursivas do campo das mídias produzem uma ruptura com os processos discursivos de outros campos sociais. Estas dimensões remetem ao foco de interesse da pesquisa; o estudo da circulação, ao reconhecer a existência de tensões entre campos, no fluxo dos discursos entre o campo da mídia e outros campos sociais, decorrentes da autonomização do campo das mídias. Essa autonomização não permite uma interpretação da mídia como meio, e neste sentido os discursos são descolados de outros campos sociais, sob uma lógica instrumental.

A pesquisa utiliza bancos de dados nos quais existem textos sobre as ONGs, devendo-se explorar universos como ‘grande imprensa’; ‘imprensa regional gaúcha’; blogs, sindicatos e outros movimentos sociais; e jornalismo cultural, enquanto universos documentais a serem consultados. Na esfera das ONGs, investiga-se, via estudos de casos, estratégias de acesso às mídias, através de assessorias. Também estuda-se como é  apropriado o discurso das ONGs pelas instituições distribuídas em quatro universos do campo das mídias. Utiliza ainda dados que visam conhecer as condições de existência das ONGs, apoiando-se em técnicas bibliográficas, documentação, além de entrevistas e questionários. Em suma, um conjunto de procedimentos que visam descrever e configurar o lugar das instituições no campo das mídias. A referida investigação terá dois módulos desenvolvidos em parceria com a Universidade de Buenos Aires, através do prof. Eduardo Vizer, e com a Universidade Beira Interior, através do prof. João Carlos Correia

 

Armando Silva. Proyecto culturas urbanas en América Latina y Espana desde sus imaginarios sociales.

Tendo como referências manifestações da midiatização no complexo tecido urbano das cidades latino-americanas, o prof. Armando Silva (Universidade Nacional de Colômbia) realiza uma pesquisa sobre as formas de constituição e de funcionamento das culturas urbanas neste continente, com o fim de estabelecer as formas de ‘ser urbano’ nesta realidade. E, ao mesmo tempo, conceber tais construções, segundo modos comparativos no contexto de países da América do Sul e em suas sub-culturas regionais. As técnicas investigativas incluem vários procedimentos que envolvem dispositivos de mídias, como vídeos, fotografias e recortes das imagens da cidade nos diferentes mídias, para o estudo sobre as relações entre urbanismo e mídia. Tais recursos visam responder uma questão central: o que significa ser urbano hoje em um continente frente ao novo milênio, e com suas práticas fortemente permeadas por referências de processos de midiatização?

Os produtos que serão consolidados por esta pesquisa, tomarão formas de materiais e linguagens midiáticos: textos, enciclopédias, coleções fotográficas e arquivos de recortes de meios sobre representação e imagens das cidades latino-americanas.

 

Eduardo Vizer. Teoria e prática da investigação e a intervenção em  Intervenção em  Comunidades  e organizações sociais. Implementação de um método e dispositivos inovadores em comunicação comunitária

A reflexão apresentada pelo prof. Eduardo Vizer (Universidade de Buenos Aires) objetiva articular o tema da midiatização com a organização comunitária — ONGs, associações e movimentos sociais — a partir da pertinência de dispositivos simbólicos e discursivos. Estas preocupações aparecem examinadas no livro ‘La trama (In)Visible de la vida social’ em que o autor examina aspectos teóricos e metodológicos sobre os quais se aproxima essa problemática. Argumenta o autor que as ciências da Comunicação podem ‘realizar um aporte considerável tanto à compreensão como diagnóstico e a intervenção social’ nessas dimensões aqui estudadas por ele. Mas lembra que elas devem assumir um desafio de produzir um saber transdisciplinar acessível às pessoas. Como resultado torna-se indispensável desenvolver um discurso do método associado à prática de intervenção e à construção de espaços de participação. A comunicação implica não só o processo de recriação dos vínculos e dos laços sociais, mas sua concretização em atos e valores. A comunicação enquanto práxis deve ser lugar do sentido e da significação.

 

2.    Colômbia, 20 e 21 de fevereiro de 2006[7]

O encontro de Bogotá apresenta uma característica distinta da reunião de São Leopoldo, pois, conforme o planejamento adotado, visou-se ali um colóquio temático envolvendo as pesquisas dos integrantes brasileiros e colombianos da Rede. Desta perspectiva, partindo do tema central ‘Comunicación, Sociedad y Sentido: Implicaciones dos los medios de comunicación en las transformaciones de las prácticas sociales en América Latina’, observou-se nesta reunião que o tema geral encontra um foco específico, que trata da midiatização enquanto fenômeno sócio-técnico-discursivo, o que transforma a tecnologia em meios nos âmbitos da produção, circulação e da recepção, afetando práticas, dinâmicas e interações de vários campos sociais, e que se manifesta de modo intenso no contexto da vida cultural e comunicacional da América Latina.

Neste sentido, os temas abordados pelos participantes desta reunião já explicitam tais preocupações, pois examinam a midiatização enquanto problemática mais teórico-empírica, discutindo-a como fenômeno social e de sentido e que foi tematizado nas seguintes comunicações:

 

Antônio Fausto Neto. Mediatización: práctica social? Práctica de sentido?

Nos esforços de construir articulações entre o tema de trabalho da rede com  as manifestações da midiatização, Antônio Fausto Neto (UNISINOS) desenvolve reflexão teórica  situando o referido conceito da perspectiva de práticas sociais e de práticas de sentido. Situa, historicamente, as características do trabalho midiático, enquanto campo,  no âmbito dos campos sociais, tomando como referência inicial a ‘sociedade dos meios’. Em seguida, esta problemática no âmbito propriamente dito da ‘sociedade midiatizada’. Para tanto, após situar diferenciações do trabalho midiático numa e noutra modalidade de sociedade, procura especificar como a ação das mídias fornece elementos para se entender a incidência das mídias nas práticas sociais e de sentido dos diferentes  campos. A ênfase de suas considerações se volta para os fatores que transformam a mídia em novos agentes no âmbito da sociedade midiatização. A partir dessas distinções, o foco se centra sobre a especificidade do trabalho da midiatização, enquanto prática social e de sentido. Considerando  que ela se define como inscrição de fenômenos sócio-técnicos e discursivos na sociedade, especialmente, em suas diferentes práticas sociais e simbólicas, a hipótese sustentada neste trabalho é a de que a midiatização apresenta dois grandes meios de manifestações: a primeira, organiza e regula o funcionando das interações desenvolvidas por diferentes práticas sociais, ainda que se constituindo em práticas de sentido, na medida em que uma das possibilidades da midiatização afeta as instituições e os atores sociais; outra, se dá através das estratégias discursivas que são postas em práticas, seja no âmbito das mídias, sejam naquelas engendradas por outras práticas, quando se toma a cultura e operações midiáticas como referências centrais para o funcionamento do trabalho da midiatização hoje.

 

Neyla Graciela Pardo. Mediatización y discurso.

Aproximando o conceito de midiatização das angulações de práticas discursivas, destacar a exposição da professora Neyla Pardo (Universidad Nacional de Colombia).

As preocupações da profª Neyla Pardo se voltam para reconhecer a construção do significado nos textos, entre o discurso e a midiatização. Com este fim, aborda uma conceituação  de discurso em termos de traços cognitivos, de seu lugar  como prática social e de suas propriedades como sistema de signos. Desse ponto de vista, faz articulações com o conceito de midiatização, discurso e sociedade midiática,  e com o modo como  se constrói o significado em virtude dos modelos culturais propiciados pela midiatização. Tais questões são tensionadas por exemplificações a partir de casos concretos de midiatização,  recorrendo a três estratégias de  comunicação  eletrônica colombiana. Segundo as hipóteses desenvolvidas neste trabalho, a determinação dos efeitos da midiatização sobre a significação discursiva apóia-se na idéia de que qualquer desenvolvimento tecnológico implica em uma modificação no modo de relação dos seres humanos e em modelos culturais. E exemplifica alguns dos  modelos culturais relacionados com a midiatização, tais quais: “a circularidade e a segmentação que constituem  estratégia para comunicar’: o tópico determina formas de tematizar e orienta a narração; a imagem fixa é um ícone síntese de um evento; a notícia eletrônica é uma narração de seqüência de eventos temporalmente priorizada; repetir propicia a fixação do conhecimento social; a imagem dinâmica promove a leitura mais literal e propicia segmentação cognitivas.”

 

Beatriz Quiñones. Mediatización de la violência colombiana: el acontecimiento de los 90.

            Ao elaborar  questões da midiatização da violência colombiana em acontecimentos nos anos 90,  Beatriz Quinones (Universidad Nacional de Colombia) propõe olhar a violência desde  vários registros: as séries de ficção televisiva; o acontecimento dos anos 90; e as interpretações sobre o fenômeno. Esses registros permitem tornar visível vários aspectos significativos no momento em que se interroga sobre o papel dos meios como construtores de realidades, a partir dos imaginários  que as configuram. Face à tais desafios elegeu um conjunto de objetivos para situar os horizontes desta investigação: reconhecer na dimensão imaginária  seu potencial crítico, uma vez que  permite deslocar a identificação uniformizadora do real estabelecido como possível e seu potencial criativo, abrindo novas possibilidades  plausíveis de realidades enfrentadas e socialmente definidas; refletir sobre a midiatização da violência colombiana enfatizando a em função dos meios como construtores do acontecimento nas distintas dimensões em que se desdobra esta funcionalidade; os meios como ferramentas da dominação, como instituições secundárias e como atores sociais. Uma das metas da investigação é justamente mostrar os efeitos dos processos de midiatização, lembrando uma afirmação do pesquisador  colombiano-espanhol Jesús Martin-Barbero, “as séries midiáticas não passaram desapercebidas e resulta que o mais ilustrativo  que se percebe agora sobre a violência é que ela está no teatro  e na arte; há muito mais sobre o país nas séries ‘dramáticas’ do que nos noticiários  da televisão”. A investigação trabalha com a hipótese segundo a qual as séries de ficção anos 90 se tornam numa tentativa de superação da construção imaginária que subjaz na representação midiática da violência colombiana, se constituem, assim mesmo, em um material privilegiado para reconhecer as evidências sociais  sobre a violência  que querem ser dissimuladas. E também para situar as provas as estratégias utilizadas de como efetivá-las, enquanto tentativas de substituir o imaginário consolidado  da violência colombiana, por um imaginário alternativo.

 

José Luiz Braga. La mediatización como proceso interacional de referencia.

            Ainda numa perspectiva na qual problematiza teoricamente o conceito de midiatização, José Luis Braga (UNISINOS) o aproxima da noção de ‘processo interacional’, categoria que já vem trabalhando neste universo, e segundo se explicita em artigos publicados. Mas, seu avanço está no fato de que se pode comparar de outros ângulos os processos interacionais de referência, enquanto  condutores da realidade social. Nesses termos, a midiatização ‘oferece não somente as possibilidades pontuais de fazer coisas específicas que não eram feitas, ou feitas de  outro modo. Assim, entende-se a midiatização como  a criação de tecnologias para alcançar objetivos  sociais e interacionais, exigências que têm como conseqüência o ‘invento’ de protocolos atravessados por estas  lógicas. Ou seja, a midiatização aparece como um processo gerador de tecnologias, o que significa dizer também que a midiatização tem necessidade tecnológica por si mesma, no sentido de que a demanda apriorística por ‘mais tecnologia’ se faz dentro da midiatização, que por sua vez se põe dentro  da tecnologização crescente da sociedade. Isso significa que temos um processo em marcha  que corresponde à midiatização. No estado atual, algumas características podem ser percebidas como derivações de lógicas anteriores de interação, outras, como desenvolvimento de lógicas próprias. Não se demarcam somente modos de organizar  e transmitir mensagens e de produzir/transportar significados. Mas também, e sobretudo, modos através dos quais  a sociedade se constrói. São perspectivas para ‘ver todas as coisas’, ‘para articular pessoas’ e mais ainda, relacionar sub-universos na sociedade e, por isso mesmo, modos de fazer as coisas através das interações que propiciam. Nestas condições, argumenta a exposição – a midiatização como processo interação de referência constitui realidades sociais fortemente marcadas por jogos variados  e sutis entre objetivações indeterminadas e um trabalho necessário, em diversos níveis de determinação contingencial — isto é processos que repõem em circulação aquelas mensagens refazendo articulações com contingências específicas  dos usuários para gerar sentido e pertinência. As interações passam a comportar uma freqüente passagem por articulações complexas entre participantes da sociedade e o acervo diverso de dados. Interagir em sociedade envolve crescentemente interações com o acervo dinâmico da rede informatizada e gera referências para este acervo. Da perspectiva desta proposta, um sistema de resposta social (entenda-se por ele, um dispositivo de midiatização) é, então, alguma coisa muito mais complexa à interatividade pontual, ou de retorno entre receptor e o emissor. Pode incluir tais vetores, mas corresponde ao próprio processo  de construção  e de manutenção continuado de um desenho de interações para apreender e contribuir  continuadamente com a realidade.

 

Jairo Ferreira. Campos y dispositivos mediaticos.

Seguindo as mesmas preocupações de fundo teórico, a exposição de Jairo Ferreira (UNISINOS) propõe um enfoque para análises dos processos de midiatização, cuja construção do quadro conceitual  opera a partir da diferença entre midiatização e comunicação, e de como esta distinção é produzida historicamente na constituição do campo dos mídias, considerando-se, sobretudo,  os processos de unificação dos mercados discursivos. Nessa perspectiva, o conceito de dispositivos é proposto como uma chave teórica e metodológica para ‘análise das questões  de comunicação’. Considera o autor que as tensões em torno  da midiatização resultam de uma dupla demanda que são as finalizações próprias (o  campo das estratégias das instituições não midiáticas) e operações  singulares (o campo em que as estratégias  são constituídas por lógicas midiáticas), que se tensionam com as objetivações midiáticas e a comunicação enquanto conversação social. Para tanto, duas heranças centrais na reconfiguração das características sócio-antropológicas da comunicação devem ser destacadas: a linguagem, o discurso e a tecnologia. Diferente da perspectiva de muitos autores que reduzem o conceito de dispositivos em suas dimensões técnicas e tecnológicas, o autor fala de ‘um lugar síntese’ em que acentua a sua proposta, a qual deve dar conta das três dimensões centrais em que se formula um novo conceito de dispositivo: a social, a tecnológica e a semiológica, sendo que cada uma delas está articulada entre si. Dessa forma, a tese sustentada por Eliseo Verón, segundo a qual a midiatização entendida como produção tecnológica de mensagens, mediante determinadas   condições de produção e de recepção, e que configuram a formação de mercados discursivos entre instituições e indivíduos é repensada para se enfrentar a complexidade do conceito.

 

Armando Silva. Medios y imaginarios

Pensando o tema dos imaginários e suas relações com os meios, o prof. Armando Silva (Universidad Nacional de Colômbia) enfatiza a problemática o papel da midiatização na elaboração da cidade imaginada que conduzimos em nossas mentes. Essa nova urbanização vem dos recintos mentais como dos meios e das tecnologias. Ao examinar uma enorme lista de temas e ações globais, que afetam a todos os cidadãos do mundo, destaca três, como aqueles que sintetizam de modo determinante visões do globo: os medos, o corpo e a máquina. O medo de uma catástrofe provocada domina os ambientes imaginários do momento. Os imaginários do terror superam outros temas globais. A iconoclastia, ou a destruição das imagens como luta no terreno da opinião pública, é vista operando nesses dias quando descobrimos na imprensa a foto de um cadete americano torturando militantes iraquianos, ou quando dias depois, como vingança, um grupo de exaltados do mesmo Iraque decapitaram um cidadão americano em uma ação ‘formatada em vídeo’. Ambas ações recorreram aos meios visuais midiáticos. O duplo mecânico, o duplo eletrônico, o clone, ou a serialização dos duplos na ciência e no futuro tecnológico, aparecem como os ídolos do pensamento contemporâneo.

 

3.    Rosário, 13 a 15 de dezembro de 2006

Na reunião anterior, envolvendo pesquisadores brasileiros e colombianos, o tema da pesquisa da Rede foi tensionado àquele de midiatização, oportunidade em que se buscou avaliar como as investigações dos pesquisadores presentes tratavam este conceito, enquanto ‘olhares’ sobre práticas sócio-comunicacionais e práticas sócio-discursivas. Aprofundando estas angulações, a reunião de Rosário, envolvendo presença de 12 pesquisadores[8] viu-se estruturada por uma nova dinâmica, mediante seminários temáticos seguidos de debates e, ao fundo, um comentário geral apresentado pelo convidado, prof. Eliseo Verón, da Universidad San Andrés – Argentina (ver ANEXO II). Assim sendo, num aprofundamento da tematização o Seminário I discutiu o tema Midiatização de construções discursivas I, onde foram apresentados os trabalhos de Neyla Graciela Pardo, Paula Marino e Stella Martini. No Seminário II, o tema foi Imaginários, territórios e ambiências da midiatização, e contou com os trabalhos de Pedro Gilberto Gomes, Armando Silva e Eduardo Rebollo. O seminário III tratou de Cultura, tecnologia e dispositivos midiáticos, através dos trabalhos dos professores Jairo Ferreira, Eduardo Vizer e Sandra Massoni. O quarto e último seminário também tratou do tema da Midiatização de construções discursivas com os textos de Antônio Fausto Neto, Beatriz Quiñones e Lila Luchessi.

Nesse conjunto de seminários, observa-se um aprofundamento do exame do tema à luz dos estágios em que se encontra cada pesquisa dos investigadores.

 

Neyla Graciela Pardo. Mediatización y discurso.

Neste seminário, na sua exposição, a profª Neyla (Universidad Nacional de Colombia) considerou que a análise dos meios de comunicação e a análise de discurso se encontram num lugar teórico crucial: o da produção de sentidos, a partir das maneiras como esse se organiza, estrutura e produz discursos e o seu papel na construção dos saberes coletivos orientadores da ação social. A análise das estratégias discursivas, em especial dos discursos da internet, TV, imprensa e rádio se constituem em um importante espaço para indagação sobre os modos como se produzem e compreendem os significados e suas implicações sócio-culturais na sociedade midiatizada. Nessa perspectiva, a expositora situa a midiatização da perspectiva discursiva, ao defini-la como conjunto de relações discursivas e culturais resultantes do fato de que o significado e os sentidos estão atravessados por dispositivos sócio-culturais, como as instituições, e por dispositivos tecnológicos. Metodologicamente, as reflexões da profª Neyla atualizam as preocupações que ela manifestou na reunião de Bogotá quando descreveu um conjunto de manifestações de estratégias midiáticas à luz de modelos discursivos – lingüísticos.

A ênfase da trajetória dos seus trabalhos no âmbito da Rede ressaltou as articulações da midiatização com práticas discursivas. E é por isso que ela situa este conceito como potencializador de representações e orientador de ações sociais em virtude da sua capacidade para concentrar, distribuir e transformar saberes, ao reproduzi-los em forma simultânea fora do espaço, privilegiando modalidade sensoriais e universalizando a significação. Como exemplificação de suas questões, a expositora relatou trabalho analítico sobre a imprensa de Bogotá, onde descreveu a metodologia na qual projeta as questões de midiatização como fenômeno discursivo.

 

Paula Rodríguez Marino. Exílio y desplaziamentos en invasión. Los hijos de fierro y reflexiones de um salvaje.

            No âmbito deste sub-grupo de trabalho, a profª Paula Rodríguez Marino examina manifestações da midiatização em termos discursivos, ao analisar as representações do exílio no período 1969/1978, no contexto argentino, através de 3 filmes. Suas preocupações se voltam para vincular essas peças cinematográficas com o período histórico no qual são produzidos e se inscrevem simbolicamente. Um dos aspectos centrais da sua exposição é o fato de mostrar as articulações da midiatização com o cinema enquanto produção discursiva. Depois de situar o perfil dos filmes e seus diretores, ela desenvolve um conjunto de tematizações em que procura mostrar as relações entre cinema, sociedade, história e política. Tais dimensões aparecem nos recortes nos quais lembra o status do filme funcionando como uma ante-sala e como uma visão do exílio; a associação do exílio com figuras errantes e com espaços imaginários; os mecanismos de visibilidade que aludem mas iludem também a questão da ausência; reflexões sobre a racionalização do passado. A ênfase dessa comunicação se situa nesse manejo cinema/política a partir da consideração da linguagem como dispositivo que contribui para produzir processos de significação a cerca de questões de fundo relacionadas com o funcionamento da sociedade argentina.

 

Stella Martini. Tendências y transformaciones de la comunicación política: el caso de la agenda periodística sobre el crimen en Argentina.

            Fazendo articulações entre as transformações da comunicação política e o campo midiático jornalístico, a profª Stella Martini (Universidade de Buenos Aires) vincula o tema da midiatização com as transformações da produção da informação midiatizada e suas repercussões sobre o funcionamento discursivo do campo político. Sublinha que as tarefas dos meios enquanto construção de realidade, é uma tarefa igualmente de interação com a sociedade, ainda que seja de ordem assimétrica, pois os indivíduos não gozam das mesmas condições para experimentar as tarefas midiáticas em produção. Essa constatação enseja a formulação de perguntas de sua parte como: que características apresenta nestes momentos a comunicação entre governos políticos, opinião pública e meios massivos? Como resposta lembra o papel dos meios como ator poderoso e a partir dessa dimensão estuda como a agenda midiática sobre o delito enquanto ocasião para descrição e qualificação da vida cotidiana e espaço para reflexão sobre o estado da comunicação política. Segundo ela, na agenda sobre esse tema, na imprensa argentina, é possível identificar dois modelos com retóricas e uma construção do real, diferentes ainda que complementares. Sustenta a hipótese de que a notícia sobre o crime é texto para estudo dos imaginários de uma época e sobre estado das relações de poder. Recomenda que grupos de trabalho deveriam dar seqüência a essas percepções através de observatórios de comunicação política latino-americana, através do qual viessem a ser publicados diagnósticos e propostas. Seria um dispositivo de midiatização útil à democracia, pois a governabilidade precisa de eficazes modelos comunicacionais, retóricos e sistemas classificatórios que resultem em espaços para a argumentação e o debate.

 

Pedro Gilberto Gomes. Procesos midiaticos como objeto de estúdio.

            No seminário II, a exposição de Pedro Gilberto Gomes (UNISINOS) tematizou a questão dos processos midiáticos enquanto uma problemática fronteiriça às ambiências e territórios da midiatização. Historiou os avanços de estudos sobre a comunicação midiática exemplificando-os com a própria existência e funcionamento do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Unisinos, onde os processos midiáticos foram convertidos em objetos de sua área de concentração e de linhas de pesquisa, apresentando como uma manifestação de um território de trabalho ‘analítico-interpretativo’ sobre o funcionamento da midiatização.

O expositor lembrou que a eleição da temática dos processos midiáticos como objeto de estudo é um sintoma importante a sinalizar novas percepções sobre o campo da comunicação e as incidências complexas sobre sua identidade. Considerar os estudos de meios sobre a ótica dos processos o aproxima de um campo científico pontual, o da comunicação midiática, o que não significa abandonar as interfaces que a comunicação tem com outras disciplinas. Entretanto, tal redesenho sinaliza uma mudança importante de fundo, não somente na concepção do que possa ser um objeto de conhecimento, mas também os procedimentos de construção de um objeto de estudo. A ênfase dessa exposição destaca que a emergência de novos e complexos objetos no campo da comunicação é uma resultante dos fenômenos que se engendram na midiatização. Isso significa que os novos modos de ver tais fenômenos, enquanto disciplinas científicas, são contemporâneos do próprio objeto.

 

Armando Silva. Imaginarios globales: miedos, cuerpos, dobles.

Examinando a questão da ambiência e dos territórios de um outro foco, o prof. Armando Silva (Universidad Nacional de Colômbia) lança uma pergunta na qual tanto os processos investigativos, os sujeitos, os objetos e seus efeitos, parecem se situar nesta ambiência que é o da midiatização: “donde nos parecemos uns aos outros como cidadãos do mundo?” Durante a maior parte do século 20, teorias das mais diversas conceberam a sociedade segundo pressupostos de avanço progressivo para a busca de um possível bem-estar comum. Nos últimos anos, podemos ver como este panorama se reverte e o novo milênio anuncia mais a valoração do indivíduo sobre a coletividade. Assistimos de novo a uma luta de paradigmas para definir condutas cidadãs entre explicações social e racional, frente a outras individualistas. Tais elementos levam o expositor a formular uma hipótese de trabalho na qual articula o tema da midiatização e o de imaginários: sustenta que os lugares não serão tanto a denominação do lugar físico senão a região psicológica donde se ‘cenifica’ as percepções sociais armadas de modo imaginário, ao mesmo tempo que os recintos nos quais interagimos aparecem cada vez mais em nossa época como fatos de natureza mental. Tomando seu objeto de estudo dos imaginários urbanos, o autor utiliza-se de paradigmas psicológicos para lembrar, em tempos de midiatização, a desterritorialização das cidades, o nascimento de um urbanismo sem cidade, as condutas e ações transnacionais, a instalação global da imagem pós-simbólica, a valoração dos ‘croquis’ cidadãos sobre os mapas físicos, a irracionalidade do consumo no aumento não somente de coisas ‘reais’ mas também sobre objetos virtuais e a constituição dominante da cidade imaginada que formam um conjunto de marcas que definem este novo objeto por ele refletido.

Os imaginários globais avançam segundo manifestações complexas como dominantes das novas urbanizações transnacionais, e nesse contexto os meios são objetos, mas não qualquer objeto e cujas manifestações geram esse novo modo de ser ‘o mundo’.

 

Eduardo Rebollo. La imagen del territorio.

            O tema deste seminário é recuperado da perspectiva do prof. Eduardo Rebollo (Universidade Católica de Montevideo) sobre a imagem do território. Esta, enquanto construção mental que se pode criar tanto sobre o indivíduo, uma empresa, um produto, ou um lugar. Em função de seus estudos voltados para os processos de intervenção comunicativos em micro-regiões, como o seu trabalho em La Paloma, o autor considera que para se implementar planos de desenvolvimento necessita interatuar outros contextos, cenários e imagens, pois não há crescimento sem vínculos. O desenvolvimento de uma comunidade envolve a temática da identidade cultural, mas esta requer o trabalho dos signos que visam produzir a sua identidade visual. Os processos de gestão de imagem de uma localidade terão, segundo o expositor, que partir de um diagnóstico das distintas percepções de um lugar, estas entendidas como investimentos de sentidos – de processos de comunicação – e que resultam de ‘ofertas de território’ que não deixam de ser construções simbólicas. O trabalho de produção de imagens passa por campanhas e o seu processo de geração se faz através de operações de comunicação, que incluam, inclusive, ações sobre a produção, circulação e consumo de textos midiáticos.

 

Jairo Ferreira. La mediatización en una perspectiva triádica.

A temática da midiatização comparece atravessada neste seminário sobre o sub-tema da cultura e da tecnologia. Porém, segundo a hipótese do prof. Jairo Ferreira (UNISINOS), entender estas articulações requer como chave teórica uma problematização do próprio conceito de comunicação. Analisa este conceito a partir da noção de dispositivo e esclarece que fazer esta operação não passa pela conexão com processos históricos e sociais, mas estabelecendo um ponto de partida lógico-proposicional que nos permita ler a história, inclusive a presente, absorvendo a formação do campo dos meios. Os argumentos ali sustentados sobre a midiatização explicam que uma história da midiatização pensada a partir do conceito de dispositivos, não se faria a partir de uma abstração que considere os sistemas em pedaços (econômico, cultural, político, discursivo, semiológico e lingüístico, ou técnico e tecnológico); na sua perspectiva os modos de produção são redesenhados por relações de acoplamentos entre os vários sistemas transformados ou reproduzidos. Neste caso a cultura, a política e a economia possuem sistemas fortemente regulados por suas leis endógenas; as transformações técnicas e tecnológicas seriam tecidas mais intensamente pelos capitais desses mercados. Nesses momentos, imperam lógicas dos dispositivos como meios e essas lógicas são rotas no processo de tensões específicas do que chamamos dispositivos. A identificação do que chamamos de acoplamentos é, na conjuntura do campo epistemológico da comunicação, central para que pensemos a midiatização, enquanto processo histórico e social.

 

Eduardo Vizer. Procesos sociotécnicos y mediatización en la cultura tecnológica.

Examinando as incidências da midiatização sobre as novas manifestações da cultura tecnológica, o prof. Eduardo Vizer (Universidade de Buenos Aires) lembra que as tecnologias da informação se apresentam como processos fundantes para estruturação das sociedades futuras, pois se está produzindo uma estruturação global/local marcada por modelos eminentemente sócio-técnicos nos quais as relações sociais aparecem condicionadas e contextualizadas por mediações tecnológicas. A ambiência sofre um duplo processo de midiatização: por um lado, transformada por meio da implementação de sistemas sócio-técnicos indispensáveis para a sustentação das condições da vida moderna; e por outro lado ― como o outro lado da moeda ― percebemos a vida social e nossa própria vida pessoal ameaçada por processos de dissolução dos vínculos e das relações sociais e intersubjetivas. Ao examinar o estado da arte sobre o impacto das novas tecnologias, lembra sobre a necessidade de novos conhecimento – enquanto discurso e práticas – pelas quais se definem programas e que possam se projetar sobre a sociedade não permanecendo apenas no âmbito dos laboratórios. Isso requer uma ação interacional mais intensa pois no mundo globalizado, ciência, tecnologia e sociedade deixaram de funcionar harmonicamente, constituindo-se em motores de uma complexidade crescente e conflitiva.

 

Sandra Massoni. Pretéritos & Futuribles en la formación universitaria de comunicadores sociales.

Referindo a problemática do seminário ao âmbito universitário, a profª Sandra Massoni (Universidade de Rosário) refletiu sobre os desafios da formação de comunicadores em ‘comunicação estratégica’. Depois de chamar atenção para o fato de que estamos acostumados a pensar e atuar disciplinariamente, sustentou a hipótese de que o desafio da complexidade é aquele de pensar complexamente enquanto metodologia de ação cotidiana, qualquer que seja nosso campo. Situou um amplo quadro teórico explicando que o trabalho com a noção de comunicação estratégica exige que nos re-apropriemos do conceito de lugar ao mesmo tempo em que devemos exercitar a comunicação, enquanto uma heterogeneidade cultural. Na comunicação estratégica explora-se como o mundo é inventado desde as distintas matrizes culturais e a implicação pedagógica principal deste enfoque consiste no fato de que não se ensina teorias e práticas fragmentadas. Pelo contrário, se enfatiza a instância articulada de ensino-aprendizagem e a dimensão do seu efeito transformador sobre o mundo. Diante dessas perspectivas, os intensos processos sócio-técnico-discursivos decorrentes da midiatização não só oferecem possibilidades pontuais de fazer coisas específicas, que não eram feitas antes ou feitas de outro modo. Essa nova abordagem formula uma nova concepção de interface que sem pretensões de completude, articula-se com uma parte de solução de um problema, recuperando a comunicação como um processo aberto e permanente de sentidos.

 

Antônio Fausto Neto. Donde estamos? Reflexiones sobre la mediatización de un ‘discurso proibido’.

Um segundo seminário reuniu os membros da Rede em torno do tema ‘Midiatização de construções discursivas’, ou seja,  a comunicação midiática enquanto práticas de sentido. O prof. Antônio Fausto Neto (UNISINOS) apresentou uma análise sobre a estratégia de midiatização de emissão televisiva na qual facções do crime organizado tiveram acesso à televisão, a partir de sequestro de jornalista e técnico Rede Globo de Televisão. Ao descrever a estratégia, chama atenção para o fato de que a lógica, operações e pressupostos do próprio trabalho produtivo da midiatização, já se encontravam nas mãos de atores de um campo social não midiático. Sua reflexão chama atenção para o fato de que a midiatização descentra suas práticas e operações para outros campos e cujos efeitos sobre outras práticas sociais são complexos, convertendo-se também em objetos de novas percepções sobre o fenômeno. Argumenta que as operações da midiatização  se transformam em dispositivo estratégico para o funcionamento de  determinados tipos de discursos, cujas condições de produção e, de modo especial, de circulação, ‘recebem’ dos dispositivos midiáticos as possibilidades de sua existência. Tais condições de produção, consideradas neste caso como referências estratégicas, são o ‘ponto de contato’ entre a possibilidade de visibilidade de um discurso produzido pelo próprio ‘mundo do crime’ e a sociedade.

 

Beatriz Quiñones. La mediatización de la violência colombiana: el acontecimiento de los 90.

Reunindo novas leituras que apontam para o avanço de sua investigação sobre a ‘Meditização da violência colombiana: o acontecimento nos anos 90’, a profª Beatriz Quiñones (Universidad Nacional de Colômbia), diz que, neste processo, os meios de comunicação se destacam com capacidade para determinar a percepção que os colombianos têm sobre o conflito, fazendo coro com outras  percepções de relatórios técnicos internacionais, quando afirmam que: “a percepção sobre o conflito armado é fruto, mais que tudo, dos meios…” Em sua maneira de perceber e relatar, os meios podem ser responsáveis pelo conflito. A investigação permite a autora concluir que a midiatização da violência se descreve como um processo de ‘decantação’ e, por conseqüência, de ‘distorção’ da realidade, destacando 3 tipos de operações: a) fixar-se muito mais no fato violento do que em seu contexto, em sua causa ou em sua ‘medicamentação’; b) escutar mais os atores armados que aqueles desarmados, às vezes  sem cuidar-se de ser manipulado; c) não escutar certas correntes de opinião e escutar de modo demasiado as vozes que expressam através dos meios  de ‘opinião’. Os modos  com que as lógicas, operações  e gêneros da midiatização afetam as interpretações do fenômeno da violência são por ela destacados, ao lembrar que durante o período analisado  evidencia-se uma evolução para dimensões distintas e próximas àquelas maneiras de olhar dos autores dos seriados dos anos noventa.

 

Lila Luchessi. Narraciones del delito: pânico y control social.

Também no âmbito das pesquisas sobre as construções discursivas, a profª Lila Luchessi (Universidade de Buenos Aires), examina problemática do delito e da insegurança no âmbito das narrativas midiatizadoras desenvolvidas pela  mídia argentina. Situa o foco de suas análises em torno de três  aspectos: a) o aprofundamento das brechas sociais  gerando um mal estar na sociedade, introduzindo novos setores nos quais se situam os mais pobres aspectos, realidade que gera novas formas de interações, além de fronteiras geográficas, as de natureza simbólicas; b) neste  contexto sócio-econômico e cultural, o marco de produção tende  a que as agendas informativas comecem a homologar-se da retro-alimentação que se consolidou em torno do sistema midiático; e c) apesar da queda de vendas dos meios tradicionais, a grande produção midiática  da indústria global gera uma ‘cultura da hiper-informação’, que marginaliza e oculta os processos de ‘hipo- informações’, conforme aponta o investigador argentino Aníbal Ford. Nessas condições, o jornalismo exerce uma função de poder  que não se limita apenas a sua posição social de ‘distribuição da cultura’, uma vez que é também um agente de controle social. A agenda midiática apresenta temáticas nas quais as séries informativas constroem tópicos recorrentes , que logo são retomados nas sondagens eleitorais e nas agendas políticas. Não obstante a questão grave que representa a agenda do delito é o fato destas séries serem tomadas como a multiplicidade de casos de segurança e não como multiplicidade de publicação, já que tendem a aprofundar a percepção generalizada de insegurança. Sobre tal aspecto há que agregar a vocação de influência que os meios põem em jogo no próprio establishement  e nas rivalidades que estabelecem com outros atores que os constituem.

 

 

  1. São Leopoldo, 10 a 12 de outubro de 2007

A reunião de encerramento das atividades[9] da Rede teve como tema ‘Midiatização: sociedade e sentido’ e organizou-se através de 4 seminários: a) Midiatização e processos Sociais; b) Discursividades; c) Territórios e Ambiências; e d) Cultura, Dispositivos e Tecnologias.

Os objetivos da Rede conforme anunciado acima, em sua instalação em 2005, foram sendo refinados sem prejuízo das preocupações metodológicas desenhadas para dar corpo ao seu funcionamento. Tal refinamento vai evidenciando uma temática específica e que foi trabalhada no quarto Seminário, sobre o ângulo da ‘Midiatização: Sociedade e sentido’. Esta  especificação trata de evidenciar que à luz do percurso dos estudos da própria Rede, o conceito de midiatização vai se explicitando não mais como uma categoria analítica ‘secundária’, mas como um conceito forte que permeia as análises, as pesquisas, os tensionamentos e as próprias formulações teóricas. Tal conceito não aparece de modo abstrato, mas articulado aos processos sociais; às práticas; às ambiências e aos territórios; e também às dimensões da Cultura, dos dispositivos e das tecnologias. Ou seja, o conceito situa-se, assim,  em perspectiva relacional, entre partes, e de modo transversal, na medida em que permeia vários domínios da organização e práticas sociais e dos processos de  produção de sentido. E, particularmente, isso se manifestou no encontro desta temática com as angulações das investigações desenvolvidas por cada um dos membros.

As planilhas com a estrutura específica deste último encontro da Rede realizado de 10 a 12 de outubro de 2007, em São Leopoldo, informam o detalhamento da estrutura de trabalho, bem como àqueles relacionados com a reunião aberta aos pesquisadores não membros da Rede. (Ver ANEXO III)

 

Beatriz Quiñones Cely. Ficción televisiva de los 90: tres puntos de vista sobre la violência colombiana.

No seminário em que se debateu a temática da ‘Midiatização e dos processos Sociais’, a profª Beatriz Quiñones (Universidad Nacional de Colombia), refletiu sobre a ficção televisiva  dos anos 90 a partir de três pontos de vista sobre a violência colombiana. Em seu texto, além de mostrar os avanços na investigação ‘Imaginários da representação mediática da violência colombiana: séries de ficção televisisa  dos anos 90’, apresentou especificamente os resultados da observação sistemática e a leitura das séries de representações da década, nas quais visa: a) revelar a forma como os roteiristas das séries construíram a violência, mediante a descrição de suas condições de emissões; e b) realizar uma aproximação das estratégias estéticas mediante uma leitura detalhada do roteiro e sua visibilidade em imagem, voltada para refletir sobre a temática, forma do relato e construção dramática das ficções analisadas.

 

Stella Martini. Los medios, actores o geradores de la comunicación política? Reflexiones desde la noticia policial en la prensa gráfica argentina.

A profª Stella Martini (Universidade de Buenos Aires) relatou os resultados de sua investigação sobre “Os meios, atores ou gerenciadores da comunicação política: reflexões sobre a notícia  policial na imprensa gráfica argentina”, afirmando que ‘o delito aumentou de modo exponencial entre 1991 e 2002, na Argentina, e é um dos temas centrais da agenda dos meios de comunicação em consonância com sua relevância em vários setores da sociedade. A notícia jornalística produzida pelos grandes meios, resulta como uma caixa de ressonância da referida situação: o crime, que chegou nos meios de referência construído com retóricas similares a dos grandes meios populares, é moeda de troca para governança e o protagonismo social, em especial durante as campanhas eleitorais, tais como os casos de 1999 da atualidade. Pode se assumir que no circuito da comunicação política, os meios massivos da Argentina, assumiram vários papéis: não só atores na triade junto com o sistema político e da opinião pública, mas especialmente como gerenciadores de políticas públicas

 

Sandra Valdettaro. Mediatización y multitudes: reflexiones acerca de los vínculos entre Sócio-Semiótica y Filosofia Política en la actualidad.

No âmbito do seminário que debate a temática das discursividades, a professora Sandra Valdetaro (Universidade Nacional de Rosário) abordou, a partir de uma reflexão teórica, a temática da ‘Midiatização e das multidões’. Explorou possíveis relações entre a sócio-semiótica e a filosofia política atual, tomando como base os conceitos de ideologia,  discurso, multidão, “conatus” e sistema técnico indicial. Seu propósito  foi de submeter à discussão um série de conjecturas visando elucidar os mecanismos gerais de formação do laço e as crenças sociais atuais no marco geral da globalização, da indústria cultural e da midiatização, de caráter proeminentemente indicial. A partir destes aspectos, abordou  algumas investigações empíricas sobre fenômenos políticos e sociais atuais e que se situam  nesta crescente complexidade, por ela apontada.

 

Pedro Gilberto Gomes. O processo de midiatização da sociedade e sua incidência em determinadas práticas sócio-simbólicas na contemporaneidade.

As articulações entre midiatização e questões das ambiências e territórios (campos sociais) foram examinadas pelo prof. Pedro Gilberto Gomes (UNISINOS). Refletindo sobre as relações entre os campos midiático e religioso, Gilberto Gomes comentou as motivações que lhe levaram a preocupar-se com este tema, como a consciência de que as Igrejas estavam entrando no campo das mídias sem uma reflexão mais apurada sobre as conseqüências desta opção. No seu entendimento, a mídia está colocando para as Igrejas um enigma que precisa ser decifrado, sob pena de serem engolidas por ele. De suas atuais investigações resultam problemas complexos, ao constatar que a comunicação como problemática para o campo religioso estava a descoberto. Isto é, como o campo religioso lidava (e lida) com a questão da comunicação enquanto uma dimensão para o funcionamento de sua prática.

 

Armando Silva. Ciudad imaginada como modelo encarnado: arte, médios y tecnologias.

Na trajetória de suas preocupações sobre estudos de midiatização da comunicação relacionados com os imaginários urbanos, o Prof. Armando Silva (Universidad Nacional de Colombia) lembrou que se tentamos saber donde e como se produz hoje a forma da cidade, muito possivelmente teriamos que admitir  que já não é só a arquitetura e nem as edificações ou ruas, os elementos que marcam esta circunstância. Pelo contrário, cada dia aparecem muitos objetos etéreos como avisos, ou bits do ciberespaço que impregnam as representações cidadãs. A cidade física deve compartir seu território espacial com esta outra cidade da comunicação e do tempo que marca suas configurações e limites uma vez que se amplia o fenômeno aos subúrbios e na própria metropolização. Estes  fenômenos de invisibilidade urbana aludem à cidade imaginada, mas com uma qualificação espacial. Denomina-se, assim como o urbanismo, o cidadão que não se define em um lugar, nem na cidade, nem nos subúrbios, mas que apresentam diferentes habitantes em suas próprias  representações, e na medida de sua própria urbanização. Por isso a cidade imaginada  corresponde,  em sentido específico, a um renovado urbanismo: o cidadão contemporâneo à distância.

 

Lila Luchessi. Nuevas narraciones para una nueva mediatización.

Tratando da problemática das ‘novas narrações para uma nova midiatização’, a profª Lila Luchessi (Universidade de Buenos Aires) comentou que os estudos sobre as narrações midiáticas do delito requerem métodos de investigação complexos entre agendas da sociedade, dos meios e da política, e repercutem sobre os modos de viver cotidianamente dos cidadãos. A percepção do estado de segurança/insegurança modifica o modo de ver e o mundo e as práticas sociais que os atores realizam. O objetivo do seu trabalho visa indagar sobre as correlações que se produzem desta interação em Buenos Aires/Argentina. Para isso, leva em conta a opinião pública, as produções midiáticas e os dados oficiais da comissão efetiva de delitos em um cenário no qual as mediações se reformulam para constituir  um modelo  atravessado pela midiatização.

 

José Luiz Braga. Processos de aprendizagem para uma sociedade de interação mediatizada.

A exposição do prof. José Luiz Braga (UNISINOS) tem como ponto de partida uma concepção de midiatização como processo interacional de referência, em instauração na sociedade contemporânea. Percebendo os desafios postos por essa situação, procura refletir sobre a aprendizagem requerida para que o cidadão tenha, neste âmbito, uma socialização relevante. O principal eixo da reflexão é o propósito de observar espaços de sociedade e de processualidade educacional nos quais respostas e encaminhamntos para essa formação sejam desenvolvidos. Propõe a necessidade de articular experiências e reflexões nos âmbitos dos dispositivos sociais de crítica midiática; experiências educacionais em forte vinculação com contextos imediatos; reflexão educacional teorizante e/ou transversal aos contextos; e uma percepção de campo comunicacional, das características e desafios estabelecidos pela midiatização em seu desenvolvimento como processo interacional de referência.

 

Neyla Graciela Pardo. Mediatización, multimodalidad y significado.

Ao examinar as relações entre ‘midiatização, multimodalidade e significado’, a profª Neyla Pardo (Universidad Nacional de Colômbia) buscou aprofundar sobre os efeitos  que, em relação com os significados, são gerados na produção e compreensão da multimodalidade discursiva, cujos recursos e sistemas sígnicos amalgamados potencializam a cognição social através dos meios massivos de comunicação. A pesquisadora explora as relações entre midiatização e multimodalidade, assim  como entre esta última e a construção de significado. Reconhece que experiência é multimodal e que a experiência midiatizada possibilita a segmentação de formas de percepção e códigos que redundam  rotinas e sentidos. Analisou as significações e representações elaboradas nos discursos sobre a pobreza que são propostos por diferentes meios de comunicação (imprensa,  rádio, internet, tv, etc ). Tais representações são identificadas e associadas a potencialidades e limitações dos usos dos recursos  semióticos e dos códigos múltiplos, assim como seu  papel na consolidação dos significados.

 

Jairo Ferreira. Relações, intersecções e fluxos entre dispositivos, processos sociais e comunicação (um novo esboço sobre a midiatização).

No âmbito do quarto grupo ‘Cultura, dispositivos e tecnologias’, Jairo Ferreira (UNISINOS)  avança em sua comunicação sobre construções teóricas a respeito de um novo esboço pelo qual pensa a midiatização. Registra que no encontro anterior da Rede suas considerações sobre o tema tinham como foco o conceito de dispositivos midiáticos. O esforço de reflexão posterior desenvolvida sobre este conceito, expostos em vários fóruns nacionais e internacionais, agregou dois novos focos ao estudo. Sem abandonar o conceito de dispositivo midiático, e fazendo-o articulado com as problemáticas emergentes da midiatização, passa a situá-lo em relações e intersecções com os ‘processos sociais’ e os ‘processos de comunicação’.

 

Eduardo Vizer. Mediatización y (trans)subjetividad en la cultura tecnológica. La doble faz de la sociedad mediatizada.

A exposição do prof. Eduardo Vizer (Universidade de Buenos Aires) formula proposições teóricas com o fim de aportar argumentos e hipóteses para o desenvolvimento de questões e problemáticas sócio-comunicacionais. Trabalha sobre as relações entre os processos de midiatização – objetiva e subjetiva da sociedade – e a ‘cultura tecnológica’. Apresenta indicações pelas quais se articulam as relações entre os conceitos de informação e de comunicação, a estrutura e o processo social. Propõe-se a examinar o fenômeno da midiatização segundo três dimensões sócio-comunicacionais, que fundamentam e objetivam uma interrelação trans-subjetiva entre os processos subjetivos e a construção de processos de midiatização social, através de dispositivos tecnológicos e simbólicos, associados e interrelacionados na forma de códigos eminentemente indiciais e processos abdutivos apresentados por Peirce.

 

Antônio Fausto Neto. Mudanças da medusa? A enunciação midiatizada e sua incompletude.

As características do funcionamento de estratégias enunciativas, de práticas propriamente midiáticas – no contexto da midiatização e relacionadas com  aspectos teóricos-empíricos – foram refletidas pelo prof. Antônio Fausto Neto (UNISINOS). Examinou as  transformações do trabalho enunciativo jornalístico a partir do impacto  provocado pelas mutações de ordem sócio-técnica-discursiva no processo da noticiabilidade. Comentou aspectos das mudanças das marcas  de uma ‘enunciação representacional’ para a ‘enunciação de auto-representação’ midiática, mostrando, a partir de tipologias de fragmentos jornalísticos, a permanência das incompletudes de sentidos, no âmbito destas práticas discursivas.

 

 

5. Visitas e Eventos Científicos

 

Visitas técnicas, nos mais variados formatos, foram realizadas por membros da Rede junto a ambientes universitários e de pesquisas, para debates, trocas de informações, definição de protocolos de cooperação, além de seminários temáticos envolvendo o tema central da pesquisa.

 

5.1 Específicos da Rede

 

  1. Visita da equipe brasileira, integrada pelos professores Antônio Fausto Neto, José Luiz Braga e Jairo Ferreira, durante a reunião de Bogotá às Universidades de Bucaramanga, Externado e Distrital (Colômbia/2006) onde foram realizados seminários sobre o tema da pesquisa desenvolvida pela Rede com professores e estudantes de pós-graduação em Comunicação e Ciências Sociais destas Universidades.
  2. Visita científica da profª Sandra Massoni (Universidade de Rosário) ao Programa de Pós-Graduação da Universidade do Vale dos Sinos – UNISINOS (abril de 2006) onde ministrou seminário sobre ‘Bienandanzas de la comunicación de la mano de la estratégia: la comunicación como espacio de encuentro de la heterogeneidad sociocultural’.
  3. Seminário da profª Neyla Pardo (IECO – Universidade Nacional de Colômbia) ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação – UNISINOS, onde ministrou seminário sobre ‘Análise de discurso da representação da pobreza na imprensa colombiana’ e ao Programa de Pós-Graduação em Lingüística Aplicada da Universidade do Vale dos Sinos – UNISINOS (ambos em abril de 2006), onde ministrou seminário sobre ‘A contribuição de T. Van Dijk para a análise de discurso’.

 

 

5.2 Trabalhos Científicos Relacionados à Rede

 

  1. Projeto de pesquisa – UBA-UNISINOS – PPGCC – EDITAL CNPQ – COCHS – 3/2003. Descrição: Título do Projeto da Universidade de Buenos Aires: Teoría y práctica de la investigación y la intervención en comunidades y organizaciones sociales. Implementación de un método y dispositivos innovadores en comunicación comunitaria (em avaliação pela UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES, Secretaría de Ciencia y Técnica, PROYECTOS DE INVESTIGACION BIENALES RENOVABLES, Programación Científica) Coordenador: professor Eduardo Vizer. Título do Projeto na Unisinos: A emergência do campo de significação das ONG’s na Web: discurso e contexto de produção em dispositivos digitais. Financiamento: Unisinos. Apoio: Fapergs. Coordenador: professor Jairo Ferreira. Projeto em andamento aprovado pela UNISINOS. Articulações: a cooperação ocorrerá através de vários planos: a) acesso a banco de dados através de site compartilhado na Internet; b) construções metodológicas e conceituais compartilhadas; c) produção bibliográfica (artigos e livros); d) articulações orgânicas entre investigação na esfera da cultura (Vizer, Argentina) e na esfera dos processos midiáticos (Ferreira, Brasil); e) temáticas principais do trabalho compartilhado: aids, gênero, movimentos de resistência e cidadania; f) outras temáticas possíveis de compartilhamento: ecologia, crianças e adolescentes. Apoio: Fapergs (APV), CNPq.
  2. FERREIRA, Jairo; VIZER, Eduardo. Sub-Projeto: Contribuições Teóricas e Metodológicas à Linha de Pesquisa Mídias e Processos Sócio-Culturais (Plano de Atividades do Prof. Eduardo Vizer em Visita de Trabalho ao PPG-Com UNISINOS), 2005. Fapergs.
  3. Visita científica (Seminários, Cooperação Científica) do prof. Eduardo Vizer à Universidade Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS (2005).
  4. Visita científica (Cursos, Palestras, Cooperação Científica – Cátedra de Comunicação Comunitária e Instituto Gino Germani) do prof. Jairo Ferreira à Universidade de Buenos Aires (2005).
  5. Mesa redonda com os profs. Antonio Fausto Neto, Jairo Ferreira e José Luiz Braga (UNISINOS) no IECO – Universidade Nacional de Colômbia (2006) para ministrar seminário sobre ‘Midiatização, processos e práticas sociais’.
  6. Curso ministrado pelo prof. Antônio Fausto Neto na Universidad San Andrés (Buenos Aires/Argentina), no curso de Maestria em Jornalismo, sobre a midiatização dos processos discursivos jornalísticos (2006).
  7. Seminário público para a comunidade de Rosário (2006) sobre ‘Midiatização de processos sociais e de sentidos’, envolvendo membros da Rede e especialistas.
  8. Seminário ministrado pelo prof. Armando Silva, da Universidad Nacional de Colômbia, sobre ‘Imaginários Urbanos – Comunicação e cidades’, no Programa de Pós-Graduação em Comunicação – UFGRS, em Porto Alegre/RS (2007).
  9. Participação do prof. Antônio Fausto Neto no encontro anual da Associação de Semiótica Argentina, II Congresso Internacional Asociación Argentina de Semiótica – AAS, em Buenos Aires/Argentina (2007), Painel: Mídias e temporalidades.
  10. Participação do prof. Antônio Fausto Neto no Encontro Anual da Associação de Semiótica Argentina em Buenos Aires/Argentina (2006) para apresentar a comunicação ‘A midiatização do dinheiro apreendido – Das fotos furtadas à fita leitora’.

 

6. Eventos de Interação com Público Externo

 

A estrutura do encontro de São Leopoldo/RS (2007) sofreu sensível modificação face às demais reuniões. Esta se organizou através de duas sub-estruturas. De um lado, abrigou a participação específica dos membros da Rede com seus trabalhos, conforme agenda que obedeceu a mesma logística com a qual foram realizados os encontros anteriores. De outro lado, através de outra sub-estrutura, possibilitou que mestrandos e doutorandos, além de professores e pesquisadores, que estivessem trabalhando com o tema da midiatização ou  correlatos apresentassem seus trabalhos. Nestas condições, foram apresentados 38 trabalhos de 46 pesquisadores, muitos deles pertencentes aos quadros docentes de universidades brasileiras e dos programas de pós-graduação da área de comunicação, conforme as informações abaixo (ver ANEXO IV).

A inserção de comunicação de pesquisadores e doutorandos que não se encontram diretamente vinculados à Rede, possibilitou a efetividade de uma das diretrizes metodológicas sobre as quais se desenvolveriam os trabalhos. Estas previam que atividades de interfaces gerassem a interação entre os membros da Rede com ambientes e atores externos. Especialmente, aqueles diretamente relacionados com as realidades nas quais estariam se desenvolvendo atividades de pesquisa e processos de capacitação de recursos humanos articulados com as problemáticas tratadas na Rede. Além disso, a participação ampla no Seminário, ao pôr em contato os pesquisadores dos demais países latino-americanos com a produção local e nacional, ensejou, de um lado, uma ampliação da disseminação das perspectivas da Rede; de outro, a apreensão, por seus participantes, da diversidade de temas e abordagens que a questão geral em pauta comporta e como essa diversidade está sendo abordada no país.

Visando-se a preservação da memória sobre esta ‘produção emergente’, os textos destas comunicações foram organizados na forma de anais, gravados em CD e distribuídos durante a reunião de São Leopoldo. Tais materiais seguem junto com o relatório físico, via postal, ao CNPq.

 

Durante o encontro de Rosário, em 2006, também foi realizada a inyeração com o público externo, através da Mesa-Redonda “Comunicación estratégica: repensar las relaciones de los medios y la sociedad” aberta ao público externo, numa promoção da Universidade Nacional de Rosário, Fundação Diário La Capital e Rede Prosul/CNPq.

O evento contou com a participação de todos os participantes da Rede através de 3 painéis: ‘Comunicação política e meios de comunicação’, ‘Comunicação educativa e meios de comunicação’ e ‘Comunicação urbana e meios de comunicação’. Participaram do evento investigadores e professores de Universidades Argentinas além de jornalistas e estudiosos da mídia.[10]

 

7. Produção Científica dos integrantes da Rede

 

Neste item está inserida a produção científica dos pesquisadores e cujos temas convergem para questões discutidas pela Rede.

 

7.1 Artigos

 

2005

  1. BRAGA, José Luiz. Para começar um projeto de pesquisa. Comunicação & Educação. São Paulo, v. X, n. -, p. 288-296, 2005.
  2. FAUSTO NETO, Antônio. Comunicação e linguagens: desencadeamentos, estruturações e dissoluções. In: Revista do Centro de Ciências Sociais e Humanas da UFSM. Santa Maria: UFSM, 2005. p.09-19
  3. FAUSTO NETO, Antônio. O retorno silencioso do cólera (resenha). In: Revista Interface – Comunicação, Saúde e Educação. São Paulo: CNPq/UNESP/FAMESP/Fundação UNI, 2005. p. 409-413
  4. FAUSTO NETO, Antônio. Enunciando realidades ou os modos de fabricação da realidade midiática? (A propósito de Laden, a Santa e o doente). In: Comunicação, Mídia e Consumo. São Paulo: ESPM, 2005. p.29-48
  5. FAUSTO NETO, Antônio. Dos sintomas aos programas de estudo. In: Intercom – Revista Brasileira de Comunicação. São Paulo: Intercom, 2005. p.11-26
  6. FAUSTO NETO, Antônio. O jornalismo e os limites da representação. In: Discursos – Coleção de estudos da linguagem como prática social. Rio de Janeiro: NUPEC, 2005. p.11-30
  7. FAUSTO NETO, Antônio. Desencadeamentos, estruturações e dissoluções. In: Pensamento Comunicacional Brasileiro. São Paulo: Intercom, 2005. p.61-76
  8. FAUSTO NETO, Antônio. Dos sintomas aos programas de estudo. In: Revista Brasileira de Ciências da Comunicação. São Paulo: CNPq/Intercom, 2005.
  9. FAUSTO NETO, Antônio. Aids: espetáculo na mídia. In: Revista 3×4 (magazine). Porto Alegre: UFRGS, 2005.
  10. FAUSTO NETO, Antônio. O jornalismo e os limites da representação. In: Caleidoscópio – Revista de Comunicação e Cultura. Portugal: Edições Universitárias Lusófonas, 2005.
  11. FAUSTO NETO, Antônio; GOMES, Pedro Gilberto. Descíframe …! Campo religioso versus espacios mediáticos. In: Comunicación y Sociedad, N 4, nueva época, julio-diciembre 2005, pp. 147-174, ISSN 0188-252X
  12. FERREIRA, Jairo. Condições de existência das ONGs e disposições discursivas em sites na Web: questões teóricas e metodológicas sobre a distinção. Ícone (Recife). v.1, p.96 – 108, 2005.
  13. FERREIRA, Jairo. Le champ social et discoursif des ONGs dans le internet. Redes.com (Sevilla). v.1, p.1 – 15, 2005.
  14. FERREIRA, Jairo ; DAYAN, Silvia Parrat . Les niveaux du processus de signification (autour des interactions discoursives). Org & Co (SFSIC), SFSIC – PARIS, v. 11, n. Maio, p. 2-11, 2005.
  15. FERREIRA, Jairo. Mídia, jornalismo e sociedade: a herança normalizada de Bourdieu. Estudos em Jornalismo e Mídia (UFSC). v.2, p.35 – 44, 2005.
  16. FERREIRA, Jairo. Poder simbólico no campo das mídias: perspectiva de estudo sobre a circulação do discurso das ONGs em dispositivos digitais na Web. Eptic On-Line (UFS). v.VII, p.1 – 15, 2005.
  17. GOMES, P. G.. Teologia e Comunicação: reflexões sobre o tema. Teologia Pública, São Leopoldo, v. 12, p. 5-33, 2005.
  18. GOMES, P. G.; FAUSTO NETO, Antonio. Descíframe, o.! Campo religioso versus espacios mediáticos. In: Comunicación y Sociedad. Guadalajara, 2005. v. 4, p. 147-173
  19. LUCHESSI, Lila. Disparen sobre la televisión. In: Revista Lote. N96. Santa Fé: Venado Tuerto, Julio/2005. ISSN 1515-1387
  20. MARTINI, Stella. “Violencia criminal y reclamos en la Argentina: territorios y márgenes de la comunicación política”. Artículo a partir de Ponencia VII Reunión ALAIC. In: Cuadernos de Teoría del Periodismo. N56. Martini, S. (Orgs.). Buenos Aires: UBA/ CECSO, 2005.
  21. MASSONI, Sandra. “Estrategias como mapas para navegar un mundo fluido” en Revista Académica-estrategias, Año I Nº2, FISEC, Ar  URL de la Revista: www.fisec-estrategias.com.ar 6eptiembre de 2005. (Con referato) ISSN 1669- 4015
  22. MASSONI, Sandra. “Historicidad de la comunicación rural argentina en la etapa de agriculturización”, en Revista de Investigaciones de la Facultad de Ciencias Agrarias, Universidad Nacional de Rosario, Año 5 Número 7, Rosario, Argentina, UNR Editora, Julio de 2005. (Con referato) ISSN 1515-9116.
  23. PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Representación de los actores armados del conflicto en la Prensa Colombina. In: Forma y función N18. Bogotá: Universidad Nacional de Colômbia, 2005. p. 167- 196.
  24. REBOLLLO ITURRALDE, Eduardo. Información y conocimiento en la Sociedad de la Información. In: “Sociedade do Conhecimento”, publicado por UNESCO, Universidad Metodista de San Pablo, San Pablo, 2005
  25. VALDETTARO, Sandra C. Prensa y temporalidad. In: La Trama de la Comunicación, Anuario del Departamento de Ciencias de la Comunicación. V10. Facultad de Ciencia Política y RRII. Rosario: UNR Editora, 2005. p. 97-104 ISSN 1668-5628
  26. VIZER, Eduardo. El desafío de la cultura tecnológica y la educación globalizada: homogeneización o diversidad. In: Monografías Virtuales. N5. Organizacion Estados Iberoamericanos, 2005. ISSN 1728-0001
  27. VIZER, Eduardo. ¿SOCIEDAD DE LA IN-FORMACIÓN o de la COMUNICACIÓN? Entre el condicionamiento y la libertad. QUÓRUM ACADÉMICO. V2, N2. Venezuela: Universidad de Zulía, 2005.

 

2006

  1. BRAGA, José Luiz. “Mediatização como processo interacional de referência”. Publicado em Médola, Publicado em Médola, Ana Sílvia, Denize Correa Araújo e Fernanda Bruno (orgs.). Imagem, Visibilidade e Cultura Midiática – Livro da XV Compós. Porto Alegre, Sulina, 2007.
  2. FAUSTO NETO, Antônio. Captura pública de cena privada: Chico, Celina e o paparazzo. In: Os mundos da mídia. Reflexões metodológicas sobre a produção midiática. Org. Antônio Fausto Neto. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2006.
  3. FAUSTO NETO, Antônio. Enunciação jornalística entre dispositivos e disposições. In: Livro da XIV Compós – 2005: Narrativas midiáticas contemporâneas. Orgs. André Lemos; Christa Berger; Marialva Machado. Porto Alegre: Sulina, 2006.
  4. FAUSTO NETO, Antônio. Mutações nos discursos jornalísticos: Da ‘construção da realidade’ à ‘realidade da construção’. In: Edição em jornalismo: ensino, teoria e prática. Orgs. Ângela Felippi; Demétrio de Azeredo Soster; Fabiana Piccinin. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2006.
  5. FAUSTO NETO, Antônio. Será que ele é? Onde estamos? Reflexões sobre a mediatização de um discurso proibido. Ícone (Recife). , v.1, p.41 – 60, 2006.
  6. FAUSTO NETO, Antônio. Um programa em tempos de midiatização. In: Animus (Santa Maria). , v.5, p.8 – 14, 2006.
  7. FAUSTO NETO, Antônio. Observações sobre a midiatização da campanha eleitoral de 2006. In: Galáxia. v.1, p.13 – 27. São Paulo: PUCSP, 2006.
  8. FAUSTO NETO, Antônio. Dispositivos de tele-cura e contratos da salvação. In: Revista da ESPM – Comunicação, Mídia e Consumo. São Paulo: ESPM, 2006.
  9. FERREIRA, Jairo. Dispositions discursives des ONGs das des sites de la Web: quels marches definissent lês propensions?. Argumentum. Revue de Logique discursive, Théorie de l’argumentation et Rhétorique. , v.5, p.129 – 144, 2006.
  10. FERREIRA, Jairo. Uma abordagem triádica dos Dispositivos Midiáticos. Líbero (FACASPER). , v.1, p.1 – 15, 2006.
  11. FERREIRA, Jairo. Médiatisation dans une perspective triadique. Les enjeux de l’information et de la communication. http://www.u-grenoble3.fr/les_enjeux. Directeur de la publication : Bernard Miège. Em fase de pós-avaliação. 2006.
  12. FERREIRA, Jairo. Apontamentos sobre a Midiatização. In: Ecos Revista. Pelotas: PUC-PELOTAS. 2006.
  13. LUCHESSI, Lila. Inermes con mentes deformes. In: Revista La Crujía. Año 1. N3. Buenos Aires: La Crujía, Octubre/2006.
  14. LUCHESSI, Lila. De conocimientos, saberes y rutinas de trabajo. In: Revista La Crujìa. Año 1. N1. Buenos Aires: La Crujía, Agosto/2006.
  15. LUCHESSI, Lila. ¿Y a mi qué?. In: Faro de sombras y luces. Año 1. N1. Rosário: Facultad Libre de Rosário, Agosto/2006.
  16. LUCHESSI, Lila. Menos es más, o todo lo contrario. In: Unirevista. Vol. 1 N3. São Leopoldo: Unisinos, Julho/2006. ISSN 1809-4651
  17. LUCHESSI, Lila. From the oar to the surfboard. Citizen use of the journalistic media. In: Brazilian Journalism research. Journalism theory, research and criticism. V2. Brasília: SBPjor, 2006.
  18. MARTINI, Stella. La cultura de la monstruosidad, un relato sobre la desarticulación de la Nación en 2001. In: Cuadernos Argentina reciente. N3. Buenos Aires, 2006.
  19. MARTINI, Stella. La noticia sobre el delito, un discurso crítico sobre la publicidad y la privacidad. Trabajo sobre Exposición en VI Congreso Asociación Argentina de Semiótica: Discursos Críticos. In: Cuadernos de Teoría del Periodismo 61/ [Cátedra Teorías sobre el Periodismo]. Martini, S. (Org.) Buenos Aires: UBA/ CECSO, 2006.
  20. MARTINI, Stella. La noticia periodística: metodología de la investigación. In: Cuadernos de Teoría del Periodismo. N57. Ford, A.;  Martini, S. (Orgs.).Buenos Aires: UBA/ CECSO, 2006.
  21. MASSONI, Sandra. “La comunicación en los planes estratégicos urbanos: el imperialismo de lo simbólico y la mirada euclidiana sobre el mundo.” en Revista Académica Estrategias, Año II Nº3, FISEC, Ar  URL de la Revista: www.fisec-estrategias.com.ar  1 de  Junio de 2006. (Con referato) ISSN 1669- 4015
  22. MASSONI, Sandra. “Repensar a las estrategias en clave relacional”, en Revista Strategia 3 Publicada por Asociación española de estrategia y planificación. AESPLAN, Madrid, España,  Febrero de 2006. Páginas 94 a 96. ISSN:1699-8049.
  23. PARDO ABRIL. Neyla Graciela.    Metodología de los estudios del discurso.  In: Revista Avances en Medicion. V4, N1. Bogotá: Laboratorio de Psicometría, Universidad Nacional, 2006. p. 23-46 ISBN 1692-0023
  24. VALDETTARO, Sandra C. Televisión, actualidad, historia y memória. In: Otro Sur. N3. Rosario: Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario, 2006. ISSN 1668-3536
  25. VIZER, Eduardo. Nuevos Medios De Comunicación, Nuevas Militancias. In: CHASQUI. N96. 2006.

 

2007

  1. BRAGA, José Luiz. Ensino e pesquisa em Comunicação: da teoria versus prática à composição contexto & profissão. Comunicação & Educação, V2, 2007. p. 21-27
  2. FAUSTO NETO, Antônio. Contratos de leitura: entre regulações e deslocamentos. In: Diálogos Possíveis – Revista da Faculdade Social da Bahia. Ano 6, n.2 (jul/dez) Salvador: FSBA, 2007 ISSN 1677-7603
  3. FAUSTO NETO, Antônio. Enunciação, auto-referencialidade e incompletude. In: Famecos. N. 34. Porto Alegre: PUC/RS, dez/2007. ISSN: 1415-0549
  4. FAUSTO NETO, Antônio. A midiatização jornalística do dinheiro apreendido: Das fotos furtadas à fita leitora. In: Dossier de Estudios Semióticos – La Trama de la Comunicación, Anuario del Departamento de Ciencias de la Comunicación. Volume 12. Rosário: UNR Editora, 2007. ISSN 1668-5628
  5. FAUSTO NETO, Antonio. A midiatização jornalística do dinheiro apreendido: das fotos furtadas à fita leitora. Comunicação. Veredas (UNIMAR). , v.1, p.27 – 35, 2007. Marília, São Paulo.
  6. FAUSTO NETO, Antonio; RIBEIRO, Ana Paula Goulart. Entrevista com Antônio Fausto Neto – A saúde midiatizada. Eco-Pós (UFRJ). , v.10, p.198 – 206, 2007. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
  7. FAUSTO NETO, Antonio. Um programa em tempos de midiatização. Animus (Santa Maria). , v.5, p.09 – 26, 2007. Santa Maria, Rio Grande do Sul.
  8. FERREIRA, Jairo . Midiatização: dispositivos, processos sociais e de comunicação. E-Compós (Brasília), V10, p. 1-15, 2007.
  9. LUCHESSI, Lila. Narraciones del delito: pánico y control social. In: Dialogos de la Comunicación. N75. Lima: FELAFACS, 2007.
  10. LUCHESSI, Lila. De la tribuna al escenario. ¿Nuevo periodismo y vieja política?. Revista Ciencias Sociales. Facultad de Ciencias Sociales. UBA. Buenos Aires, 2007.
  11. MARTINI, Stella.  “Notas para una epistemología  de la noticia. El caso del género policial en los medios nacionales”. In: Revista de la Biblioteca del Congreso de la Nación. Buenos Aires, 2007.
  12. MARTINI, Stella. “Un punteo para la discusión: la problemática de la cultura y los medios en el siglo XIX y el caso de civilización y barbarie”. In: Cuadernos de Lecturas 19 (Cátedra de Teoría y Práctica de la Comunicación II). Martini, S. (Org.) Buenos Aires: CECSO/UBA, 2007.
  13. PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Discurso, representación e impunidad. In: Revista Resonancias. Ano 3.  N 3. Chile: Escuela De Psicologia/Universidad del Mar, otoño/2007.  ISSN 0718-1647
  14. PARDO ABRIL, Neyla Graciela.   Parálisis Cognitiva. Sumatoria de determinantes culturales. In: Revista Enunciación. (coaut) N 12. Bogotá: Universidad Distrital Francisco José de Caldas, 2007. p. 7-19 ISSN 0122-6339
  15. PARDO ABRIL. Neyla Graciela.    Niveles de organización del significado en el Discurso. In: Revista Electrónica Discurso y Sociedad. V1, N1. Barcelona, 2007. p. 85-115 En: http://www.dissoc.org/
  16. VALDETTARO, Sandra C. Medios, actualidad y mediatización. In: Boletín de la Biblioteca del Congreso de la Nación. Medios y Comunicación. N123. Buenos Aires: Publicaciones Periódicas, 2007. p.51-65 ISSN 0004-1009.
  17. VALDETTARO, Sandra C. Los medios, el público y las pasiones. In: Diario La Capital. Rosario: 2007. p.40
  18. VALDETTARO, Sandra C. Algunas consideraciones acerca de las estrategias del contacto del papel en la in-mediación de las interfaces. In: CD Desde la semiótica, historia/s de los medios. I Encuentro de presentación de resultados de investigaciones semióticas sobre historia/s de los medios, Buenos Aires: 2007. ISBN 978-950-29-0998-1
  19. VALDETTARO, Sandra C. Notas sobre la “diferencia”, aproximaciones a la “interfaz”.  In: Sección Contribuciones Especiales del Dossier de Estudios Semióticos del Anuario del Departamento de Ciencias de la Comunicación, La Trama de la Comunicación. V12. Rosario: UNR Editora, 2007. p. 209-224 ISSN 1668-5628.
  20. VIZER, Eduardo. MOVIMIENTOS SOCIALES Y ACTIVISMOS MILITANTES. NUEVAS TECNOLOGÍAS PARA NUEVAS MILITANCIAS. In: Telos. N71. Madri, abril/junio 2007.
  21. VIZER, Eduardo.  “HACIA UNA ECOLOGÍA SOCIAL Y ESTRATÉGICA DE LA COMUNICACIÓN”. In: Razón y Palabra. México: El Portal de la com, 2007. www.infoamerica.org.
  22. VIZER, Eduardo. Modelización del conocimiento social: la comunicación como estrategia de apropiación expresiva de los mundos sociales.- Proposiciones para un Programa de Investigación sociocomunicacional. In: Famecos. N32. abril/maio, 2007.
  23. VIZER, Eduardo. Comunicación: apropiación expresiva de los mundos sociales ?: Proposiciones para un Programa de Investigación sociocomunicacional. In: ALAIC N5, agosto 2007.
  24. VIZER, Eduardo. Coloquio Brasil-Argentina. Qué “Cultura institucional y disciplinaria” estamos construyendo en las “Ciencias de la Comunicación?”. Santos, 2007.

 

2008

  1. REBOLLLO ITURRALDE, Eduardo. Comunicación y desarrollo local: el rol de los gobiernos y actores locales en la gestión de la imagen de un territorio. In: Revista Prisma. N22. Órgano de la Universidad Católica del Uruguay, abril de 2008.
  2. VIZER, Eduardo. QUÉ ‘CULTURA DE LA COMUNICACIÓN’ ESTAMOS CONSTRUYENDO?. Presentado a Telos
  3. VIZER, Eduardo. Aportes a una teoría social de la comunicación. In: Zigurat. Buenos Aires: Public. De la Carrera de C. de la Comunicación de la FCS. UBA. (En prensa)

 

 

7.2 Anais de Eventos

  1. BRAGA, José Luiz. “Processos Mediáticos – o Terceiro sistema”, in: XIV Encontro Nacional da Compós, 2005, Niterói. Anais do XIV Encontro Anual da Compós, 2005. v. 1. p. 1-18.
  2. BRAGA, José Luiz. “Quando a mídia é notícia”, in: XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2005, Rio de Janeiro. Anais da Intercom, 2005. v. 1. p. 1-15.
  3. BRAGA, José Luiz. “Sobre mediatização como processo interacional de referência”. Anais do XV Encontro Anual da Compós – Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, realizado em Bauru, 2006. v. 1. p. 1-16. (obs. – o texto foi selecionado para publicação, em 2007, no livro anual da Compós)
  4. BRAGA, José Luiz. “Roda Viva – uma encenação da esfera pública”. Anais do XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Intercom, realizado em Brasília, 2006. p. 1-15.
  5. FAUSTO NETO, Antônio. ‘Dispositivos de tele-cura e contratos da salvação. “Você que disse que Deus fazia isso só antigamente, Deus continua fazendo hoje pela televisão”’ (Missa de Cura e de Libertação, TV Canção Nova, 16.01.05). Alaic – VIII Congresso Latino-Americano de Pesquisadores da Comunicação, 2006.
  6. FAUSTO NETO, Antônio. Dispositivos da cura midiática. Comsaúde, 2006.
  7. FAUSTO NETO, Antônio. Dos sintomas aos programas de estudo. Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Intercom, realizado em Brasília, 2005.
  8. FAUSTO NETO, Antônio. A construção da realidade a realidade da construção. Anais do XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Intercom, realizado em Brasília, 2006.
  9. FAUSTO NETO, Antônio. Midiatização, prática social – prática de sentido. Compós, 2006.
  1. FAUSTO NETO, Antônio. Mídias e temporalidades – ‘A midiatização jornalística do dinheiro apreendido: Das fotos furtadas à fita leitora.’ VII Congresso Nacional y II Congresso Internacional Asociación Argentina de Semiótica, 2007. Rosário, 2007
  2. FERREIRA, Jairo. Da comunicação aos dispositivos midiáticos In: VIII Congresso Latino-Americano de Pesquisadores da Comunicação, 2006, São Leopoldo. In: VIII Congresso Latino-Americano de Pesquisadores da Comunicação. Unirevista, 2006.
  3. FERREIRA, Jairo. Dispositivos midiáticos In: Intercom – XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2006, Brasília.
  4. LUCHESSI, Lila. “Doctrinas cotidianas”. In: Memorias de la VI Bienal Iberoamericana de Comunicación. UNC. Córdoba, 2007.
  5. LUCHESSI, Lila. “Fin de fiesta. De ausencias, presencias y regulaciones: apuntes para un debate sobre el delito y el Estado en la Argentina del siglo XXI”. In: III  Congreso Panamericano de Comunicación. CCC. FCS. UBA. Buenos Aires. 2005. ISBN 350-29-0863-5.
  6. LUCHESSI, Lila. “Violencia y exclusión: factores consensuales y represivos en las editoriales del Diario La Nación”. In: III Jornadas Nacionales Espacio, Memoria e Identidad. Facultad de Humanidades y Artes. Facultad de Ciencias Políticas y RRII. UNR. 2005. ISBN 987-95463-9-3.
  7. MARTINI, Stella.  “Tendencias y transformaciones de la comunicación política: el caso de la agenda periodística sobre el crimen en Argentina”. Encuentro de la Red PROSUL, Universidad do vale dos Sinos (UNISINOS), São Leopoldo, Brasil (en prensa).
  8. MARTINI, Stella. “La responsabilidad social de los diarios populares”. Publicación de la conferencia del I Encuentro de Diarios populares y Mercadeo comunitario. Guayaquil, 2007. Ver http://www.institutodeprensa.com/
  9. MARTINI, Stella. “Delincuentes, crímenes y monstruosidades: la noticia sobre el delito en los medios masivos”, Actas de las III Jornadas de Reflexión. Monstruos y Monstruosidades. Buenos Aires: Instituto de Estudios de Género, Facultad de Filosofía y Letras – UBA, 2007.
  10. MARTINI, Stella. “Apuntes para la reformulación epistemológica del campo: una reflexión desde el caso de la agenda periodística sobre el crimen”. In: Actas VIII Congreso Latinoamericano de Investigación de la Comunicación (ALAIC), 2006 Ver www.eca.usp.br/alaic
  11. MARTINI, Stella. “Arenas y tácticas de la comunicación política: el caso de la producción y circulación de la información sobre el crimen en la Argentina”. In: Actas del XII Encuentro Latinoamericano de Facultades de Comunicación Social, Bogotá,  FELAFACS/ Universidad Javeriana, 2006.
  12. MARTINI, Stella. “La noticia sobre el delito, un discurso crítico sobre la publicidad y la privacidad”. In: Actas VI Congreso de la Asociación Argentina de Semiótica. Buenos Aires: AAS, 2005.
  13. VALDETTARO, Sandra C. Reflexiones En Torno A Las Modalidades Discursivas De La Prensa Escrita En El Contexto Actual Del Sistema De Medios, en Actas del VI Congreso de la Asociación Argentina de Semiótica “Discursos Críticos”, formato CD, organizado por la Asociación Argentina de Semiótica, la Universidad de Buenos Aires y el Instituto Universitario Nacional del Arte (IUNA), realizado en la ciudad de Buenos Aires, del 12 al 15 de abril de 2005. ISBN 97-23328-0-0
  14. VALDETTARO, Sandra C. Las Genealogías Del Contacto En La Prensa Gráfica Actual De Circulación Diaria, en CD Ponencias de las IX Jornadas Nacionales de Investigadores en Comunicación: “Las transformaciones de las subjetividades en la cultura contemporánea. Reflexiones e intervenciones desde la comunicación”, Villa María, Córdoba, Argentina, del 22 al 24 de septiembre de 2005, organizadas por la Red Nacional de Investigadores en Comunicación y la Universidad Nacional de Villa María. ISSN 1515-6362.
  15. VALDETTARO, Sandra C.  Comentarios Sobre Una Experiencia De Investigación, en weblog de las Jornadas de Intercambio Académico “Miradas discursivas sobre la prensa gráfica y electrónica”, organizadas por el Área Transdepartamental de Críticas de Arte, IUNA (Instituto Universitario de Arte), Bs As, y el Departamento de Ciencias de la Comunicación de la Facultad de Ciencia Política y RRII, Universidad Nacional de Rosario, realizadas en la sede del IUNA, Yatay 843, ciudad de Bs As, el 29 de abril de 2006.
  16. VALDETTARO, Sandra C. Celulares: Metálogos Y Espacios Mentales, en colaboración con Ricardo Diviani, publicado en CD Ponencias de las XI Jornadas de Investigadores en Comunicación “Tramas de la comunicación en América Latina Contemporánea. Tensiones sociales, políticas y económicas”, organizadas por la Red de Investigadores en Comunicación y la Universidad Nacional de Cuyo, realizadas en Mendoza, Argentina, del 4 al 6 de octubre de 2007. ISNN 1515-6362.

 

7.3 Livros

    1. BRAGA, José Luiz. A sociedade enfrenta sua mídia – dispositivos sociais de crítica midiática. 1. ed. São Paulo, Editora Paulus, 2006, 350 p. (Texto integral)
    2. FAUSTO NETO, Antônio (Org). Os mundos das mídias – Reflexões metodológicas sobre a produção midiática. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2006.
    3. FERREIRA, Jairo; Vizer, Eduardo (orgs). Mídia e Movimentos Sociais: Linguagens e Coletivos em Ação. Editora Paulus. 2007. . v. 1. 232 p.
    4. FERREIRA, Jairo (org). Cenários, teorias e epistemologias da comunicação. 1ed. Rio de Janeiro: E-papers, 2007. v. 1. 248 p.
    5. PAÉZ, Meyra; Lara, Gladys (orgs). “Lenguaje e Interpretacion  Sociocultural: Perspectivas y Avances. Universidad Distrital “Francisco José de Caldas”. Artigos de José Luiz BRAGA, Jairo FERREIRA e Antônio FAUSTO NETO. 2007.
    6. FERREIRA, Jairo; BRAGA, José Luiz; FAUSTO NETO, Antônio Midiatização e Processos Sociais na América Latina. São Paulo: Paulus, 2008. Constarão artigos dos profs. Jairo FERREIRA, José Luiz BRAGA, Antônio FAUSTO NETO, Neyla PARDO, Sandra MASSONI, Pedro GOMES, Paula Rodríguez MARINO, Stella MARTÍN, Armando SILVA, Eduardo REBOLLO, Eduardo Andrés VIZER, Clara Beatriz QUIÑONES, Lila LUCHESSI.  (NO PRELO)
    7. GOMES, P. G.; BRITOS, V. C.. Comunicação e governabilidade na América Latina. 1. ed. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2008. v. 1. 168p.
    8. GOMES, P. G.; CARVALHO, H.. A palavra dos Pioneiros. 1. ed. Porto Alegre: Padre Reus, 2007. v. 1. 168 p.
    9. GOMES, P. G. Filosofia e ética da comunicação na midiatização da sociedade. 1. ed. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2006. v. 1. 143 p.
    10. GOMES, P. G.. Tópicos de Teoria da Comunicação. Processos Midiáticos em Debate. 2a.. ed. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2004. v. 1. 191 p.
    11. LUCHESSI, Lila; Rodríguez, María Graciela. Fronteras Globales. Comunicación, cultura y política. Buenos Aires: La Crujía, 2007.
    12. LUCHESSI, Lila; Martín, Stella. Los que hacen la noticia. Periodismo, información y poder. Buenos Aires: Biblos, 2004.
    13. MARTINI, Stella (Org.). Producción del Proyecto S109 Programación Ubacyt 2004-2007. Buenos Aires: Mimeo, 2005.
    14. MARTINI, Stella; LUCHESSI, Lila. Los que hacen la noticia. Periodismo, información y poder. Buenos Aires: Biblos, 2004.
    15. MARTINI, Stella. Periodismo, noticia y noticiabilidad. Bogotá: Norma, 2004.
    16. MASSONI, Sandra Hebe. Saberes de la tierra mía. Historicidad de la comunicación rural en la región pampeana argentina. UNR Editora, Rosario, Argentina, septiembre 2005.  ISBN 950–673 -510 –7. (Primera edición: 300 ejemplares) 179pp
    17. MASSONI, Sandra Hebe. Residuos en mi ciudad. Proyecto de educación ambiental sobre residuos urbanos: guía para docentes. Editor: GTZ, Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit GmbH Cooperación Técnica Alemana, junio 2004. ISBN 987-21202-1-8. (Primera edición: 1000 ejemplares) 232pp
    18. PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Qué nos dicen…? Qué vemos…? Qué es…. Pobreza? Universidad Nacional de Colombia – Facultad de Ciencias Humanas – IECO. Bogotá (en prensa)
    19. PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Discurso, Prensa e Impunidad. Bogotá Universidad Nacional de Colombia – Facultad de Ciencias Humanas – IECO, 2007.
    20. PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Cómo Hacer Análisis del Discurso. Una perspectiva Latinoamericana. Santiago de Chile: Frasis, 2007.
    21. REBOLLLO ITURRALDE, Eduardo; Arocena, José; Marsiglia, Javier; Capandeguy, Diego. La Paloma: Una sociedad en busca de sí misma, UNESCO, Universidad Católica del Uruguay, Montevideo, 2006.
    22. REBOLLLO ITURRALDE, Eduardo. Integración académica regional. La acreditación en Comunicación Social. In: Comunicación, integración y participación ciudadana, libro de aavv, Universidad de Chile, Santiago de Chile, 2004.
    23. SILVA, Armando. Polvos de ciudad.1ed. Bogota: La Balsa Libros, 2005, 166pp
    24. VIZER, Eduardo. Traducción al portugués y em publicación en Brasil.“La Trama (In)Visible De La Vida Social: Comunicación, Sentido Y Realidad”. Porto Alegre: Sulina, 2007.
    25. VIZER, Eduardo. “Comunicación Y Tecnocultura En La Sociedad De La Información”. (Livro em avaliação para publicação).

 

    1. FAUSTO NETO, Antônio; PARDO, Neyla; MASSONI, Sandra (org.). Midiatización: interfaces de sentido entre los médios y la sociedad. Argentina. Constarão artigos dos profs. Jairo FERREIRA, José Luiz BRAGA, Antônio FAUSTO NETO, Neyla PARDO, Sandra MASSONI, Pedro GOMES, Paula Rodríguez MARINO, Stella MARTÍN, Armando SILVA, Eduardo REBOLLO, Eduardo Andrés VIZER, Clara Beatriz QUIÑONES, Lila LUCHESSI.  (OBSERVAÇÃO: Trata-se de versão em espanhol, devidamente editada para consulta aos pesquisadores da Rede, a ser depositada nas bibliotecas e centros de documentação das Universidades que participaram da Rede. A publicação dessa versão está sendo negociada com editoras latino-americanas.)

 

 

7.4 Capítulos de livros

  1. BRAGA, José Luiz. Midiatização como processo interacional de referência. In: Ana Sílvia Médola; Denize Correa Araújo; Fernanda Bruno. (Org.). Imagem, Visibilidade e Cultura Midiática. 1 ed. Porto Alegre: Sulina, 2007, v. 1, p. 141-167.
  2. BRAGA, José Luiz . Roda Viva: uma encenação da esfera midiátic. In: Elizabeth Duarte; Maria Lília de Castro. (Org.). Comunicação Audiovisual – Gêneros e Formatos. 1 ed. Porto Alegre: Sulina, 2007, v. 1, p. 97-116.
  3. BRAGA, José Luiz . Pequeno Roteiro em um campo não traçado. In: Jairo Ferreira. (Org.). Cenários, teorias e epistemologias da Comunicação. 1 ed. São Paulo: E-Papers, 2007, v. 1, p. 7-21.
  4. BRAGA, José Luiz . Mais que interativo, agonístico. In: André Lemos; Juremir Machado da Silva; Simone Pereira de Sá; Ângela Pryston. (Org.). Mídia.br. 1 ed. Porto Alegre: Editora Sulina, 2004, v. , p. 62-79.
  5. FAUSTO NETO, Antônio. Captura pública de cena privada: Chico, Celina e o paparazzo. In: Os mundos da mídia. Reflexões metodológicas sobre a produção midiática. Org. Antônio Fausto Neto. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2006.
  6. FAUSTO NETO, Antônio. Enunciação jornalística entre dispositivos e disposições. In: Livro da XIV Compós – 2005: Narrativas midiáticas contemporâneas. Orgs. André Lemos; Christa Berger; Marialva Machado. Porto Alegre: Sulina, 2006.
  7. FAUSTO NETO, Antônio. Mutações nos discursos jornalísticos: Da ‘construção da realidade’ à ‘realidade da construção’. In: Edição em jornalismo: ensino, teoria e prática. Orgs. Ângela Felippi; Demétrio de Azeredo Soster; Fabiana Piccinin. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2006.
  8. FAUSTO NETO, Antônio. Repetir? Inovar. Insistir de alguma forma In: Ensino e pesquisa em comunicação – Intercom. (orgs) Sonia Virgínia Moreira; João Pedro Dias RJ:UERJ, 2006.
  9. FAUSTO NETO, Antônio. Prefácio – Convite ao debate. In: César Ricardo Siqueira Bolaño; Valério Cruz Brittos (orgs.). A televisão brasileira na era digital – Exclusão, esfera pública e movimentos estruturais. São Paulo: Paulus, 2007. p.13-17 ISBN: 9788534926904
  10. FAUSTO NETO, Antônio. A membrana que perpassa… In: Teorias da Comunicação: Epistemologia, ensino, discurso e recepção. FERREIRA, Giovandro; MARTINO, Luiz Cláudio (orgs.). Salvador: EDUFBA, 2007. p.13-18 ISBN: 9788523204617
  11. FERREIRA, Jairo. Estratégias de midiatização das ONGs In: Fidalgo, Antônio. Estética e Tecnologias da Imagem 972-8790-36-8 ed.Covilhã: LABCOM – Universidade da Beira Interior, 2005. v.1, p. 341-352.
  12. FERREIRA, Jairo. Noticias sobre as ONGs: uma conjuntura aberta pelos dispositivos midiáticos na Web. In: Ferreira, Jairo; Vizer, Eduardo. (Org.). Mídias e movimentos sociais: Linguagens e coletivos em ação. São Paulo: Paulus, 2007, v. 1, p. 131-148.
  13. FERREIRA, Jairo. Questões e linhagens na construção do campo epistemológico da comunicação. In: Jairo Ferreira. (Org.). Cenários, Teorias e Epistemologias da Comunicação. Rio de Janeiro: E-papers, 2007, v. 1, p. 41-54.
  14. HERZOG, Ludger Teodoro ; GOMES, P. G. ; GIANOTTI, Suzana Salvador Cabral . Mudançaq Organizacional: a experiência da Unisinos. In: J. Patrick Murphy; Victor Meyer Jr.. (Org.). Liderança e Gestão na Educação Superior Católica nas Américas. 1 ed. Curitiba: Champagnat, 2007. p. 65-103.
  15. GOMES, P. G. . A comunicação cristã segundo Marques de Melo. In: José Marques de Melo. (Org.). Comunicação eclesial: utopia e realidade. São Paulo: SEPAC/Paulinas, 2005. 15-19.
  16. GOMES, P. G. . José Marques de Melo e a Comunicação Cristã. In: Cátedra Unesco de Comunicação para o Desenvolvimento Regiona. (Org.). Anuário UNESCO/UMESP. São Bernardo do Campo: UMESP, 2004, v. 7, p. 171-174.
  17. GOMES, P. G. . Comunicação eclesial católica – reflexões inconclusas. In: José Marques de Melo; Maria Cristina Gobbi. (Org.). Pensamento Comunicacional Latino-americano. Da pesquisa-denúncia ao pragmatismo utópico. São Bernardo do Campo: UMESP/Cátedra Unesco de Comunicação para o Desenvolvimento Regional, 2004. p. 211-220.
  18. GOMES, P. G. . Contribuições do Cristianismo para as idéias comunicacionais da América Latina. In: HOHLFELDT, Antonio; GOBBI, Maria Cristina. (Org.). Teoria da Comunicação. Antologia de Pesquisadores Brasileiros. 1a. ed. Porto Alegre: Sulina, 2004, v. 1, p. 237-256.
  19. LUCHESSI, Lila. ‘De los códigos escritos al diseño de la información’. In: Aproximaciones al periodismo. Bocos, Ricardo (Comp.) Colección Humanitas. Facultad de Filosofia y Letras. UNT. 2007.
  20. LUCHESSI, Lila. ‘Mentiras verdaderas’. In: Observatorio de medios de la Unión de Trabajadores de prensa de Buenos.Aires. Periodistas – Comunicadores Sociales. Entre el deseo y la realidad. Buenos Aires: UTPBA, 2007. p.187-188
  21. LUCHESSI, Lila. ‘Nuevas tecnologías para la producción de periodismo. Reformulaciones y tendencias del periodismo actual’. In: Boletín de la BCN – Biblioteca del Congreso de la Nación. N.123. Medios y comunicación. Buenos Aires, 2007. p.25-34. ISSN 0004-1009
  22. LUCHESSI, Lila. ‘Invisibles paradojas’. In: Sobresentidos. Estudios sobre comunicación, cultura y sociedad. Aguero, Rubén, Arrueta, César y Burgos, Ramón (Orgs.). San Salvador de Jujuy: Ediunju, 2007. p.39- 6. ISBN 978-950-721-294-9
  23. LUCHESSI, Lila. ‘Contextos globales, problemas locales. Nación, región e integración en el MERCOSUR’. In: Fronteras Globales. Comunicación, cultura y política. Buenos Aires: La Crujía, 2007.
  24. LUCHESSI, Lila; Gabriel Cetkovich, Bakmas. ‘Punto ciego’. In: Fronteras Globales. Comunicación, cultura y política. Buenos Aires: La Crujía, 2007.
  25. LUCHESSI, Lila; Díaz, Pablo Gordo. Medios, espacio público y control social. In: Violencia y delito en los discursos sociales. Martini, Stella y Pereyra, Marcelo (Orgs.). En prensa
  26. LUCHESSI, Lila; Waisbord, Silvio; Martini, Stella. ‘Periodistas. Tendencias y tensiones entre la práctica y el análisis de la prensa’. In: What it means to be a journalist. Burgh, Hugh (Org.) En prensa
  27. LUCHESSI, Lila; Díaz, Pablo Gordo. El delito de sedición: construcciones criminalizadas y negociadas con los actores divergentes. In: 1º Jornada Nacional de Ciencia Política: Análisis del escenario actual, expectativas y proyecciones. Una mirada multidisciplinaria. Tomo II. Vera, Lilian y Monteiro, Ramon (Orgs.) Río Cuarto: UNRC. FCH, 2004.
  28. LUCHESSI, Lila. Economías en crisis y procesos migratorios. In: Territorio, memoria y relato en la construcción de identidades colectivas, Tomo II. Dávilo, Beatriz et al. Rosario: UNR Editora, 2004. p. 322-326
  29. MARTINI, Stella. “Prólogo” de Salinas Cortez, Juan Carlos: Perfil del discurso radial boliviano en la Argentina. Identidad e Información. Buenos Aires: Vocero boliviano, 2005.
  30. MARTINI, Stella. “Desinformación, visibilidad y justicia: los discursos sobre el delito en la vida cotidiana”. In: Producción del Proyecto S109. Martini, Stella (Org.). Buenos Aires: Mimeo, 2005.
  31. MARTINI, Stella. “La noticia sobre el delito, un discurso crítico sobre la publicidad y la privacidad. El caso del diario La Nación”. In:  Producción del Proyecto S109. Martini, Stella (Org.). Buenos Aires: Mimeo, 2005.
  32. MARTINI, Stella. “Violencia criminal y reclamos en la Argentina: territorios y márgenes de la comunicación política”. In:  Producción del Proyecto S109. Martini, Stella (Org.). Buenos Aires: Mimeo, 2005.
  33. MARTINI, Stella. “Una formalización de los relatos de control”. In: Producción del Proyecto S109. Martini, Stella (Org.). Buenos Aires: Mimeo, 2005.
  34. MARTINI, Stella. “Efectos de los relatos del crimen: resumen del estado de los estudios sobre el tema”. In:  Producción del Proyecto S109. Martini, Stella (Org.). Buenos Aires: Mimeo, 2005.
  35. MARTINI, Stella. “Tendencias y transformaciones de la comunicación política: el caso de la agenda periodística sobre el crimen en Argentina”. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS. (En prensa)
  36. MARTINI, Stella. “La prensa gráfica argentina: reflexiones sobre la calidad periodística, la información ‘socialmente necesaria’  y la participación ciudadana en las agendas sobre el delito”. In: Foro de Periodismo Argentino Periodismo de calidad: debates y desafíos. Buenos Aires: FOPEA/ La Crujía, 2007.
  37. MARTINI, Stella. “Agenda de la sociedad y agenda de los medios. Cuando lo  transnacional atraviesa la vida cotidiana”. In: Fronteras globales. Cultura, política y medios de comunicación. Rodríguez, María; Luchessi, Lila (Orgs.). Buenos Aires: La Crujía, 2007.
  38. MARTINI, Stella. “Argentina. Informe prensa gráfica: delito y seguridad”. In: Medios y seguridad ciudadana. Rincón, Omar (Org.) Bogotá: Centro de Competencia en Comunicación para América Latina/ Fundación Friedrich Ebert (FES), 2007.
  39. MASSONI, Sandra Hebe “La multidimensionalidad de lo real y el abordaje comunicacional para el desarrollo sostenible” en libro Communication for social change anthology: historical and contemporary readings, Alfonso Gumucio-Dagron and Thomas Tufte (Eds.). Published by Communication for Social Change Consortium, New Jersey, EE.UU.(2007).
  40. MASSONI, Sandra Hebe. “Comunicación estratégica en salud” en libro Memorias de 1º Jornadas Rosarinas de Investigaciones en Ciencias Sociales y Salud, Comisión “Comunicación y Salud”, Sede de Gobierno de la UNR, Universidad Nacional de Rosario, Rosario UNR (2007).
  41. MASSONI, Sandra Hebe. “El cambio social conversacional: comunicación como encuentro. Hacia una teoría de la intersubjetividad no dualista” en Estudios de recepción en América Latina, Facultad de Periodismo y Comunicación Social, Universidad Nacional de La Plata, Argentina (2007).
  42. MASSONI, Sandra Hebe. “Hacer clic en la comunicación científica” en Nuevos Paradigmas en la Edición Científica. CAICYT- CONICET. Ministerio de Educación, Ciencia y Tecnología. Buenos Aires. (2007).
  43. MASSONI, Sandra Hebe. “Digital Comunication. Profesional skills and academic challenges. ICOD network”, Red Iberoamericana de Comunicación Digital, ALFA EUROPEAID, abril de 2006. ISBN –10: 84-934995-0-1.
  44. PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Discurso y Racismo en Colombia. Cinco siglos de invisibilidad.(coat) In: Racismo y Discurso en Amétrica Latina. Teun A, van Dijk (coord). Barcelona: Gedisa, 2007
  45. PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Que se vayan todos, que no quede ni uno solo. In: Estado Postmoderno y Globalización. Buenos Aires: UBA, Facultad de Derecho, 2006. p.11-16
  46. PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Presentación. In: Proyectar Imaginarios. Bogota, UNC: La Balsa, 2006.
  47. VALDETTARO, Sandra C. Fragmentación Y Globalización En La Experiencia Urbana: Reflexiones Sobre El Caso De La Ciudad De Rosario, Argentina. In: Comunicación, Cultura y Ciudad. Rizo, Marta y Karam, Tanius (Orgs.) México: Universidad Autónoma de la Ciudad de México, 2007 (En prensa).
  48. VALDETTARO, Sandra C. ¿Del Desenfreno A La Sensibilidad? Relaciones Entre Cismogénesis Y Autocorrección En La Comunicación Social En La Actualidad. In: Libro del Departamento de Periodismo de la Universidad Complutense de Madrid, 2008. (En prensa)
  49. VALDETTARO, Sandra C. No “Toda Es Vigilia La De Los Ojos Abiertos”. Memoria Y Pantallas. In: Libro del Centro Cultural del Parque España. Rosario, 2008. (En prensa)
  50. VALDETTARO, Sandra C. “Escenarios para la articulación académica: algunas notas tendientes a la formulación de un diagnóstico”. In: Coloquio Brasil-Argentina de Ciencias de la Comunicación, FADECCOS e INTERCOM, Santos, Brasil, 2007. (En prensa)
  51. VIZER, Eduardo. Movimientos Sociales: Nuevas Tecnologías Para Nuevas Militancias. In: Mídia e movimentos sociais: discursos e ação coletiva. São Paulo: Paulus, 2007.
  52. VIZER, Eduardo. Procesos Sociotécnicos Y Mediatización En La Cultura Tecnológica. In: La Sociedad Mediatizada. Barcelona: Gedisa, 2007.
  53. VIZER, Eduardo. Socioanálisis, Acción Colectiva E Intervención Social Estratégica. In: Comunicación Ambiental. Rosario, 2007.
  54. VIZER, Eduardo. INTERFASES ENTRE PROCESOS SOCIALES Y PROCESOS DE COMUNICACIÓN“. Título proposto para o livro: Cenários, teorías e herenças do Campo Académico da Comunicaçao. Compós 2006.
  55. VIZER, Eduardo. Diálogos nas Ciencias da Comunicaçao. In: Livro electrónico. Paradigmas Y Estilos De Conocimiento: Cultivando Dominios Sociales”. Dinorá Fraga e T. Portanova (Orgs.) en edición digital, arm@mazem digital, Brasil, 2007.
  56. VIZER, Eduardo. Livro (em preparaçao). Meu trabalho actual (2007): “Etapas De La Cultura Tecnológica Y Creación De Valor”. Título proposto do livro: “Comunicação, Informação, Conhecimento e a Crítica da Economia Política. Interdisciplinaridade e novas perspectivas epistemológicas”. Presentaciones del Encuentro de ULEPICC, Univ. de Sergipe. Octubre 2005. Prog. Prosul, CNPq.
  57. VIZER, Eduardo. Livro en preparaçao. Meu capítulo “¿Sociedad De La In-Formación O De La Comunicación Y Los Saberes? Entre el condicionamiento y la libertad”. Em Editorial Vozes Título do livro: Mutaciones de lo visible: comunicación y cultura tecnológica. Coord. Denis de Moraes.

 

7.5 Outros

  • BRAGA, José Luiz. Mídias & Culturalidades – análise de produtos, fazeres e interações. João Pessoa, PB, 2007. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio).
  • BRAGA, José Luiz. Resenha de “Comunicação & Recepção”, de autoria de Ana Carolina Escosteguy e Nilda Jacks. Porto Alegre – RS: Revista Famecos Nº 30, agosto de 2006 – PPG em Comunicação Social – PUC/RS, 2006 (Resenha de livro).
  • BRAGA, José Luiz. Prefácio do livro Transformações da política na era da comunicação de massa – de Wilson Gomes. São Paulo: Editora Paulus, 2004 (Apresentação de livro).

 

7.6 Seminários Internacionais da Rede

 

Seminário Internacional na Universidade Nacional da Colômbia.

  • Braga, José Luiz. La mediatización como proceso interaccional de referencia. In: Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido, 2006, Bogotá. Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido. IECO, 2006.
  • Fausto Neto, Antonio. Mediatización: práctica social – práctica de sentido? In: Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido, 2006, Bogotá. Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido. IECO, 2006.
  • Ferreira, Jairo. De la comunicación a los campos y dispositivos mediáticos In: Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido, 2006, Bogotá. Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido. IECO, 2006.
  • Pardo, Neyla. Mediatización y discurso. In: Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido, 2006, Bogotá. Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido. IECO, 2006.
  • Quinones, Beatriz. Mediatización de la violencia colombiana: ela contecimiento de los 90. In: Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido, 2006, Bogotá. Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido. IECO, 2006.
  • Silva, Armando. Medios y imaginários. In: Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido, 2006, Bogotá. Red Prosul: Comunicacion, sociedad y sentido. IECO, 2006.

 

Seminário Internacional na Universidade Nacional de Rosário. Mediatización: interfaces de sentido entre los medios y la sociedad

Seminário 1 – Midiatização de construções discursivas I

  • Neyla Pardo – Discurso y mediatización
  • Paula Rodríguez Marino – Exilio y desplazamientos en Invasión, Los hijos de Fierro y Reflexiones de un salvaje
  • Stella Martini – Tendencias y transformaciones de la comunicación política: el caso de la agenda periodística sobre el crimen en Argentina

 

Seminário 2 – Imaginários, territórios e ambiências da midiatização

  • Pedro Gilberto Gomes – Procesos midiaticos como objeto de estudio
  • Armando Silva – Imaginarios globales: miedos, cuerpos, dobles
  • Eduardo Rebollo – La imagen del territorio

 

Seminário 3 – Cultura, tecnologia e dispositivos midiáticos

  • Jairo Ferreira – La mediatización en una perspectiva triádica
  • Eduardo Andrés Vizer – Procesos sociotécnicos y mediatización en la cultura tecnológica
  • Sandra Massoni – Pretéritos & futuribles en la formación universitaria de comunicadores sociales
  • José Luiz Braga – Mediatización como proceso interaccional de referencia

 

Seminário 4 – Midiatização de construções discursivas II

  • Antonio Fausto Neto – ¿Será que es? ¿Dónde estamos? Reflexiones sobre la mediatización de un “discurso proibido”
  • Clara Beatriz Quiñones Cely – La mediatización de la violencia colombiana: el acontecimiento de los noventas
  • Lila Luchessi – Narraciones del delito: pánico y control social

 

OBS.: O prof. Eliseo Verón apresentou uma sistematização dos seminários proferidos em Rosário.

 

 

7.7 Produção técnica

 

Palestras, cursos, conferências e seminários

Seminário Internacional na Universidade Nacional da Colômbia.

  • Fausto Neto, Antônio (Brasil): “Práticas sociais e efeitos de novas simbologias”, 2006.

 

Seminário Internacional na Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Implicações dos meios de comunicação nas transformações das práticas sociais na América Latina, em São Leopoldo, 20/22 de junho de 2005.

  • Armando Silva (Colômbia): “Culturas urbanas en America Latina y España desde sus imaginarios sociales”
  • Eduardo Rebollo (Uruguai): “Estudios del desarrollo regional y local”
  • Eduardo Vizer (Argentina): “Teoría y práctica de la investigación y la intervención en procesos de transformación en comunidades y organizaciones sociales. Implementación de un método y dispositivos innovadores en comunicación comunitaria”
  • Antonio Fausto Neto (Brasil): “Processos Midiáticos e a Construção de Novas Religiosidades. Dimensões discursivas em produção e em recepção”
  • Pedro Gilberto Gomes (Brasil): “Processos Midiáticos e a construção de Novas Religiosidades. Dimensões Históricas”
  • Jairo Ferreira (Brasil): “A emergência do campo de significação das ONG’s na Web: discurso e contexto de produção em dispositivos digitais”
  • José Luiz Braga (Brasil): “Dispositivos sociais de crítica mediática”
  • Valério Brittos (Brasil): “Processos midiáticos, mercado e sociedade: televisão e política pública no Governo Lula”
  • Adair Tesch (Brasil): “Mimese como forma de mediação na ficção seriada televisiva”

 

Seminário Internacional na Universidade Distrital de Bogotá

  • Braga, José Luiz. Palestra – Seminario Medios y Produccion de Sentido – dia 25 de fevereiro – Universidad Distrital Francisco José de Caldas, em Bogotá, Colômbia. Tema apresentado “Sobre mediatización como proceso interaccional de referencia”, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. “Midiatização prática social – prática de sentido?” Seminario Medios y Produccion de Sentido – dia 25 de fevereiro – Universidad Distrital Francisco José de Caldas, em Bogotá, Colômbia.
  • Ferreira, Jairo. “A producion social de sentido en los dispositivos mediáticos”. Seminario Medios y Produccion de Sentido – dia 25 de fevereiro – Universidad Distrital Francisco José de Caldas, em Bogotá, Colômbia.

 

Seminário Internacional na Universidade Externado – Bogotá.

  • Braga, José Luiz. Palestra – Congresso “Mediatización, Práctica Social y Sentido” – organizado pela Universidad Nacional de Colombia e pelo Grupo Prosul, do PPG em Comunicação da Unisinos; de 20 a 22 de fevereiro – em Bogotá, Colômbia. Tema apresentado: “Sobre mediatización como proceso interaccional de referencia”, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. “Midiatização prática social prática de sentido?” Congresso “Mediatización, Práctica Social y Sentido” – organizado pela Universidad Nacional de Colombia e pelo Grupo Prosul, do PPG em Comunicação da Unisinos; de 20 a 22 de fevereiro – em Bogotá, Colômbia.
  • Ferreira, Jairo. “De la comunicación a los campos y dispositivos mediáticos”. Congresso “Mediatización, Práctica Social y Sentido” – organizado pela Universidad Nacional de Colombia e pelo Grupo Prosul, do PPG em Comunicação da Unisinos; de 20 a 22 de fevereiro – em Bogotá, Colômbia.

 

Seminário Internacional na Universidade Autônoma de Bucaramanga

  • Braga, José Luiz. Palestra – Seminario Tendencias de la Mediatización en América Latina – Universidad Autónoma de Bucaramanga – dia – 24 de fevereiro, em Bucaramanga, Colômbia. Tema apresentado “Sobre mediatización como proceso interaccional de referencia”, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. “Midiatização prática social prática de sentido?” Congresso “Mediatización, Práctica Social y Sentido” – organizado pela Universidad Nacional de Colombia e pelo Grupo Prosul, do PPG em Comunicação da Unisinos; de 20 a 22 de fevereiro – em Bogotá, Colômbia.
  • Ferreira, Jairo. “A produción social de sentido en los dispositivos mediáticos”. Congresso “Mediatización, Práctica Social y Sentido” – organizado pela Universidad Nacional de Colombia e pelo Grupo Prosul, do PPG em Comunicação da Unisinos; de 20 a 22 de fevereiro – em Bogotá, Colômbia.

 

Seminário Internacional na Universidade de Rosário

  • Fausto Neto, Antônio; Ferreira, Jairo. Mesa redonda sobre o tema “Comunicación estratégica: repensar las relaciones de los medios y la sociedad”, proferida no encontro da Rede Prosul Comunicação, mídia e sociedade, Rosário, 2006.

 

Seminários ministrados pela Profª. Neyla Pardo, da Universidade Nacional de Colômbia, na Unisinos (São Leopoldo/RS).

  • Análise de discurso da representação da pobreza da imprensa colombiana. 26/abril/2006
  • A contribuição de T.Van Dijk para a análise de discurso. 27/abril/2006

 

Seminário ministrado pela Profª. Sandra Massoni, da Universidade de Rosário, na Unisinos (São Leopoldo/RS).

  • Bienandanzas de la comunicación de la mano de la estratégia: la comunicación como espacio de encuentro de la heterogeniedad sociocultural. 05/abril/2006

 

Outros

  • Braga, José Luiz. Palestra – “Crítica de Televisão”, no Seminário Televisão – entre o mercado e a academia, organizado pelo PPG em Ciência da Comunicação da Unisinos, 2005.
  • Braga, José Luiz. Palestra – Convidado para a XV Semana de Estudos em Comunicação – Universidade Estadual de Ponta Grossa, em Ponta Grossa, PR – 20 de outubro.Tema apresentado: “Em busca de uma crítica da mídia”, 2006.
  • Braga, José Luiz. Palestra – II Sipecom – Seminário Internacional de Pesquisa em Comunicação – Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS – 28 de setembro – Tema apresentado “Midiatização como processo interacional”, 2006.
  • Braga, José Luiz. Conferência – convidado pelo Departamento de Comunicação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa, PB – 5 de outubro. Tema apresentado “Dispositivos sociais de crítica mediática”, 2006.
  • Braga, José Luiz. Conferência – convidado para conferência de lançamento do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUC Minas (Mestrado credenciado pela Capes), em Belo Horizonte, MG – em 31 de outubro de 2006.Tema apresentado: “A sociedade enfrenta sua mídia”, 2006.
  • Braga, José Luiz. Conferência – na PUC/MG – fevereiro – “Mediatização como processo interacional de referência” – para os Mestrandos e Docentes do Programa (início do Curso, primeira turma), 2007.
  • Fausto Neto, Antônio. Palestra “A midiatização de um discurso proibido”, proferida no VIII Seminário Estadual de Comunicação, Unisinos, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. Palestra-aula inaugural do curso de especialização, na Fiocruz-CICT Fundação Oswaldo Cruz, 2005. Tema “A comunicação midiática como área de conhecimento”.
  • Fausto Neto, Antônio. Curso Fundação Getúlio Vargas, Belém, Tema “Audiência e recepção”, no contexto do curso de especialização em gerência do jornalismo, 2005.
  • Fausto Neto, Antônio. Apresentação de trabalho. ‘Dispositivos de tele-cura e contratos da salvação. “Você que disse que Deus fazia isso só antigamente, Deus continua fazendo hoje pela televisão”’ (Missa de Cura e de Libertação, TV Canção Nova, 16.01.05). Alaic – VIII Congresso Latino-Americano de Pesquisadores da Comunicação, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. Apresentação de trabalho. Dispositivos da cura midiática. Comsaúde, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. Apresentação de trabalho. Dos sintomas aos programas de estudo. Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Intercom, realizado em Brasília, 2005.
  • Fausto Neto, Antônio. Apresentação de trabalho. A construção da realidade a realidade da construção. Anais do XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Intercom, realizado em Brasília, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. Apresentação de trabalho. Midiatização, prática social – prática de sentido. Compós, 2006
  • Fausto Neto, Antônio. Aula Inaugural do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM, proferida pelo prof. Antônio Fausto Neto em que abordou o tema ‘Um programa em tempos de Midiatização, Santa Maria, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. Aula inaugural mestrado na Universidade Federal do Piauí, proferida pelo prof. Antônio Fausto Neto em que abordou o tema “Campos Sociais e Midiatização”. Teresina, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. Curso “Análise dos produtos Midiáticos: enunciação, discursos e discursividades”, ministrado pelo prof. Antônio Fausto Neto, na Universidade Federal do Pará. Belém, 2006.
  • Fausto Neto, Antônio. A midiatização jornalística do dinheiro apreendido: Das fotos furtadas à fita leitora. Compós 2007.
  • Fausto Neto, Antônio. A telecobertura dos funerais de João Paulo II: cerimônia do adeus ou da ressurreição?. III Seminário Internacional de Pesquisa em Comunicação – Sipecom – FACOS/UFSM. Santa Maria , 2007.
  • Fausto Neto, Antônio. Comunicação das organizações: da ‘vigilância’ aos ‘pontos de fuga’. Seminário Interfaces da Comunicação Organizacional – PPG-PUC/MG. Belo Horizonte, 2007.
  • Fausto Neto, Antônio. Contratos de leitura: entre regulações e deslocamentos. Intercom 2007 – XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Santos, 2007.
  • Fausto Neto, Antônio. Ética, uma questão de mídia? Curso Análise de Produtos Midiáticos – Enunciação, discursos, discursividades, PPG-COM UFBA. Salvador, 2007.
  • Fausto Neto, Antônio. Fragmentos de uma ‘analítica’ da midiatização. I Seminário Luso-Brasileiro de Comunicação / Intermídia, UFAL. Maceió, 2007
  • Fausto Neto, Antônio. Mesa temática: Mídia e Educação – ‘Comunicação entre a ‘vigilância’ e a ‘escuta’. 13ª Jornada Nacional de Educação: desafios da educação na sociedade de consumo, UNIFRA. Santa Maria, 2007.
  • Fausto Neto, Antônio. Mídias e temporalidades – ‘A midiatização jornalística do dinheiro apreendido: Das fotos furtadas à fita leitora.’ VII Congresso Nacional y II Congresso Internacional Asociación Argentina de Semiótica, 2007. Rosário, 2007

 

  • Fausto Neto, Antônio. Mudanças da Medusa? Midiatização e enunciação jornalística. Rede Prosul – Midiatização, Sociedade e Sentido, 2007.
  • Fausto Neto, Antônio. Pensamento Comunicacional Latino-Americano: As idéias inovadoras de Eliseo Verón. Celacom / Unesco 2007 – XI Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-americana de Comunicação, UCPEL. Pelotas, 2007.
  • LUCHESSI, Lila. XIª Jornadas Interescuelas / Departamento de historia. UNT. Tucumán 19 al 22 de septiembre de 2007. Título. Miradas transdisciplinarias para analizar el periodismo. Mesa temática Nº 28. Coordinador. Lic. Cesar Luis Díaz
  • LUCHESSI, Lila. VI Bienal Iberoamericana de Comunicación en la mesa Nº 19: Comunicación y construcción de ciudadanía. Título: Doctrinas cotidianas. Evaluadora: Daniela Monje. UNC. Córdoba, 26 al 29 de septiembre de 2007.
  • LUCHESSI, Lila. XII Encuentro Latinoamericano de Facultades de Comunicación Social. “Ciudadanías de la incertidumbre. Comunicación poder y subjetividad”. Bogotá, Colombia. 25 al 28 de septiembre de 2006. “Narraciones del delito: criminalización, espectáculo y estereotipos en las agendas de la sociedad”.
  • LUCHESSI, Lila. VIII Congreso Latinoamericano de Investigadores de la Comunicación. “Comunicación y gobernabilidad en América Latina”. Menos es más, o todo lo contrario. GT de Estudios sobre Periodismo. ALAIC / UNISINOS. Porto Alegre 19 al 21 de7 julio de 2006.
  • LUCHESSI, Lila. VII Congreso Nacional de Ciencia Política de la Sociedad Argentina de Análisis Político, Universidad Católica de Córdoba. Universidad Nacional de Córdoba – Centro de Estudios Avanzados. 15 al 18 de noviembre de 2005. Córdoba. “Medios y fines: Construcciones mediáticas del conflicto social”.
  • LUCHESSI, Lila. VII Congreso REDCOM Argentina. “Entre la sociedad de la información y la sociedad del conocimiento”. UNR. Rosario, 5 y 6 de octubre de 2005. “Tensiones en el campo. La comunicación subsidiaria”.
  • LUCHESSI, Lila. IV Jornadas Nacionales sobre Democracia Participativa. “Democracia participativa una utopía en marcha. Construcción y perspectivas en Argentina y América Latina”. Red Argentina de Ciencia Política Mariano Moreno. Buenos Aires. 23 de septiembre de 2005 “Expectativas, participación y purpurina”.
  • LUCHESSI, Lila. III Congreso Panamericano de Comunicación. Integración o diálogo cultural ante el desafío de la sociedad de la información. CCC. FCS. UBA. Buenos Aires. 12 al 16 de julio de 2005. “Fin de fiesta. De ausencias, presencias y regulaciones: apuntes para un debate sobre el delito y el Estado en la Argentina del siglo XXI”.
  • LUCHESSI, Lila. 1ª Jornada Nacional de Ciencia Política Universidad Nacional de Río Cuarto. “El delito de sedición: construcciones criminalizadas y negociadas de los actores divergentes”. En coautoría con Pablo Gordo Díaz. 4 y 5 de noviembre de 2004. UNRC. Río Cuarto. Córdoba. Ponente
  • LUCHESSI, Lila. VI Congreso Nacional sobre democracia. “Profundizando la democracia. Estrategias nacionales, innovación política e inclusión social”. UNR. 19 al 22 de octubre de 2004. “Visibles e invisibles. Las representaciones de la exclusión en los discursos periodísticos”
  • LUCHESSI, Lila. 6to. Congreso Redcom. UNLP. 15 y 16 de octubre de 2004. La Plata. Los consensos acerca de la representación de la violencia. Ponente
  • LUCHESSI, Lila. VII Congreso de la Asociación Lationoamericana de Investigadores en Comunicación. ALAIC – UNLP. 11 al 14 de octubre de 2004. “Visibilidad, exclusión y conflicto social.” Ponente
  • LUCHESSI, Lila. III Jornadas Nacionales Espacio, Memoria e Identidad. 22 al 25 de Septiembre de 2004. Facultad de Humanidades y Artes. Facultad de Ciencias Políticas y RRII. UNR. “Violencia y exclusión: factores consensuales y represivos en las editoriales del Diario La Nación”. Ponente
  • LUCHESSI, Lila. Jornadas Académico – Curriculares de la Carrera de Ciencias de la Comunicación. FCS. 23 al 25 de septiembre 2004. “Demonizar la política, criminalizar la exclusión.”
  • LUCHESSI, Lila. Jornadas Académico – Curriculares de la Carrera de Ciencias de la Comunicación. FCS. 23 al 25 de septiembre 2004. Política, economía y opinión pública: tres elementos para construir lectorías, en coautoría con Gabriel Cetkovich Bakmas.
  • LUCHESSI, Lila. II Encuentro Internacional sobre Diversidad e Industrias Culturales en la Globalización. 9 al 11 de septiembre de 2004. Buenos Aires. Secretaría de Cultura. GCBA. Asistente
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela.  Lenguaje y Cultura: Las lenguas colombianas en la constitución de la nación. (Memoria). Universidad de Austin Texas. Texas, 2001.
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  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. UNIVERSIDAD DE BUENOSA AIRES- CIAFIT- “Representación Discursiva de la Pobreza en Colombia”,  “Discurso, impunidad y prensa” y “Niveles de construcción del significado” – Red Latinoamericana de Análisis crítico del Discurso REDLAD – Buenos Aires. Argentina (2005 – 2006)
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. UNIVERSIDAD CATOLICA DE CHILE Red Latinoamericana de Análisis crítico del Discurso REDLAD- Santiago de Chile (2005)
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. UNISINOS Projeto Midiatização: interfaces de sentido entre mídia e sociedade” RED PROSUL (2004 –  2006) Porto Alegre (Brasil – 2005) – Bogotá (Colombia 2006) – Rosario (Argentina 2006)
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. UNIVERSIDAD SANTIAGO DE COMPOSTELA. Seminario sobre las representaciones de la pobreza en América Latina. Santiago de Compostela. (España- 2007)
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  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. UNIVERSIDAD PALACKÝ. Cómo hacer Análisis Critico del Discurso. Olomouc (República Checa 2007)
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Comunicación y Cultura y, Comunicación y Tecnología. Universidad Nacional de Colombia. Departamento de Lingüística.
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Curso de Contexto: Lenguaje y sociedad: discurso, medios y tecnologías de la comunicación. Universidad Nacional de Colombia. Departamento de Lingüística.
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Curso Electivo: Lenguajes y Cultura: Principios para el Análisis Crítico de los Discursos Mediáticos – Universidad Nacional de Colombia – IECO
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Seminario Monográfico Análisis Crítico de los discursos mediáticos
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Línea de Comunicación I y II Análisis del Discurso en los medios. Universidad Nacional de Colombia. Departamento de Lingüística e Instituto de Estudios en Comunicación y Cultura, IECO.
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Oralidad y escritura: La comunicación contemporánea. Texto-lingüística, Semiótica, Pragmática. Universidad Nacional de Colombia. Departamento de Lingüística.
  • REBOLLLO Iturralde, Eduardo. Medios de Comunicación y Cambio Social, ponencia en Seminario Internacional “Medios de comunicación, desarrollo y reducción de la pobreza”, organizado por UNESCO, en conmemoración del Día Mundial de la Libertad de Prensa, Montevideo, 2006
  • REBOLLLO Iturralde, Eduardo. La importancia del capital social y las instituciones locales para el desarrollo del territorio, ponencia presentada en el III Seminario Internacional de Desarrollo Económico Territorial y Empleo, Montevideo, 2006
  • REBOLLLO Iturralde, Eduardo. El rol de la Comunicación Social en la generación de ámbitos para el desarrollo, ponencia en el Seminario “Comunicación para la integración del MERCOSUR”, Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, 2006
  • REBOLLLO Iturralde, Eduardo. Comunicación, Territorio y Desarrollo Local, exposición en el XII Encuentro Latinoamericano de Facultades de Comunicación Social, (FELAFACS), Bogotá, Colombia, 2006
  • REBOLLLO Iturralde, Eduardo. Comunicación, Cambio Social y Desarrollo, ponencia en seminario “Objetivos de Desarrollo del Milenio”, organizado por la Asociación de la Prensa Uruguaya, UNESCO, y la Universidad ORT, Montevideo, 2006
  • REBOLLLO Iturralde, Eduardo. Imagen de marca de la ciudad: capital básico para el sustento de un proceso de desarrollo urbano, ponencia en el Seminario – Taller Regional “El desafío de la revitalización urbana en las ciudades intermedias”, organizado por DINOT (Dirección Nacional de Ordenamiento Territorial) en la Intendencia de Colonia, Colonia del Sacramento, 2004
  • REBOLLLO Iturralde, Eduardo. Marketing de un sector de la ciudad: una empresa de articulaciones políticas, económicas, sociales y culturales, ponencia en seminario “La revitalización de la Ciudad Vieja de Montevideo. Un proyecto para el área de la calle Pérez Castellanos”, organizado por Ministerio de Vivienda Ordenamiento Territorial y Medio Ambiente, Ministerio de Turismo e Intendencia Municipal de Montevideo, con el apoyo de la Facultad de Arquitectura de la Universidad de la República y la Universidad ORT, Montevideo , 2004
  • REBOLLLO Iturralde, Eduardo. Conflictos y coexistencia en las redes mediáticas: del conocimiento erudito al conocimiento popular, ponencia en Encuentro de Investigadores de la Comunicación en los Países del MERCOSUR, San Pablo, 2004
  • REBOLLLO Iturralde, Eduardo. La imagen pública de las Fuerzas Armadas, ponencia en seminario desarrollado en el CALEN (Centro de Altos Estudios Nacionales) en el marco del cambio de rol de las Fuerzas Armadas en una sociedad democrática, Montevideo, 2004
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora en las Jornadas de Capacitación destinadas a Docentes de Tercer Ciclo de EGB y Polimodal “Nuestro pasado, nuestro presente: la transmisión del pasado reciente como desafío educativo en las aulas”, organizadas por el Museo de la Memoria de la Municipalidad de Rosario y la Escuela de Ciencias de la Educación de la Facultad de Humanidades y Artes de la Universidad Nacional de Rosario, realizadas en Rosario el 25 de junio de 2004. Exposición titulada: “Medios Masivos De Comunicación Y Pasado Reciente: Lo Que La Pantalla Nos Cuenta Acerca De Nuestra Historia”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora en el Café Científico organizado por la Secretaría de Cultura y Educación de la Municipalidad de Rosario y la Facultad de Ciencias Exactas, Ingeniería y Agrimensura de la Universidad Nacional de Rosario, realizado en el bar La Favrika, Tucumán 1816, Rosario, el 18 de agosto de 2004. Exposición: “Medios Masivos De Comunicación: ¿Construcción O Representación De La Realidad”?
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora, junto a Rubén Biselli, en las III Jornadas Nacionales “Espacio, Memoria, Identidad”, organizadas por el CONICET (Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas), la Facultad de Humanidades y Artes, y la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario, realizadas en la Facultad de Humanidades y Artes, Rosario, el 22, 23 y 24 de septiembre de 2004. Ponencia titulada: “En Tanto Que Actualidad, Historia: El Directo Televisivo Como Configurador De Temporalidades”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Conferencista en el VI Congreso Nacional sobre Democracia, organizado por la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario, y auspiciado, entre otros, por la SAAP (Sociedad Argentina de Análisis Político) y la Secretaría de Producción, Promoción del Empleo y Comercio Exterior de la Municipalidad de Rosario, realizado en Rosario del 19 al 22 de octubre de 2004. Conferencia dictada: “La Construcción Discursiva De Los Atentados Del 11/9/2001 En Eeuu: El Caso De Las Ediciones Especiales De La Prensa Argentina”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Panelista en el VI Congreso Nacional sobre Democracia, organizado por la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario, y auspiciado, entre otros, por la SAAP (Sociedad Argentina de Análisis Político) y la Secretaría de Producción, Promoción del Empleo y Comercio Exterior de la Municipalidad de Rosario, realizado en Rosario del 19 al 22 de octubre de 2004. Panel Medios De Comunicación Y Opinión Pública, junto con la Lic. Graciela Rocchi y el sociólogo Manuel Mora y Araujo.
  • VALDETTARO, Sandra C. Ponente en el VI Congreso de la Red de Carreras de Comunicación y Periodismo de la Argentina (RedCom) “El Periodismo y la comunicación en la sociedad de la información, organizado por la Facultad de Periodismo y Comunicación Social de la Universidad Nacional de La Plata, la Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicación (ALAIC) y la RedCom, realizado en la ciudad de La Plata, Argentina, del 11 al 16 de octubre de 2004. Ponencia presentada en la Mesa Nro 4 –Las políticas de comunicación, la concentración mediática, el desarrollo profesional, el derecho a la información, la libertad de expresión-: “El Cuerpo En La Prensa”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora en el VI Congreso de la Asociación Argentina de Semiótica “Discursos Críticos”, organizado por la Asociación Argentina de Semiótica, la Universidad de Buenos Aires y el Instituto Universitario Nacional del Arte (IUNA), realizado en la ciudad de Buenos Aires, del 12 al 15 de abril de 2005. Ponencia presentada: “Reflexiones en torno a las modalidades discursivas de la prensa escrita en el contexto actual del sistema de medios”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora en las IX Jornadas Nacionales de Investigadores en Comunicación: “Las transformaciones de las subjetividades en la cultura contemporánea. Reflexiones e intervenciones desde la comunicación”, Villa María, Córdoba, Argentina, del 22 al 24 de septiembre de 2005, organizadas por la Red Nacional de Investigadores en Comunicación y la Universidad Nacional de Villa María. Ponencia presentada: “Las genealogías del contacto en la prensa gráfica actual de circulación diaria”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Coordinadora del VII Congreso REDCOM Argentina “Entre la sociedad de la información y la sociedad del conocimiento”, realizado en la ciudad de Rosario, los días 5 y 6 de octubre de 2005, organizado por la Escuela de Comunicación Social de la Facultad de Ciencia Política y RRII, UNR y la RedCom.
  • VALDETTARO, Sandra C. Disertante en el Ciclo “Leer contra el Olvido”, organizado por el Área Literaria de la Dirección General de Planificación Cultural de la Secretaría de Cultura y Educación de la Municipalidad de Rosario, Argentina, realizado en el Museo de la Ciudad, Rosario, el 20 de octubre de 2005. Disertación sobre género epistolar y nuevas tecnologías de comunicación.
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora en el Ciclo “El relato testimonial, entre la verdad y la representación. Una reflexión crítica sobre la construcción de la memoria a 30 años del golpe de estado de 1976”, organizado por el Centro Cultural Parque España de la ciudad de Rosario, y auspiciado por el Departamento de Ciencias de la Comunicación de la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la UNR, realizado durante el mes de marzo de 2006.
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora en las Jornadas de Intercambio Académico “Miradas discursivas sobre la prensa gráfica y electrónica”, organizadas por el Área Transdepartamental de Críticas de Arte, IUNA (Instituto Universitario de Arte), Bs As, y el Departamento de Ciencias de la Comunicación de la Facultad de Ciencia Política y RRII, Universidad Nacional de Rosario, realizadas en la sede del IUNA, Yatay 843, ciudad de Bs As, el 29 de abril de 2006. Comunicación presentada: “Comentarios sobre una experiencia de investigación”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora en las IV Jornadas de Formación Docente “Las memorias, los silencios, las palabras”, organizadas por la Escuela de Ciencias de la Educación de la Universidad Nacional de Rosario y el Museo de la Memoria de la ciudad de Rosario, realizadas en el Museo de la Memoria de la ciudad de Rosario, 7/6/2006.
  • VALDETTARO, Sandra C. Conferencista en la Cátedra Abierta en Ciencias Judaicas, “Diálogo entre culturas”, organizada por la Facultad de Humanidades de la Universidad Maimónides, la Universidad Nacional de Rosario, la Municipalidad de Rosario y la Escuela Bialik de Rosario, realizada en Rosario el 22/06/06. Conferencia: “La influencia de los medios de comunicación en el conflicto palestino-israelí”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora en el Primer Encuentro de Equipos Universitarios de Investigación en Semiótica de los Medios, “Prensa, Radio, Televisión: dispositivos y construcción de actualidad”. Equipos participantes: José Luis Fernández, Proyecto UBACyT S135, “Letra e imagen del sonido. Surgimiento de fenómenos mediáticos en la Ciudad de Buenos Aires”; Mario Carlón, Proyecto UBACyT S095, “Sujetos telespectadores y regímenes espectatoriales en la programación televisiva”; y Sandra Valdettaro, PID SECYT-UNR 19/C122, “Las estrategias discursivas del contacto en la prensa diaria argentina actual”, realizado en el Departamento de Ciencias de la Comunicación de la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario, 29 y 30 de septiembre 2006.
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora en las Xmas Jornadas Nacionales de Investigadores en Comunicación: “Una década de encuentros para (re)pensar los intercambios y consolidar la red”, organizadas por la Red Nacional de Investigadores en Comunicación y el Departamento de Ciencias de la Comunicación de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de San Juan, realizadas en San Juan, Argentina, el 19, 20 y 21 de octubre de 2006. Comunicación presentada: “Transformaciones del discurso de prensa en soporte papel: análisis comparativo y genealogía de estrategias discursivas” (Cfr Resúmenes pag 143).
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora y Coordinadora en el VII Congreso Nacional sobre Democracia, “Los desafíos del siglo xxi en América Latina. Democracia, desarrollo e integración”, organizado por la Facultad de Ciencia Política y RRII de la UNR y el Centro de Estudiantes, realizado en Rosario del 31 de octubre al 3 de noviembre de 2006. Coordinación del Panel de la cátedra Bla(st) “La construcción de los lazos políticos en la era actual de la mediatización”. Comunicación presentada: “Filosofía política actual y mediatización”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Expositora y Coordinadora en el I Encuentro de Presentación de Resultados de Investigaciones Semióticas sobre Historia/s de los Medios desde la Semiótica, realizado en la Carrera de la Comunicación Social de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Bs As, ciudad de Bs As, durante los días 3 y 4 de noviembre de 2006, organizado por el equipo UBACyT S 135, Director José Luis Fernández, auspiciado por la Asociación Argentina de Semiótica. Comunicación presentada: “Prensa y Mediatización: análisis de estrategias discursivas en soportes de prensa en distintos momentos del proceso actual de mediatización”.
    Valdettaro, Sandra C. Exposición de Poster sobre el proyecto “Las estrategias discursivas del contacto en la prenda diaria argentina actual”, directora Sandra Valdettaro, en la Jornada de Divulgación de la Investigación Científica en la UNR, organizada por el Consejo de Investigaciones de la UNR en celebración del Día del Investigador Científico, realizada en Rosario, Argentina, el día 13 de abril de 2007.
  • VALDETTARO, Sandra C. Conferencista invitada en la Facultat d´Empresa i Comunicació, Universitat de Vic, Cataluña, España, organizado por el Departamento de Comunicación Digital, celebrada en Vic el 26 de febrero de 2007. Conferencia presentada: “Conjeturas sobre el papel: el lugar de la prensa argentina diaria actual en el sistema de medios”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Ponente Invitada en las II Jornadas sobre Información “Gregory Bateson”, organizadas por el Departamento de Periodismo I (Teoría de la Información) de la Universidad Complutense de Madrid, celebradas los días 5 y 6 de marzo de 2007 en Madrid. Ponencia presentada: “¿Del desenfreno a la sensibilidad?. Relaciones entre cismogénesis y autocorrección en la comunicación social en la actualidad”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Conferencista en la Facultad de Periodismo de la Universidad Rey Juan Carlos, Madrid, España, 13 de marzo de 2007. Conferencia dictada: “El campo de estudios de la comunicación y el sistema mediático en Argentina”.
  • VALDETTARO, Sandra C. Moderadora del ciclo sobre Cultura de Masas del Centro Cultural Parque España de Rosario, con la participación de Luis Felipe Noé y Oscar Steimberg, llevado a cabo el 7 de junio de 2007.
  • VALDETTARO, Sandra C. “Problematización de los abordajes sobre participación y construcción ciudadana: una mirada desde la comunicación”. In: Foro sobre Formación Profesional y Ciudadanía en la relación Universidad-Gobierno Local, “Universidad, ciudadanía y gestión pública. Experiencias en participación ciudadana: metodologías, formación y redes”, organizado por la Universidad de Mar del Plata, la Universidad Nacional de Rosario y la Universidad de Bío-Bío de Chile, realizado en Rosario, Argentina, el 9 y 10 de agosto de 2007.
  • VALDETTARO, Sandra C. “Escenarios para la articulación académica: algunas notas tendientes a la formulación de un diagnóstico”. In: I Coloquio Brasil-Argentina de Ciencias de la Comunicación, desarrollado en el marco de INTERCOM 2007, XXX Congreso Brasilero de Ciencias de la Comunicación, realizado del 29 de agosto al 2 de septiembre en Santos-SP, promovido por las Universidades Santa Cecilia (UNISANTA), Católica de Santos (UNISANTOS) y el Centro Universitario Monte Serrat (UNIMONTE).
  • VALDETTARO, Sandra C. “Mediatización y multitudes: reflexiones acerca de los vínculos entre socio-semiótica y filosofía política en la actualidad”. In: Encontro Rede PROSUL de Pesquisa, CNPq y UNISINOS, sobre Mediatización, Sociedad y Sentido. UNISINOS, San Leopoldo, 2007.
  • VALDETTARO, Sandra C. “La construcción de colectivos y vínculos políticos en la era actual de la mediatización”. In: VII Congreso Nacional y II Congreso Internacional de la Asociación Argentina de Semiótica. Rosario, 2007.
  • VIZER, Eduardo. Encontro Ulepicc Brasil: Interfaces Sociais e Acadêmicas do Brasil. Palestra: Procesos sociotécnicos y mediatización en la cultura tecnológica. Mesa “Interfases com a comunicación comunitaria”, 19 e 20/10/2006. UFF-Niteroi.
  • VIZER, Eduardo. Aula sobre Metodología Da Pesquisa Em Comunicaçao, Laboratorio Em comunicação Comunitaria. LECC. Río de Janeiro 18/10/2006
  • VIZER, Eduardo. Apresentação de trabalho. “Etapas De La Cultura Tecnológica Y Creación De Valor”. GT “Economia Política e Políticas de Comunicação” do XVI. Encontro da Compós, na UTP, em Curitiba, PR, em junho de 2007.
  • VIZER, Eduardo. “Socioanálisis, Acción Colectiva E Intervención Social Estratégica”. Trabalho conjunto com Dra Helenice Carvalho, apresentaçao no II Seminario Movimentos Sociais. 25 al 27 de abril, Universidad Federal de Santa Catarina.
  • VIZER, Eduardo. Proposta Para Desenvolver Uma Cátedra Latinoamericana Em Comunicaçao, baseada na UFRGS e na UBA (Universidade de Bs. As.). A proposta (no final do Plano do Trabalho) sería apresentada como projeto no PPGCOM da UFRGS para ser elevada a la AUGM (Associaçao das Universidades do Grupo do Montevideo

 

 

  • Elaboração de um PORTAL ‘Midiatização e Processos Sociais na América Latina’ com outros recursos liberados pelo CNPq (Processo Nº 401979/2007-5 Edital Ciências Sociais Aplicadas), coordenado pelo Prof. Jairo Ferreira (UNISINOS) e que deve ser disponibilizado publicamente até 30/05/2008. O objetivo deste portal é tornar pública a produção bibliográfica em diversas modalidades, divulgar agendas de investigação, disponibilizar banco de dados (teses, dissertações, monografias, pesquisas) vinsulados ao tema. O portal vai operar em diversos níveis: pesquisadores individuais, incluindo graduandos, mestrandos e doutorandos; linhas de pesquisa; núcleos de pesquisa; institutos de pesquisa; e a Rede sobre o tema.

 

 

 

7.8 Atividades técnicas da Rede

 

  • Reunião Técnica da Rede Prosul de Pesquisa, em São Leopoldo, junho de 2005.
  • Visita técnica à equipe Prosul do Brasil, do prof. João Carlos Correia, da Universidade Beira Interior (Portugal), em 2006, objetivando a construção de projeto de cooperação entre Brasil e Portugal.
  • Visita técnica à UNISINOS, com conferência sobre o tema ‘Tendências da análise do discurso na América latina’ e reunião com a equipe Prosul de São Leopoldo, da profª. Neyla Pardo, da Universidade Nacional de Colômbia.
  • Visita técnica à UNISINOS, com conferência sobre o tema ‘Bienandanzas de la comunicación de la mano de la estratégia: la comunicación como espacio de encuentro de la heterogeniedad sociocultural’, da profª Sandra Massoni, da Universidade de Rosário.
  • Reunião Técnica da Rede Prosul de Pesquisa, em Bogotá, 2006.
  • Reunião Técnica da Rede Prosul de Pesquisa, em Rosário, 2006.
  • Reunião Técnica da Rede Prosul de Pesquisa, em São Leopoldo, outubro de 2007.

 

7.9 Organização de Eventos

 

  • Organização do ‘Seminário Internacional: Implicações dos meios de comunicação nas transformações das práticas sociais na América Latina’, que ocorreu na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, de 20 à 22 de junho de 2005.
  • Seminário Internacional na Universidade Nacional da Colômbia.
  • Seminário Internacional na Universidade Distrital de Bogotá.
  • Seminário Internacional na Universidade Externado – Bogotá.
  • Seminário Internacional na Universidade Autônoma de Bucaramanga
  • Organização dos Seminários Ministrados pela Profª. Neyla Pardo, nos dias 26 e 27/abril de 2006, na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos.
  • Organização do Seminário Ministrado pela Profª Sandra Massoni, no dia 5 de abril de 2006, na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos.
  • Organização do ‘Seminário Internacional: Implicações dos meios de comunicação nas transformações das práticas sociais na América Latina’, que ocorreu na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, de 10 à 12 de outubro de 2007.

 

7.10 Comunicações em Sociedades Científicas

 

  • BRAGA, José Luis. Sobre mediatização como processo interacional de referência. Compós, Brasília, 2007.
  • FAUSTO NETO, Antonio. A midiatização jornalística do dinheiro apreendido: das fotos furtadas à fita leitora. Compós, Brasília, 2007.
  • FAUSTO NETO, Antonio. (…) ‘Nada tira, nada envolve, nada completa’ – Leituras em recepção do discurso midiático religioso Compós, São Paulo, 2008.
  • FERREIRA, Jairo. Algumas linhagens de construção do campo epistemológico da comunicação. In: XVI Encontro da Compos, 2007, Curitiba. Anais do 2007 – XVI COMPÓS: Curitiba/PR, 2007. v. 1. p. 1-15.
  • FERREIRA, Jairo. Da comunicação aos dispositivos midiáticos. In: VIII Congresso Latino-Americano De Pesquisadores Da Comunicação, 2006, São Leopoldo. Viii Congresso Latino-Americano De Pesquisadores Da Comunicação, 2006.
  • FERREIRA, Jairo. Dispositivos midiáticos. In: Intercom – XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2006, Brasília. Intercom – XXIX Congresso Brasieiro de Ciências da Comunicação, 2006.
  • FERREIRA, Jairo. Le champ social et discoursif des ONGs dans le internet. In: 17e Congrès international des sociologues de langue française – Sociologie de la communication, 2005, Tours. Actes des travaux du GT Sociologie de la communication, 2004.
  • FERREIRA, Jairo. Campos sociais e discurso: uma perspectiva teórico-metodológico para o estudo da distinção. In: XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2005, Rio de Janeiro. Intercom 2005
  • FERREIRA, Jairo. Mídia, poder e processos sociais: disposições discursivas das ONGs em sites na Web. In: III congreso Panamericano de Comunicacion, 2005, Buenos Aires.
  • FERREIRA, Jairo. Condições de produção do discurso : relações entre a força dos mercados e a autonomia do discursivo no campo das mídias. In: 4 SOPCOM, 2005, Aveiro. 4 SOPCOM. Universidae de Aveiro.
  • GOMES, Pedro. El encuentro entre médios y religion, es, de hecho y concretamente, una oportunidad en el mundo de hoy?. UCP, Ottawa, 2007.

 

7.11 Pesquisas em Andamento

  • BRAGA, José Luiz. “Crítica Mediática como Processo de Aprendizagem” – sobre processos de mediatização da sociedade, referindo desafios de socialização e formação para a sociedade mediatizada. (2004/2008 – concluída em fevereiro de 2008).
  • FAUSTO NETO, Antônio. Mutações nos processos de noticiabilidade: novas estratégias de enunciação do discurso jornalístico. (2006/2008 – em andamento, conclusão prevista para fevereiro de 2008).
  • FERREIRA, Jairo. A circulação em dispositivos midiáticos (estudo sobre as ONGs em sites na Web). (2006, em andamento).
  • GOMES, Pedro Gilberto. A comunicação como problemática para o campo religioso. (2004 – Atual).
  • VALDETTARO, Sandra C. Interfaces en Pantallas: Mapas y Territorios, proyecto cuatrienal Secretaría de Ciencia y Tecnología de la UNR. Código 1POL99, Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales, UNR. (2007-2010)

 

 

 

 

 

8. Produtos editoriais derivados da Rede

 

Um dos efeitos dos trabalhos desenvolvidos por este processo de cooperação técnico-acadêmica diz respeito à produção editorial dos seus membros diretamente focada com o tema central da pesquisa. Assim sendo, neste período foram publicados os seguintes trabalhos dos pesquisadores-membros inclusive em periódicos vinculados às universidades participantes deste coletivo de trabalho:

 

  • BRAGA, José Luiz. A sociedade enfrenta sua mídia – dispositivos sociais de crítica midiática. ed. São Paulo, Editora Paulus, 2006. 350p.
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Representaciones del discurso mediático: el caso de la impunidad en la prensa colombiana. In: Revista Fronteiras. V8. N2. São Leopoldo: Unisinos: Maio/agosto, 2006.
  • FAUSTO NETO, Antônio. A midiatização jornalística do dinheiro apreendido: Das fotos furtadas à fita leitora. In: Dossier de Estudios Semióticos – La Trama de la Comunicación, Anuario del Departamento de Ciencias de la Comunicación. Volume Rosário: UNR Editora, 2007. ISSN 1668-5628
  • FERREIRA, Jairo. Midiatização: dispositivos, processos sociais e de comunicação. E-Compós (Brasília), V10, p. 1-15, 2007.
  • GOMES, P. G.; BRITOS, V. C.. Comunicação e governabilidade na América Latina. 1. ed. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2008. v. 1. 168p.
  • GOMES, P. G.; CARVALHO, H.. A palavra dos Pioneiros. 1. ed. Porto Alegre: Padre Reus, 2007. v. 1. 168 p.
  • LUCHESSI, Lila. Narraciones del delito: pánico y control social. In: Dialogos de la Comunicación. N Lima: FELAFACS, 2007.
  • MARTINI, Stella. “Un punteo para la discusión: la problemática de la cultura y los medios en el siglo XIX y el caso de civilización y barbarie”. In: Cuadernos de Lecturas 19 (Cátedra de Teoría y Práctica de la Comunicación II). Martini, S. (Org.) Buenos Aires: CECSO/UBA, 2007.
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Discurso, Prensa e Impunidad. Bogotá Universidad Nacional de Colombia – Facultad de Ciencias Humanas – IECO, 2007.
  • PARDO ABRIL, Neyla Graciela. Cómo Hacer Análisis del Discurso. Una perspectiva Latinoamericana. Santiago de Chile: Frasis, 2007.
  • REBOLLLO, Eduardo. Comunicación y desarrollo local: el rol de los gobiernos y actores locales en la gestión de la imagen de un territorio. In: Revista Prisma. N22. Órgano de la Universidad Católica del Uruguay, abril de 2008.
  • VIZER, Eduardo. Modelización del conocimiento social: la comunicación como estrategia de apropiación expresiva de los mundos sociales.- Proposiciones para un Programa de Investigación sociocomunicacional. In: Famecos. N32. abril/maio, 2007.

 

As comunicações e os resultados dos debates da reunião final de São Leopoldo —transformados em artigos — serão publicados em português na forma de livro, pela Paulus Editorial, cujo lançamento ocorrerá em maio, quando acontece a realização do Encontro da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (COMPÓS) , em São Paulo. A edição em espanhol está sendo negociada com editoras argentinas e colombianas.

FAUSTO NETO, Antônio. FERREIRA, Jairo; BRAGA, José Luiz; GOMES, Pedro Gilberto. Midiatização e Processos Sociais na América Latina. São Paulo: Paulus, 2008 (livro no prelo, lançamento previsto para junho de 2008)

 

 

 

9. Efeitos de uma Rede

 

No seminário final das atividades, os integrantes da Rede desenvolveram reflexões sobre o significado desta experiência destacando elementos indicativos sobre os efeitos desta Rede no contexto dos estudos da midiatização na América Latina, particularmente daqueles relacionados com as universidades envolvidas. Como ênfase geral, foram destacados os seguintes aspectos:

  1. a) a importância metodológica de um formato de estudos sobre um tema emergente, reunindo à distância pesquisadores que sem abandonar suas ‘travessias’ e temáticas desenvolveram exercícios no sentido de tensionar o objeto da midiatização no corpo de suas investigações;
  2. b) a importância de um novo desenho de cooperação acadêmica latino-americana que, ao lado do respaldo das instituições envolvidas, desenvolveu as suas dinâmicas a partir das próprias reflexões dos membros integrantes e das dinâmicas resultantes desta forma de caminhar;
  3. c) a constatação de que fenômenos tecno-discursivos atravessam enquanto processos midiáticos, as realidades dos países estudados, configurando a existência de novos processos interacionais, de práticas simbólicas e da tematização de questões que permeiam os imaginários e a produção simbólica, situações nas quais a midiatização se constitui numa referência dominante;
  4. d) a constituição de um ‘outro modo’ do Mercosul: durante 3 anos, pesquisadores de várias identidades culturais e tendo como referencial lingüístico dois idiomas – espanhol e português – fizeram convergir diferenças para processos interacionais marcados por uma enunciação singular, comumente chamada de ‘portunhol’, mas sem afetar o rigor, a pertinência e a originalidade das questões trabalhadas.

 

Os pesquisadores enfatizam que: “Las redes suelen ser un estímulo importante para cualquier investigador. En el caso de PROSUL, la posibilidad de intercambiar procesos y resultados de estudios sobre mediatización con profesionales de Brasil, Colombia y Uruguay amplía la perspectiva de nuestros conocimientos y nos aporta datos, construcciones teóricas y desarrollos metodológicos que nos enriquecen, al tiempo que permiten repensar los nuestros. La posibilidad de pensar objetos conjuntos, a aplicados a los casos específicos de cada uno de nuestros lugares e instituciones de pertenencia, nos lleva a construir colectivamente una sistematización de la teoria y los estudios sobre el tema en América Latina. En paralelo, la posibilidad del abordaje multimetodológico nos plantea un desafío al tiempo que genera una oportunidad: pensar espacios de colaboración para la formación de investigadores que puedan dar cuenta de las tendencias que se establecen en el conjunto de quienes integran la red, elaborar proyectos en común y aportar al campo formas enriquecidas de estudiar e investigar los impactos sociales que se generan con la mediatización. La revisión conceptual de las categorías consensuadas y las discusiones sobre sus abordajes dentro del campo de estudios, permite acceder y aportar nuevos conocimientos y herramientas metodológicas para el desarrollo de la investigación sobre mediatización y sociedad. O fato de que a produção científica de pesquisadores em Comunicação de diversas universidades latino-americanas tenha sido posta em contato levou a um conhecimento mais amplo da abrangência do campo de estudos. Encontramos, paralelamente, a diversidade de ângulos e preferências; e a constituição de perspectivas comuns, transversais, que articulam essa diversidade. Além de solicitar a percepção de uma maior relatividade nas ênfases atribuídas, situar pragmaticamente, pela própria necessidade de debate, a pesquisa de cada um no conjunto das demais, parece ter estimulado revisões e ajustes relevantes. Os resultados desse trabalho serão permanentes, através dos aportes trazidos também às futuras pesquisas. Trabajar en red con expertos latinoamericanos, además de darnos la oportunidad de compartir formas de ver y de operar, nos brindó un espacio de discusión inter y transdisciplinario humano, afectivo, reflexivo, crítico, es decir, enriquecedor y valioso. los efectos del trabajo en colaboracion entre los miembros de la Rede es sumamente pósitivo en varios sentidos: Desde la importancia de los intercambios entre pesquisadores de paises y culturas diferentes, hasta los efectos academicos y los cognitivos que se han venido dando a largo plazo durante estos pocos años de trabajo.  Podemos decir que se ha venido produciendo una evolucion epistemologica de nuestros modos de concebir la colaboracion en nuestros intentos de el trabajo en red. Os trabalhos desenvolvidos no seio da rede obrigaram-nos a precisar melhor o horizonte de minha produção, abrindo-me para a dimensão latino-americana. O pesquisador brasileiro corre o risco de fechar-se sobre si mesmo, numa perspectiva local. A participação nos seminários da Rede constitui um desafio para a produção do conhecimento no campo da comunicação.”

 

Refletindo acerca dos efeitos deste trabalho coletivo sobre a produção científica de cada um, comentam os pesquisadores que: “Los efectos de la Red sobre nuestra producción intelectual fueron muy significativos debido a que se  puede poner en debate toda una serie de hipótesis de trabajo, articularlas con las de los demás miembros, revisar conclusiones, y organizar nuevas líneas de trabajo. Además, la Red se constituyó en un espacio de conocimiento del campo de estudios latinoamericanos.” 

 

Um dos efeitos destacados se relaciona com as pesquisas em desenvolvimento: “A inserção de minha pesquisa no Projeto foi preciosa para o desenvolvimento do enfoque que estava construindo. A necessidade de articular perspectivas mais individualmente elaboradas em um contexto muito concreto e específico (ao mesmo tempo que diversificado) me proporcionou uma visada mais abrangente e flexível sobre Mediatização. No que se refere especificamente ao grupo da Unisinos, a experiência certamente ajudou a caracterizar a Linha de Pesquisa em Mediatização e Processos Sociais, que vinha sendo prefigurada e depois gestada, durante o período do Projeto. A inscrição da pesquisa brasileira no contexto dos demais países trouxe indicações tanto para o que podemos agora perceber como ângulos promissores a aprofundar; como um estímulo de abertura para outras preocupações. Específicamente en relación con mi propia producción, los conceptos y tópicos desarrollados en las distintas instancias de encuentro con los miembros de las redes ampliaron mi punto de vista sobre el tema de la articulación entre la filosofía política actual y la semiótica, bajo la perspectiva de las modalidades actuales de la mediatización en cuanto a la construcción de vínculos sociales y políticos.”

 

 

Enfatiza-se a importância do processo metodológico: “Pensar el proceso de mediatización en el contexto de Prosul  permitió poner en escena el modo de visualización y el diseño metodológico de la investigación sobre la violencia en Colombia com resultados que se evidencian en los desarrollos de mi tesis doctoral. Tener la ocasión de presentar en cada uno de los encuentros de la red (Bogotá, Rosario y Puerto Alegre) avances del investigación y de recibir sugerencias y críticas desde tan diversos puntos de vista, creo, permitió realizar un proceso de interiorización del objeto de estudio y de mi particular forma de expresarlo y como resultado afinar la mirada y la calidad y profundidad del proceso final de interpretación.”

 

 

A Rede impõe novos formatos de reflexões sobre o modo de estudar e nesse sentido: “A incidência mais profunda foi provocada pela necessidade de submeter as reflexões, pesquisas e escritos ao crivo da avaliação acadêmica de pesquisadores latino-americanos. Tais pesquisadores, com referenciais teóricos e realidades culturais distintas, desafiam a construção de uma reflexão mais acurada, aberta e pluricultural.”

 

Examinando-se as incidências do trabalho da Rede sobre o contexto do PPG-Com da Universidade brasileira envolvida, enfatizou-se que: “Os projetos de pesquisa em desenvolvimento nos últimos anos (2002-2008) no âmbito do PPG-Com da UNISINOS foram permeados por interlocuções que levaram em conta em níveis distintos considerações e preocupações desenvolvidas no âmbito da Rede. Tais interlocuções aparecem via 4 deslocamentos: primeiro, a concentração no conceito de circulação, como abrangendo e subsumindo os processos de produção e consumo midiáticos; segundo, a concentração no conceito de dispositivos midiáticos, que deixam de ser analisados em sua subordinação aos processos sociais, para serem, inversamente, observados sobre os processos sociais; terceiro deslocamento é a construção do conceito de midiatização; e o quarto, é o retorno da análise empírica da noticia. Esses quatro deslocamentos referidos em produção editorial dos membros da Rede responderam cada um em seus momentos a diálogos, buscas e respostas ao que se discutiu nos encontros da Rede, respectivamente, nos encontros de São Leopoldo, Bogotá, Rosário e São Leopoldo.”

 

Também destacaram a abertura dos eventos da Rede para o público externo, como aconteceu em alguns momentos: “La posibilidad de las discusiones públicas, con doctorandos y profesionales de los medios de comunicación -realizadas en Sao Leopoldo y Rosario respectivamente- me acercaron inquietudes que, por la cercanía y pertenencia al mismo ámbito de investigación, hubiesen sido imposibles en mi cotidiano ámbito de trabajo.”

 

O tema da própria Rede destaca-se, assim, no processo avaliativo, na medida em que a formulação com que ela abriu seus trabalhos “Comunicação: Sentido e Sociedade. Implicações dos meios de comunicação nas transformações nas práticas sociais na América Latina”, foi sendo paulatinamente ‘esculpido’ na medida em que a problemática da midiatização foi emergindo com uma categoria central. Tal dimensão é assim elaborada pelos membros participantes: “La reflexion y el trabajo intelectual sobre la gran tematica de la mediatizacion social, se ha venido enriqueciendo mucho. En especial tomando en cuenta las diferentes producciones y enfoques sobre el tema, de acuerdo a la formacion, el origen y las formas de abordar los procesos de mediatizacion desde niveles de analisis y disciplinas diversas.”

 

O desenvolvimento desta atividade ilustra as possibilidades de que podem ser efetivadas novas formas de cooperação entre as políticas acadêmicas e as políticas de ciências e de tecnologia, focadas especialmente na área de comunicação, e com vistas ao avanço e novos desenhos de construção de estratrégias de produção do conhecimento.

Esta inovação tem um impacto sobre as próprias políticas públicas, pois setores de estado podem formular aplicação de recusos e de apoio logístico para investigação de média duração e que possam ter impacto estratégico sobre o desenvoolvimento de áreas de conhecimento, especialmente sobre iniciativas que beneficiem as políticas de áreas.

Entende-se que os resultados sobre políticas da área de comunicação, enquanto um campo de estudo são de franco avanço, ao constatar investigação desta envergadura sendo ‘pilotada’ por um dos programas de Pós-Graduação em Comunicação integrante da Rede de programas da área, no Brasil, e envolvendo outros programas de estudos similares, ou centros de estudos especializados no Uruguai, Argentina e Colômbia.

Particularmente, para a área de Comunicação e para o PPG-Com da UNISINOS, esta pesquisa contribui largamente para ‘testar’ a capacidade da área em desenvolver atividades que envolvam a cooperação de outros países. E, neste sentido, foi da maior importância a logística assegurada pela adminustração da UNISINOS para que esta atividade viesse a ser gerenciada no âmbito de sua administração acadêmica. Do ponto de vista dos seus resultados, a iniciativa significa, dentre outras coisas, a sedimentação deste objeto como linha de pesquisa constituída a partir do ano de 2008, com a reforma curricular do PPG-Com da UNISINOS; a manutenção do tema “Processos Midiáticos” como objeto central da sua área de concentração; e a instituição promotora, vendo ratificada a sua condição de pioneira ao liderar os estudos e o desenvolvimento da produção científica sobre o tema da midiatização. Além disso, destaca-se também o credenciamento de seus docentes para participar de coletivos de estudos e de investigação nos termos do desenho desta iniciativa, condição estratégica para o avanço das atividades de pesquisa em termos de cooperação internacional.

Do ponto de vista latino-americano, e de modo mais específico no que diz respeito aos países-membros desta Rede, vale ressaltar que a atividade permitiu a constituição de um fórum de trabalho que gerou vários formatos de interação entre seus membros e a circulação de conhecimento temático, graças ao intercâmbio proporcionado pela produção dos investigadores; a constituição de vários acervos de referências técnicas e biliográficas sobre o tema da midiatização; a emergência de várias sub-redes, apontando a existência de outros coletivos que, em distintos lugares, examinam a problemática estudada pela Rede; o impacto editorial e acadêmico dos produtos da Rede sobre mercados universitários e de investigação dos países que tomaram parte nesta atividade; e, por fim, a capacidade que este grupo de investigadores teve de colocar na agenda dos debates científicos o tema da midiatização como uma das referências centrais dos estudos em comunicação midiática no âmbito latino-americano. Este fato é da maior importância porque além de mostrar a capacidade potencializadora de grupos de investigação da região em liderar estudos através de processos continuados, destaca também que os centros de investigação em comunicação latino-americanos deixam de ser ‘universos receptores de temáticas de estudos’. Não estão mais à deriva de problemas e métodos tematizados e\ou desenvolvidos nos âmbitos europeu e americano, para instituir suas próprias temáticas e problemas de investigação, segundo uma modalidade de trabalho que além de congregar investigadores do campo, em város países da região, contou com a ‘aliança’ de políticas de Estado, através de estímulos financeiros para suas atividades. Tal observação não procura em nenhuma hipótese ressaltar uma atitude chauvista, com conseqüências endógenas para os hábitos e rotinas da pesquisa no campo. Justamente, o contrário: mostrar que já existe no contexto dos países latino-americanos condições pelas quais a pesquisa seja conduzida segundo parâmetros teóricos, metodológicos e logísticos, formuladas nos seus centros de investigação. Ao evidenciar este aspecto, vale reconhecer que este formato de trabalho pode pôr em contato, de uma outra forma, as universidades, centros de pesquisa e investigadores da região com interlocutores internacionais.

De um ângulo totalmente interno à dinâmica desta Rede de trabalho, vale ainda uma observação a respeito do tema da pesquisa e a importância emprestada pelo estudo adotado como metodologia de trabalho. Possivelmente, de modo distinto às ocorrências de outros campos, os objetos midiáticos instalam-se, ou emergem trilhando as mesmas dinâmicas dos processos de midiatização. Isso significa que não só os temas vão se apresentando como questões emergentes, como também os próprios instrumenos analíticos sofrem mutações em decorrência dos tensionamentos neles provocados. O efeito desta tensão repercute também sobre as políticas e rotinas da investigação, tornando mais complexo o trabalho da própria pesquisa, ainda mais tratando-se de ‘olhares’ que atravessam realidades específicas e se instalam como fenômenos de natureza regionais. Foi o efeito desta manifestação do fenômeno sobre o lugar da produção da pesquisa quem provocou esta Rede funcionar com o desenho com que se apresentou. Constitui-se através de um coletivo segundo determinado interesse, explicitado em seus objetivos, estruturando-se em dinâmicas asseguradas por encontros presenciais e outras formas de intercâmbio; valorizando os cuidados comparativos bem como as especificidades das investigações de cada país, mas fazendo-as atravessar pelo tensionamento dos conceitos da midiatização junto às diferentes práticas examinadas.

Partiu a Rede para sua ‘viagem’ sustentando a hipótese relacionada com as implicações dos meios de comunicaçao nas transformações das práticas sociais na América Latina. Mas, a caminhada desenvolvida, foi consolidando algumas intuições bem como enfatizando a complexidade de outras dimensões. Vimos que não se trata mais apenas de ‘implicações das mídias nas transformações das práticas sociais’. Para além desta hipótese, os estudos ali desenvolvidos constataram que os mídias se viam implicados numa problemática maior do que a sua existência como suportes, ou, simplesmente, meios. Face às transformações de fundo histórico-sócio-técnico-discursivo, os meios se convertiam numa problemática muito mais complexa, a gênese de uma ambiência societária atravessada por lógicas e operações de mídia. Tal expectro não só repercutiria sobre as próprias práticas midiáticas, mas sobre as demais práticas sociais de uma forma totalmente distinta àquela realidade que atribuia aos meios apenas ‘dimensão implicadora’ sobre as demais práticas. Foi no processo da investigação e no debate sobre os percursos que esta problemática inicial foi se transformando. Esta trajetória nos possibilitou a explicitação de alguns resultados; a descrição de mecanismos que ilustram e sustentam tais mutações e, ainda, a formulação de novas hipóteses que poderão sevir como pistas de trabalho para novos estudos. Entende-se que uma Rede, como os grupos, funciona segundo um ciclo de temporalidade no qual deve construir um trabalho em projeção. Mas sua dinâmica admite também, no fim de seu percurso, deixar em aberto pistas a serem examinadas pelas próximas redes. Seja para absorver ‘mapas de viagens’ construídos ou, então, para estabelecer novas hipóteses de trabalho. Como a midiatização é um fenômeno que se faz em meio a dinâmicas relacionais e transversais, ele permanece como objeto para ser desvendado pelas próximas investigações.

 

 

 

 

 

10. Banco de Dados

 

O conjunto de textos que segue é a bibliografia sistematizada pelos autores  e membros da Rede, durante o desenvolvimento de suas atividades. Tem um expectro amplo que articula os interesses das pesquisas de cada membro e as incidências dos diálogos que fazem com outros autores sobre o tema central da pesquisa da Rede. Aparentemente, estamos diante de uma diversidade de fontes e  de sub-temáticas, mas  este aspecto indica que o conceito de midiatização, visto pelas práticas de comunicação — enquanto manifestações sociais e de sentido — pede interações com outras problemáticas que ajudam a descrever suas dinâmicas. Nesta perspectiva, este acervo bibliográfico se constitui também numa espécie de ‘banco de dados’ que pode ser útil para os desdobramentos  dos estudos sobre este tema ajudando, especialmente, na sua consolidação  para sua especificidade enquanto objeto de estudos e de pesquisas. (Ver Anexo V)

11. Prestação de Contas

 

 

Sobre a prestação de contas, anexamos ao presente relatório uma tabela com os respectivos gastos e reembolsos efetuados (Ver Anexo VI). Entretanto, desde já esclarecemos que estes mesmos dados estão sendo enviados no formulário online específico da prestação de contas, via Plataforma Carlos Chagas.

Reforçamos no presente documento, informação esclarecida por telefone no dia 02/04/2008, a respeito do extravio de um talonário de cheques e de seus respectivos canhotos. Conforme o contato via telemarketing do CNPq, a orientação fornecida pela funcionária que nos atendeu foi a de que deveríamos esclarecer no relatório físico a ausência do talonário extraviado entre os materiais da prestação de contas.

Entretanto, asseguramos que o extravio do referido talonário não comprometeu a prestação de contas e a finalização das atividades financeiras uma vez que a conta foi encerrada, conforme documento também em anexo, sem prejuízos à fonte financiadora do projeto e coerente com os dados apresentados na referida prestação de contas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO I

 

Teses e Dissertações apresentadas

 

Neste item, são relacionadas teses, dissertações e monografias de conclusão de curso produzidas nos Programas de Graduação e de Pós-Graduação da UNISINOS no período de 2004-2008. Parte delas refere-se explicitamente ao tema da midiatização enquanto pesquisas de doutorandos, mestrandos e graduandos em cujas atividades seus membros têm inserção direta. Um outro conjunto dos trabalhos que são aqui referenciados, aborda temáticas correlatas, não tendo sido necesariamente produzidas no âmbito desta problemática, embora constata-se nelas ressonâncias de algumas questões refletidas pela Rede. Decidimos destacar esta produção científica para evidenciar os horizontes das preocupações que o PPG-Com da UNISINOS sobre temas indiretamente articulados com problemáticas que a Rede trabalhou neste período. De certa forma, é o reconhecimento de que apesar de não estarem inseridas nesta Rede, uma grande quantidade de colegas docentes e discentes contribuiu direta e/ou indiretamente suas reflexões sobre com as questões pontualizadas pelas procupações teóricas refletidas na Rede.

 

 

TESES

 

Autor: Rejane de Oliveira

Título: Identidades argentinas conformadas nas relações midiáticas e comunicacionais de imigrantes residentes na cidade de Porto Alegre/RS

 

Autor: Viviane Borelli

Título: Da festa ao cerimonial midiático: as estratégias de midiatização da teleromania da Medianeira pela Rede Vida

 

Autor: Carlos Alberto Sarmento Gusmão

Título: A perspectiva sistêmica de Luhmann na análise da midiatização: o caso BBB

 

Autor: Luís Ignácio Sierra Gutiérrez

Título: A telefé: religião midiatizada. estratégias de reconhecimento de sentidos religiosos de telefiéis do canal Rede Vida de televisão de Porto Alegre/RS

 

Autor: Sandra Nunes Leite

Título: A ação comunicacional da quitosana: o percurso social da inovação

 

Autor: Carmen Virgínia Montenegro

Título: Comunidades midiáticas e culturas: as inter-relações dialógicas dos telejornais da Globo e Jornal do Almoço

 

Autor: Amilton Gláucio de Oliveira

Título: Midiatização da ética na TV: um estudo do reality show Big Brother Brasil 3

 

Autor: Pedro David Russi Duarte

Título: A diáspora uruguais nas relações comunicacionais e midiáticas de migrantes no sul do Brasil

 

Autor: Domingos Volney Nandi

Título: Missa católica o (des)encontro de suas lógicas de midiatização da ritualidade da celebração eucarística

 

Autor: Jane Márcia Mazzarino

Título: A cidadania na tecelagem da interações comunicacionais-midiáticas do movimento socio-ambiental: um estudo de caso do Centro de Educação Ambiental da Vila Pinto em Porto Alegre

 

Autor: Sady Macedo Sapper

Título: Construção midiática do rural: estratégias de agendamento de sentidos do Canal Rural

 

Autor: Carlos Décio Amaral

Título: Uma dimensão ética dos corpos midiatizados

 

Autor: Ana Ângela Farias Gomes

Título: A midiatização do social: Globo e Criança Esperança tematizando a realidade brasileira

 

Autor: Gustavo Roese Sanfelice

Título: Os enquadramentos dos jornais Zero Hora e FSP na cobertura de Daiane dos Santos nos Jogos Olímpicos de Atenas/2004: A midiatização do resultado esportivo

 

Autor: Marcelo Engel Bronosky.

Título: Táticas e estratégias de apropriação de manuais de redação por jornalistas em redações.

 

Autor: Sibila Rocha.

Título: A Universidade na mídia. A fala acadêmica na voz do jornal

Autor: Renata de Souza Dias.

Título: As relações entre o político e o midiático na tematização do acontecimento: os Movimentos de Resistência Global em mídias radicais, informativas e de organizações.

 

Autor: Angélica Coronel.

Título: O discurso cidadão no campo das mídias: um estudo comparativo entre RBS. Notícias e Jornal da TVE 2a Edição.

 

Autor: Paula Reis Melo.

Título: Tensões entre o MST e o Campo Jornalístico no agendamento midiático.

 

Autor: Elza de Oliveira Filha.

Título: Jornalismo e política – Análise da cobertura midiática no Pará em 2002.

 

Autor: Pedro Benevides.

Título: Publicidade e autoritarismo no Brasil.

 

Autor: Adriana Braga.

Título: Feminilidade mediada por computador: interação social no circuito-blogue.

 

Autor: Otávio José Klein.

Título: A midiatização dos indígenas caingangues no telejornalismo em rede: o caso da RBS TV no Rio Grande do Sul.

 

Autor: Antonio Guilherme Schmitz.

Título: A CPI do futebol: agendamento e processualidades sistêmicas.

 

Autor: Silvano Alves Bezerra da Silva.

Título: Estética utilitária: interação através da experiência sensível com a publicidade.

 

Autor: José Homero de Souza Pires Júnior.

Título: A temporalidade do texto anunciativo televisivo (TAT).

 

Autor: Milton Larentis.

Título: O problema da confiança no jornalismo regional.

 

Autor: André Quiroga Sandi.

Título: Imagem organizacional: estratégias digitais no secondlife.

 

Autor: Ronie Cardoso Filho.

Título: Televisão: dos gêneros aos formatos – uma análise de minissérie.

 

Autor: Sérgio Luiz Gadini.

Título: Interesses cruzados – a produção da cultura no jornalismo brasileiro. 2004.

 

Autor: Jorge Arlan de Oliveira Pereira.

Título: A comunicação sindical dos bancários no contexto da reconfiguração tecnológica dos espaços da mídia.

 

Autor: Lara Espinosa.

Título: Interações com a comunicação visual urbana – pesquisa qualitativa em Porto Alegre e na BR-116, trecho Porto Alegre/Canoas.

 

 

DISSERTAÇÕES

 

Autor: Fernanda Guimarães Cruz

Título: Socialização midiatizada: o papel da televisão na recepção de adolescente de institução de acolhimento

 

Autor: Alexandre Dresh Bandeira

Título: Intersecção dos dispositivos midiáticos religiosos: a midiatização como lógica do consumo na Igreja Universal do Reino de Deus

 

Autor: Ricardo Zimmermann

Título: Midiatização do campo religioso e processos de produção de sentidos – Análise de um conflito anunciado – o caso do jornal evangélico da IECLB

 

Autor: Paulo Roberto Fernandes

Título: Midiatização das imigrações contemporâneas: a cobertura noticiosa no Jornal Nacional e sua recepção por imigrantes residentes em Porto Alegre

 

Autor: Érico Gonçalves de Assis

Título: Táticas lúdico-midiático no ativismo político brasileiro

 

Autor: Delia Maria Dutra da Silveira Margalef

Título: A midiatização da informação econômica sobre os Estados Unidos e a América Latina no telejornal Economia Y Finanzas da CNN em espanhol

 

Autor: Paulo Roque Gasparetto

Título: TV Canção Nova e a midiatização do neodevacional

 

Autor: Fabiana Iser

Título: Telejornal e identidade étnica: midiatização e mediação na recepção do Jornal do Almoço por afro-brasileiro, austríacos e letos

 

Autor: Airton Ricardo Tomazzoni dos Santos

Título: No embalo do vídeo clip – A dança midiatizada na televisão e a recepção do público adolescente

 

Autor: Renata de Souza Dias

Título: As relações entre o político e o midiático na tematização do acontecimento: os movimentos de resistência global em mídias radicais, informativas e de organizações

 

Autor: Márcia Rodrigues Aquino

Título: Fica Comigo Gay e a ‘fabricação’ midiática das homossexualidades

 

Autor: Juliano de Souza Lacerda

Título: Redes digitias de solidariedade social: as estratégias e táticas da produção de significação em redes sociais de comunicação midiatizadas pelo digital: um estudo de caso da Remcomsol – Rede de Comunicadores Solidários a Criança

 

Autor: Graziela Soarez Bianchi

Título: Rural vivido e midiatizado – relações e sentidos produzidos a partir da escuta dos programas radiofônicos Hora do Chimarrão e Brasil de Norte a Sul por ouvintes das comunidades rurais Linha Batistela, Povoado Coan e Linha Bigolin

 

Autor: Flávia Xavier Barros

Título: Cidadania midiatizada: um estudo da propaganda

 

Autor: Ricardo Pavan

Título: Música sertaneja: mediações e mediatizações na conexão popular/massivo

 

Autor: Scheila Espindola Antunes

Título: O país do futebol na Copa do Mundo: Estudo de recepção ao discurso midiático-esportivo com jovens escolares.

 

Autor: Ângela Maria Zamin

Título: Jornalismo de fronteira e significação do espaço local

 

Autor: Mariana Bastian.

Título: Pânico na TV: A (a)firmação do circo midiático

 

Autor: Leandro José Brixius.

Título: Construção da objetividade jornalística: um estudo das rotinas de produção das editorias de política de Zero Hora e Correio do Povo.

 

Autor: Angélica Coronel Couto.

Título: O discurso cidadão no campo das mídias: um estudo comparativo entre RBS Notícias e Jornal da TVE 2ª edição

 

Autor: Rafael Schoenherr.

Título: Disputas sociais a crítica musical jornalística

 

Autor: Frederico José Magalhães Simão.

Título: Uma relação de interface: a espetacularização religiosa dos filmes A Paixão de Cristo e Código da Vinci.

 

Autor: Demétrio Soster.

Título: As novas condições de produção do discurso jornalístico.

 

Autor: Luciano Simões de Souza.

Título: A educação pela comunicação como estratégia de inclusão social: o caso da Escola Interativa.

 

Autor: Vicente da Silva Darde.

Título: As vozes da Aids na imprensa: um estudo das fontes de informação dos jornais Folha de São Paulo e O Globo.

 

Autor: Érico Gonçalves de Assis.

Título: Táticas lúdico-midiáticas no ativismo contemporâneo.

Autor: Caroline Casali.

Título: Revistas: configuração do relacionamento entre homem e mulher como estratégia de segmentação do público.

 

Autor: Lilian Casagrande Koppe.

Título: Central da Periferia: a relação entre gênero e formato.

 

Autor: Lylian Caroline Maciel Rodrigues.

Título: A construção de conhecimento em dispositivos midiáticos: investigação em escolas públicas.

 

 

 

 

MONOGRAFIAS DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO

 

Autor: Pedro Antônio Lutkemeyer.

Título: O jogo político na construção de imagens públicas na mídia e pela mídia – O caso do mensalão

 

Autor: Aline Weschenfelder.

Título: A (In) Fidelidade Telerreligiosa: Estudo da Recepção de Programas entre Fiéis Católicos e Evangélicos

 

Autor: Micael Vier Behs.

Título: A IURD na campanha eleitoral do Rio de Janeiro em 2004: o protagonismo discursivo da Folha Universal

 

Autor: Euliane Porkofki de Andrade.

Título: Capelas virtuais da internet – Uma nova experiência de comunicação da igreja católica

 

Autor: Vanessa Curvello.

Título: Transgenias publicitárias – jornalísticas: análise das estratégias da mídia jornalística semanal sobre os alimentos transgênicos.

 

Autor: Vanessa Bueno.

Título: Análise dos dispositivos midiáticos na imprensa feminina.

 

Autor: Carlos Alves.

Título: Análise das capas de Zero Hora.

 

Autor: Alessandro Jacques.

Título: Dispositivo televisivo e agendamentos  entre campos político e midiático: estudo de caso sobre as eleições municipais de 2004 em Porto Alegre.

 

Autor: Claucia Ferreira da Silva.

Título: O lugar do indígena na notícia: estudo de caso sobre a tematização da ONG CIMI.

 

Autor: Juliano Rocha Rangel.

Título: O jornalismo cultural enfrenta Harry Potter. Estudo de caso do Suplmento Cultural “Segundo Caderno” do jornal Zero Hora de Porto Alegre.

 

Autor: Leandro Nazari de Melo.

Título: As especificidades das representações das rotinas de produção em jornalismo online.

 

Autor: Tatiana Vasco.

Título: Jornalismo cívico: o caso do Programa Comando Tarde.

 

Autor: Giovana Rech Godinho.

Título: Cidadania e consumo: presença das ONGs em dispositivos digitais na Web.

 

Autor: Rosana Kerkhof.

Título:  Interações comunicacionais em telefonia celular.

 

Autor: Carla Ferreira.

Título:  Mídia e Terceiro Setor.

 

Autor: Cleber Dariva.

Título: Campos sociais e lugares de pertencimento dos agentes do processo enunicativo (estudo de caso sobre o tema criança na Zero Hora).

 

Autor: Renata Martins.

Título: A circulação do discurso das ONGs no campo midiático : estudo de caso sobre a Sea Sheapard.

 

Autor: Grasiela Marcanti.

Título: O discurso midiático do Greenpeace e do AgirAzul.

 

Autor: Dayene Hoerlle.

Título: A Interacionalidade Mediática – o caso do site Gulp.

 

Autor: André Dornelles Pares.

Título: Crítica de cinema: interpretação e informação – análise de jornais de Porto Alegre.

 

 

As ressonâncias deste trabalho também repercutem sobre teses, dissertações e monografias de conclusão de curso produzidas em outras universidades e orientadas/co-orientadas e que de uma forma ou outra tiveram um envolvimento intelectual de alguns professores-pesquisadores integrantes da Rede:

 

Autor: João Baptista de Abreu Júnior.

Título: Rádio e formação de mentalidades – testemunha ocular da Guerra Fria na formação de mentalidades. Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ

 

Autor: Elton Antunes.

Título: Videntes imprevidentes: temporalidade e modos de construção do sentido de atualidade em jornais impressos diários. Universidade Federal da Bahia – UFBA

 

Autor: Netília Silva dos Anjos Seixas.

Título: Jornalismo e ironia: produção de sentido em jornais impressos no Brasil. Universidade Federal de Pernambuco

 

Autor: Paulo Gabriel Martins de Moura.

Título: A identidade cultural do gaúcho como abordagem persuasiva do marketing eleitoral de Olívio Dutra em 1999. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS

 

Autor: Luciana Erina Palma.

Título: Educação Física adaptada: a comunicação enquanto fator interveniente e eficiente para o processo ensino-aprendizagem. Universidade Federal de Santa Maria – UFSM

 

Autor: Maria Berenice Costa Machado.

Título: Estratégias híbridas de ação política e mercadológica. Estudo dos discursos normativo, jornalístico e publicitário do Jornal Zero HOra, no período 1998-2004. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS

 

Autor: Carmen Regina Abreu Gonçalves.

Título: Os presidenciáveis e a televisão: debates, entrevistas e propaganda nas eleições brasileiras de 2006. Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS

 

Autor: Suzana Campos Linke.

Título: De olho na mídia, com a boca no mundo: contribuição de um site de metajornalismo para o debate crítico sobre a mídia na internet. Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

 

Autor: Marcos Vinicius Pereira.

Título: A espetacularização da política no Cidade Viva. Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS

 

Autor: Ana Cláudia Loureiro Faria.

Título: A salvação do eu: representações do envelhecimento nos anúncios de previdência privada. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUCRJ

 

Autor: Regis Luiz Rieger.

Título: A TV regional como instrumento de preservação da cultura local/regional: um espaço para a promoçao da localização frente à globalização. Universidade Estadual de Ponta Grossa

 

Autor: Vicente William da Silva darde.

Título: As vozes da Aids na imprensa: um estudo das fontes de informação dos jornais Folha de São Paulo e O Globo. Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS

 

Autor: Daiane Scheid.

Título: Visibilidade institucional na Internet: Entre estratégias negociadas no campo midiática. Universidade Federal de Santa Maria – UFSM

 

Autor: Juliana Zanini Salbego.

Título: A produção dos efeitos de realidade em narrativas de VTs publicitários. Universidade Federal de Santa Maria – UFSM

 

Autor: Patricia Saideles Pires.

Título: A ciência na TV Aberta Estudo de caso: aquecimento global e os critérios de noticiabilidade no Fantástico e no Domingo Espetacular. Unifra.

 

Autor: Marcel Neves Martins.

Título: Sala de redação: um estudo etnográfico das dinâmicas e estratégias de enunciação dos debatedores.  Unifra

 

Autor: Lesiane Luz da Rosa.

Título: A representação da cultura gaúcha no Galpão Crioulo. Unifra

 

Autor: Ana Carla Severo.

Título: Jornalismo X Política: Os embates discursivos entre mídia e o governo paranaense. Unifra

 

Autor: Zenaide Peres.

Título: Rotinas produtivas na construção da notícia: experiências dos telejornais de Cruz Alta e Santa Rosa. Universidade de Cruz Alta

 

 

Também nas universidades co-gestoras da Rede foram desenvolvidos 57 trabalhos relacionados ao tema da Midiatização e correlatos e orientados por professores-pesquisadores membros da Rede:

 

Autor: Alejandra Guglielmini y Silvina Popok

Título: A río revuelto… CCC. FCS. UBA

 

Autor: Carolina Di Próspero y María Eugenia Maurello.

Título: Invenciones periodísticas. CCC. FSOC. UBA

 

Autor: Emilio Federico Corbiere.

Título: El bicentenario de la Revolución de Mayo. Periodismo e identidad cultural. CCC. FCS. UBA

 

Autor: Guillermo Schulmeier.

Título: Crisis energética ¿Cómo manejaron el conflicto las empresas y el gobierno? CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Jimena Guffanti.

Título: Dilemas del periodismo de investigación televisivo. Entre el mercado y el periodismo. CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Laura Baracco, y  Mercedes Barreiro.

Título: La voz del Pueblo. Análisis de su discurso durante la última dictadura militar. CCC. FCS. UBA

 

Autor: Laura Borromeres.

Título: Migraciones, cultura y comunicación.  CCC. FCS. UBA

 

Autor: Luciana Acosta y Luciana Annaratone.

Título: Cumbre y anti cumbre en las agendas globales y locales. CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Marcelo García.

Título: De la bronca a la esperanza. Política y discurso en las elecciones de la crisis. CCC. FCS. UBA

 

Autor: Maria Florencia Puppo y María Laura Greci.

Título: Las representaciones de los excluidos en los medios de comunicación. CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: María Julia Figueroa y Carolina Iturralde.

Título: Discurso político y TV. Estudio del caso CQC. CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Mariana Santa Cruz.

Título: La identidad cartonera en los medios. CCC. FCS. UBA

 

Autor: Mariano Coronado y Martín Ducá.

Título: Representaciones sobre el hambre en los medios de comunicación. CCC. FCS. UBA

 

Autor: Mariano García.

Título: La villa en los medios y los medios de la villa. CCC. FSOC. UBA

 

Autor: Pablo Gordo Díaz.

Título: Piqueteros en la prensa.  CCC. FCS. UBA

 

Autor: Silvia Marangelli y Teresa Tejo.

Título: Representaciones de la salud reproductiva. CCC. FCS. UBA

 

Autor: Castro, Leonardo.

Título: Periodismo, marketing e imagen de marca. El caso de Juan Varsky en La Nacion deportiva. CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Alejandra Busto.

Título: El lugar de la mujer en el mercado profesional del periodismo. CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Clara Fontán y Lucia Peró.

Título: Periodismo cívico en la Argentina reciente. CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Mónica García.

Título: Elecciones 2007. Agendas y opinión pública CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Tatiana Flaker y Virgina Beccaria.

Título: Diario La Opinión. CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Walter Bahton.

Título: Representaciones electorales en la campaña 2007. Perfil y Página 12 como formadores de opinión. CCC. FSOC. UBA.

 

Autor: Blanco, Valeria y Napolitano, Leticia.

Título: Malvinas y la desinformación. El rol de la prensa gráfica argentina y británica. 1982 – 2002. UBA

 

Autor: Bonavena, Analía.

Título: A propósito del “paco”: un análisis de la construcción discursiva de las drogas, el consumo y la adicción en los medios masivos de comunicación. UBA

 

Autor: Cullel, Raúl Alejandro.

Título: Elecciones 2003. Nuevas formas de hacer campaña. El candidato de la opinión pública.

 

Autor: Gutman, Daniel.

Título: La penumbra informativa. Mentiras y pecados en el periodismo de transición. UCES

 

Autor: Lev, Orly y Torres Day, Mariana.

Título: Retrato de la protesta. El trabajo, el clientelismo y la violencia en torno al movimiento piquetero. UBA

 

Autor: Loschi, Pablo.

Título: “Atrapados en la red”. El caso del teletrabajo a domicilio en los periodistas de los medios gráficos on line de Argentina.

 

Autor: Nisebe, Mariana y Pirogovsky, Gabriel.

Título: En busca de la E – rutinas. UBA

 

Autor: Queirolo, Miguel.

Título: La construccción de los editoriales de Clarín durante la dictadura de 1976 – 1983.

 

Autor: Raimondi, Marina.

Título: Inundaciones en Santa Fe. Tutor.  UBA

 

Autor: Ramis, Marisa y Sampere, Angeles.

Título: Ética periodistica. Crisis de la ética periodistica en la ultima decada.

 

Autor: Salerno, Maximiliano.

Título: Los medios y la reconstrucción de los asesinatos en el Puente Pueyrredón: la estigmatización piquetera.

 

Autor: Mucelli, Luciano

Título: El día y Hoy en la noticia en la campaña a intendente de 2003. Sus estrategias para favorecer un candidato. Universidad de San Andrés / Grupo Clarín.

 

Autor: Mosso, Ricardo

Título: La construcción de los discursos mediáticos sobre la polìtica en Santa Cruz: la revista alternativa La Tarde (2000- 2001). Universidad de San Andrés / Grupo Clarín.

 

Autor: Manuel Tufró.

Título: Representaciones sobre la política en la sociedad civil: genealogías, rupturas, continuidades. El caso de las agrupaciones vecinales para la seguridad. Doctorado en Ciencias Sociales, UBA.

 

Autor: Osvaldo Daicich.

Título: Tendencias y formalizaciones del nuevo cine argentino. Doctorado en Ciencias Sociales, UBA.

 

Autor: Mariano Gallego.

Título: El tango y la identidad. Entre lo local y lo global. Doctorado en Ciencias Sociales, UBA.

 

Autor: Jorge Gobbi.

Título: Una teoría del periodismo on line. Doctorado en Ciencias Sociales, UBA.

 

Autor: Gustavo Guirado.

Título: La noticia internacional y los procesos eleccionarios extranjeros en la prensa gráfica argentina. El caso de las presidenciales estadounidenses de 2004. Universidad de San Andrés.

 

Autor: Walter Fontana.

Título: La televisión y la construcción de las campañas políticas: el caso de la campaña presidencial argentina 1999. FCSoc, UBA.

 

Autor: Marcelo Pereyra.

Título: Medios periodísticos y agendas de la violencia de género. Maestría en Periodismo, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires (UBA).

 

Autor: Lara Krynveniuk.

Título: La crisis argentina de diciembre de 2001 en la agenda televisiva. Carrera de Ciencias de la Comunicación, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires (UBA).

 

Autor: Naldi Crivelli.

Título: Prácticas y Discursos sociales sobre victimización: el caso Cromagnon y la agrupación AVISAR. Carrera de Ciencias de la Comunicación, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires (UBA).

 

Autor: Gabriela Vulcano.

Título: Comunicación y construcción de identidades políticas y sociales. El caso de la Federación de Tierra, Vivienda y Habitat. Carrera de Ciencias de la Comunicación, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires (UBA).

 

Autor: Agustina Fourquet.

Título: El problema de la seguridad pública en la formación discursiva de los derechos humanos en la Argentina. Carrera de Ciencias de la Comunicación, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires (UBA).

 

Autor: Carola Birgin.

Título: Estudio de la génesis de un diario. El caso del diario Perfil. Carrera de Ciencias de la Comunicación, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires (UBA).

Mención en el Concurso nacional de Tesinas para optar al premio de la Federación Latinoamericana Carreras de Comunicación Social (FELAFACS).

 

Autor: Lía Claps.

Título: Violencia y victimización: estudio de representaciones y discursos. Los casos de COFAVI, Madres del Dolor y Organización por la Vida. Carrera de Ciencias de la Comunicación, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires (UBA).

 

Autor: Bibiana Cicutti.

Título: Registros urbanos de una modernidad periférica. Representaciones y transformaciones materiales en el frente costero de Rosario entre 1920 y 1940.

 

Autor: Mariel Falabella

Título: La relación entre arte y técnica en la producción espectacular: el caso de El Periférico de Objetos.

 

Autor: Juan Manuel Sodo

Título: Subjetividades argentinas contemporáneas: cultura futbolística y producción de subjetividad en Rosario, en el actual contexto de creciente mediatización. Sus articulaciones con distintos niveles de lo social.

 

Autor: Pablo Colacrai

Título: Operaciones discursivas de construcción de memoria. Análisis de la campaña electoral argentina de 2007.

 

Autor: Zulema Morresi

Título: Sujetos consumados. La construcción del sujeto desde el discurso publicitario gráfico. Un análisis comparativo: fines de los 50 – fines de los 90.

 

Autor: Silvia Morelli

Título: El inquietante currículo universitario como tecnología del saber y del poder. Un estudio de los discursos curriculares de la reforma en la universidad de los 90.

 

Autor: Magdalena Sprechmann.

Título: Representaciones e imágenes públicas de La Paloma. Estudio cualitativo para el desarrollo de la localidad. UNM.

 

Autor: Lucía Queirolo y Ana Inés Hareau.

Título: La Paloma según sus habitantes, visitantes e inversores. Estudio para la factibilidad de emprendimientos de desarrollo local. UNM.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO II

 

Texto-comentário do prof. Eliseo Verón, da Universidad San Andrés, Buenos Aires, Argentina 

 

Rosário, 13 a 15 de dezembro de 2006

 

Eliseo Verón: Então, vou tratar de fazer o que me disseram, que é uma síntese de todos os dias.

Vou ser breve porque acho que estamos todos muito cansados. Os problemas são muitos, de modo que esta uma lista de algumas coisas que a meu me pareceram que iam aparecendo em o caminho e outras ficaram por aí. Não há uma ordem, são pontos que a meu me parecem que foram discutidos, de maneira mais ou menos direta ou indireta e que implicam coisas que vai a haver que fazer no futuro digamos.

Um tema, um primeiro tema é a questão da relação com a midiatização, que aspectos tem esse fenômeno, que dimensões se podem enumerar… Aí surgiu, rapidamente, me parece, um certo consenso enquanto a que o importante é mais o processual que o puramente taxonômico, de classificação. Não se trata de classificar, mas… E esse tema do processo apareceu de novo esta demore com o que apresentou Fausto. Então… Mas bom: em mais uma visão bem processual que puramente classificatória está o tema de… Que aspectos, que dimensões, ou como as queira, se pode diferenciar dentro do que globalmente se chama o processo da midiatização. Aí tudo começou com as listas que fez Leila, que eram umas listas muito completas, compridas, além disso.Mas em algum momento ela fez uma que a meu me parece que todo mundo vai fazer o papel de acordo, que é incompleta seguramente, deve haver outras coisas que se deveria regular, mas… É uma espécie de sínteses que vos você fez em um momento, sobre os pontos básicos da questão que era a percepção do passo tempo, que isso apareceu várias vezes ao longo. O que vos você chamou um informativo, eu o interpretei como a questão do discurso da informação, a construção da atualidade, todo esse tema… que, de novo, hoje reapareceu muito na incursão final, a questão da identidade e dos coletivos que tem que haver com a identidade… Eu estou, digamos, lembrando tua lista… e as mudanças na cotidianidade, não? E, outro tema que reapareceu hoje quando estávamos na discussão com o que disse Eduardo sobre sua teoria, a questão das instituições. Essa lista é incompleta, mas são cinco pontos que acho que todo mundo está de acordo porque são cinco aspectos básicos do tema. Então, com relação a isso, a minha uma coisa que me pareceu muito interessante é que houve, um esforço em relação com essa questão dos aspectos da midiatização que tinha que ver com a periodização da midiatização. Isto não estava em tua lista porque, todavia, é mais um tema metodológico. Mas da midiatização, me pareceu ser um tema importante, já que, além disso, falamos de processos e os processos têm seu tempo realidade. A questão dos períodos que já deu lugar…

O de Paula e o de Beatriz, porque, além disso, tinham que ver com gêneros ficcionais, em ambos os casos. Isso me pareceu uma característica interessante, o do cinema e o das telenovelas, das novelas como chamamos. Porque aí estava muito bem colocada a questão de contexto político, econômico, o que for. E, digamos, todo o contexto, que pode… Onde operam fatores que possam levar a periodizar de uma maneira ou de outra. E, como isso aparece em outro nível, como produto dos meios, e, sobretudo, ficção. Aí há um tema muito genial que isso se não se discute, o que passa é que a questão discurso apareceu um pouco, por exemplo, apareceu na noção da referencialidade que usaste em tua teoria, mas, digamos, não se discutiu em si mesmo o que seria esta questão de discurso referencial, discurso ficcional. É um tema a que agrada a François Jost. Eu creio que a questão da ficção não é – mas isso é um parêntese pessoal – eu acho que a ficção não é um gênero, é um operador, digamos. Que se eu tomo uma história, que me contam, eu não posso saber se é ficcional ou é real, até que não me ponham um operador que é ficção. Por tanto, eu não creio que a ficção é um gênero. Em todo caso, isso me parece que aumenta o interesse de trabalhar com produtos ficcionais como as telenovelas ou a produção cinematográfica, em relação a que relação pode ter em uma direção ou em outra, não estou falando das determinações de um ou outro, com contextos de realidade políticas ou econômicas ou o que for, digamos. Aí me parece que houve duas questões importantes que têm a ver com o tema de fundo da historicidade do que um está estudando, e que muitas das coisas que um está estudando provavelmente vão desaparecer, o que aumenta o interesse em estudá-lo porque depois este se vai. Bom, esta questão geral da história das formas que me parece que apareceu muito bem nestes dois trabalhos que, além disso, eram trabalhos com cor de pesquisa empírica, digamos, sobre estas questões da periodização.

Agora, em relação com esta questão da periodização, há um problema muito mais geral que também apareceu, que é a questão, em um nível mais geral, porque estas outras periodizações que apareceram nestes dois trabalhos estavam muito bem localizadas, que é a questão mais geral dos grandes momentos da midiatização. E isso, Pedro pôs o dedo nisso, quando insistiu na questão da ruptura, e você fez um pouco em paralelo com a escritura. Também não se desenvolveu uma discussão sobre isso. Mas há um tema aí, geral digamos, há rupturas qualitativas no processo de midiatização, quais são, há como a sensação que neste momento se está produzindo uma, que não se discutiu em si mesma, mas que todo o mundo sente mais ou menos que algo que tem a ver com alguma ruptura está ocorrendo, mas bom. Aí há um tema muito geral, que é um grande tema a tratar, me parece, e que permitiria talvez, em outro plano, tratar de entender se houve várias, porque eu acho que todos estamos de acordo que houve várias destas rupturas na longa história da midiatização, que pontos comuns há nestas rupturas, digamos, não? Quais são os pontos comuns nas rupturas provocadas pelas tecnologias da comunicação? Desde a escrita, desde onde queiram começar. Quero dizer, a emergência da instalação na sociedade de uma nova tecnologia de comunicação, onde o exemplo seguramente é o dos traços que não teria que buscar, produz aceleração do tipo histórico. Por exemplo, é um exemplo, mas deve haver outras aplicações, digamos… parece que uma das características associadas à emergência, aos grandes momentos da emergência da tecnologia da comunicação. Uma das conseqüências é a forte aceleração do tipo histórico. Isso seria uma teoria também, seria preciso buscar o que há de comum nestes diferentes momentos em que se produz uma espécie de salto para passar algo que não é simplesmente a continuidade do que havia, mas há um cambio mais importante.

Então, bom… Depois há outro que é uma espécie de mega capítulo porque lá dentro há muitas coisas. Eu o chamo assim, mas acho que todo mundo vai entender a que me refiro com relação as questões que se discutiram, que é a questão dos níveis de descrição. E como se articulam estes níveis de descrição. Eu reformulo assim a questão dos diferentes aspectos da midiatização, porque os níveis de descrição me fazem pensar mais em tipos de linguagem que um uso em cada nível, digamos diferente, que isso apareceu – aparece todo o tempo – por exemplo, no que vou apresentar. Uma coisa é um nível de descrição que resume e sintetiza dados estatísticos, é uma coisa totalmente diferente que fazer uma análise de um corpus determinado. Há uma questão de articulação de nível de descrição que é bastante complicada, mas que está por trás de… Dada a aparente complexidade do tema da midiatização, e a complexidade dos aspectos que tem, o tema dos níveis de descrição é um tema básico, porque acho que aí se joga muito, digamos, se um articula bem ou mal esses diferentes níveis. Porque cada nível de discussão tem sua própria discursividade. Se um trata de conectar a psicanálise com a descrição macro dos meios, bom, aí há um problema de articulação de nível de descrição muito importante. Bom, isso é um enorme tema, uma das questões que apareceu mais diretamente em diferentes trabalhos, me parece, foi a questão da articulação entre o individual e o social. Isso esteve atrás da maior parte da coisa que se dissessem de diferentes pontos de vista.

O da passagem ao coletivo, esteve presente na apresentação que fez Armando, na apresentação que fez Eduardo esta manhã, e aí intervieram essas metáforas, que é dar atitudes de, digamos, quando se falou no início do das metáforas. O acoplamento como você disse. São essas metáforas, que eu chamei mais físicas, que Neila havia usado, não? Em castrar-se, aderir-se, são diferentes atitudes de imaginar-se a articulação entre níveis de descrição, digamos. Quando apareceu a questão da articulação no de Luhmann e no de NOME DE AUTOR , aí há um tema, não, aí há uma decisão teórica muito importante sobre como você vai articular, digamos. Porque o de Luhmann foi para uma posição muito extrema, foi, digamos, porque já morreu o pobre. E terminou, ou seja, o que era interpenetração no social system terminou sendo relação system enviroment, que é outra coisa muito diferente. Bom, isso é um tema que está, mais ou menos diretamente, está por trás de quase tudo. Articulação do individual com o social. Que parece um tema fundamental na questão da midiatização porque, entre outras coisas, sim há, digamos, rituais, rotinas, práticas dos atores que terminam sendo modificadas pelos sistemas dos meios. É um tema gigantesco que me parece que merece fazer parte desta lista.

Eu acho que o dos níveis de descrição tem muito a ver com teus assuntos de níveis de construção teórica, digamos, estas cruzas que fazes tem a ver com tua linha. Eu a expresso em outra forma, mas, é um tema que está muito perto, digamos. Porque os diferentes autores que por onde passas como que se localizam em diferentes teorias. Por respeito a estes temas, em parte, ocorre, porque os diferentes autores se colocam em níveis de descrição diferentes, então tens um problema de como os acomodar.

Há outro tema também gigantesco que é a questão, eu diria, grosso modo, do estatuto dos diferentes tipos de saber. Em pelo menos 3 ou 4 dos trabalhos que se apresentaram, se falou da encarnação. Isso me fez concordar, bom, não só aqui, com as coisas de Harry Colin sobre sistemas especiais, ele fala de encarnated knowledge. O saber encarnado. Eu acho que o tema geral estava também atrás de muitas coisas. Que tipos de saberes ou de conhecimentos há? E qual é o mais ou menos afetado por diferentes processos que têm a ver com a midiatização?

Isso é um tema muito central, hoje é a questão de… Não só na questão da discussão dos sistemas especiais, mas também na questão da inteligência artificial que, digamos, em sua versão mais dura, tende a reduzir a todos os saberes às possibilidades de uma tradução algorítmica. Mas isso é uma das discussões mais fortes que há agora. Mas acho que é um tema importante nesta coisa, porque é altamente provável que diferentes tipos de processos estejam articulados à questão da midiatização, afetam diferentes níveis de saber, do imaginário, ou como queiram dizer, dos atores, digamos. Isso seria o tema, para mim o número um. Muito importante… bom, dentro do qual eu, colocaria também outra questão que apareceu pouco assim de relance, nos diversos casos que se falou de processos.

Isso intervém também nessa questão dos saberes, que me parece que no caso (…) E o que me parece é que surge uma questão que se deve discutir sobre isso. Sobre os… os casos que eu plantei permanentemente em relação à questão psicológica, depois da mitologia, depois pós falante de experimentar-lo, pelo menos empírico, digamos. Colocando bem essa questão e, me parece que uma coisa que não se mencionou muito diretamente, mas, que é bastante central nesse problema de psicologia que um tem que ter. Estados, um modo de existência, de saber, digamos, a língua que permite mais diferenciar que existir. (…) é mais difícil, bom.

Digamos, uma coisa que me parece interessante, a propósito, é isso que, para ter em conta, que é a tipologia aplicada à questão das obrigações cognitivas, digamos. A abdução, indução e dedução. Porque, curiosamente, digamos, na verdade, a indução e a dedução são aplicações puramente instrumentais na construção do conhecimento. De conhecimento aí, nesse caso, puramente da ciência. Mas a adução é o fundamento da ciência da adução. Não é a dedução, é a abdução. E a abdução é a diferença da adivinhação. Abdução é próxima disso. Mas, não há conhecimentos científicos em abdução. Lembrei-me disso porque, se falou da abdução aqui em alguns momentos. Mas, tem a ver com essa problemática geral de diferentes tipos de saberes, como se articulam entre si e, bom, neste caso particular, que é o que é afetado, determinados contextos mais por tal ou qual tipo de fenômeno midiático. Se o ator racional é afetado pela televisão ou não. Porque há coisas que me parecem recentes e interessantes. Para mim isso é um tema que apareceu pouco, mas apareceu pelo lado da psicologia que está trabalhando com esse tema. Eu me lembrei, há pouco, da questão do medo… E, bom, a psicologia está começando a discutir os tipos de inconsciente diferentes, o inconsciente emocional e o inconsciente cognitivo. E, no caso, eu conheço (…) que faz uma crítica à ciência cognitiva, se esqueceram do inconsciente emocional, que se torna necessário integrar tudo isso. Isso também tem a ver com o trato de diferentes tipos de saberes, digamos, que é a questão que foi colocada, na sua origem, por William James, que diz que não corremos porque temos medo, mas temos medo porque corremos. Aqui se colocava a questão de diferentes tipos de saberes, e isso deduz um tipo que conhece bem Freud. Não está falando no ar.

Aí há temas interessantes que um pode ir incorporando a esta questão dos diferentes tipos de saberes. Isso em sua apresentação também apareceu. Muito claramente. Aí há uma quantidade de temas que me parecem importantes porque ao mesmo tempo, digamos, o que aparece como, de certo modo, como o paradigma do racional dessa linguagem propriamente dita, digamos, o sistema especial da linguagem é o mais inconsciente de todos. Como se disse várias vezes. Um fala, mas não sabe o que está fazendo. Isso é um dos sistemas mais encarnados que se pode ter.

Bom, depois, outro tema que, esse não foi muito discutido, mas apareceu, é a questão de, por assim dizê-lo, do futuro, do que um pode dizer, hipotetizar. Estava contido, digamos, implicitamente, no que disse Pedro sobre a ruptura. Por consentimento uma ruptura que não é possível ter nesse momento, por isso estão passando nos sistemas dos meios, digamos. Mas, aí há um tema importante que apareceu com essa questão do futurismo. Que estatuto tem e que pode fazer um com estas hipóteses que se referem ao que pode passar a partir de uma certa configuração de fatores em uma sondada, dado o forte grau, relativo grau de incerteza que há dentro desses sistemas, não? Porque, isso é um pouco do problema que, um dos problemas que aparece quando um fala das emergências e das conseqüências das tecnologias. Não é uma determinação tecnológica, mas se põe muito mais complicado que uma tecnologia, seja a internet, o cinema ou qualquer outra, que não tinham determinados os usos, os usos se inventaram depois. E como bem se disse, em muitos casos, principalmente no caso do cinema, a história ensina que o uso poderia ser radicalmente diferente do que foi, é um acidente histórico que o cinema tenha se convertido no lugar máximo da criação do imaginário psicológico. Bom, foi assim, mas poderia ser de outra maneira. Isto é, como não há determinação tecnológica a fazer profecias, é muito complicado. Bom, aí há um tema, porque eu tenho a sensação que há um sentimento que algo haveria, seria preciso começar a pensar que não tem passado, digamos. Isso me parece que está flutuando um pouco. E aí há vários temas importantes que, algumas coisas discutimos antes ou depois de algumas reuniões.

Eu acho que um aspecto repressor, eu o vejo assim, um aspecto que me parece importante com relação com o que um não pode assistir o que vai passar, é que, durante muito tempo, a evolução da midiatização foi a evolução das tecnologias da produção. E, a recepção, segue estando no mesmo macaco que começou a caminhar a 17 milhões de anos. Com o mesmo equipamento sensorial e etc. Ou seja, a evolução tecnológica é a evolução em um lugar dos dois, digamos, só em produção. Seguimos escutando com as mesmas orelhas que antes. Agora começa a passar uma transferência de dispositivo tecnológico da produção à recepção. Que vai acontecer com isso?

Acho que isso nunca passou antes. E, digamos, isso não é simplesmente o que aparece na fotografia ou com a rádio, não. Isso é outra coisa. E é tão complicado porque, digamos, no caso particular da televisão, que está um pouco no centro da atenção de todo o mundo pelo rol que adquiriu historicamente, é que, o consumo, foi até muito pouco tempo, controlado por produtores. Por produtores que diriam quando você ia ver e o quê. Como isso acabou, acabaram os negócios. É preciso pensá-los de outra maneira. Porque, digamos, o marketing da televisão, durante 50 anos, foi a rivalidade de programas. Se não há mais rivalidade de programas… Isso é um tema que faz com que a questão se coloque complicada e pesada nesse momento. Mas, esse é um dos temas que me parece da questão do futuro e, há um tema gigantesco que só vou mencionar porque, além disso, exige bastante, que é a questão dos imaginários.

Lembro porque é um tema central, mas isso exige uma longa discussão. Por outro lado, há outro que quase não apareceu, que é a questão, apareceu no seu trabalho sobre o de Paloma, que é a questão, um dos modos como se colocou a questão sobre a teoria e prática. Teorias da Comunicação e Comunicação aplicada a problemas concretos. Isso é também um tema importante. Esteve por trás em alguns momentos mas não se falou muito. Bom, no que ela apresentou também, em mais um contexto de teoria pedagógica, mas a questão estava perfeitamente presente sobre a questão teoria, prática, aprendizagem, transformação operatória e coisas.

No final de todos, reapareceu esse tema da processualidade, em relação com a midiatização, e nisso insistiu Fausto bastante, porque, digamos… aqui apareceram duas figuras da investigação com representações muito importantes. Uma é o que disse sobre a relação entre certos momentos da história dos meios e como os discursos produzidos pelos meios têm algum tipo de relação com isso que passou, por outro lado, em nível político, econômico, etc. Que uma pessoa trabalha com certos períodos e é um trabalho quase de historiadores de certo modo. E como isso, me apaixona falar, como foi evoluindo a imprensa gráfica nos anos 20 e como foi evoluindo a criminalidade com modelos do cinema. Bom, esse tipo de pesquisa, e por outro lado a investigação se centra em um nicho, que pelas suas características particulares é como se encontram os sistemas dos meios, digamos. Então, nesse momento se vê coisas que em um momento normal não se vê. Por isso, com o que dizes sobre esta aparição do PCC na Globo, bom, isso é outro modo de entrada, por isso se fala em  excepcionais, assim penso eu. Então, esses momentos onde, pelo peso do que passa, é como que, até um pode dizer que certas rotinas ficam como no ar, e não se sabe bem como proceder, e aí há coisas que se revelam muito importantes, e aparecem como dois modos empíricos de investigar a midiatização. A questão da periodização histórica e, como isso sempre está disfarçado, a evolução da forma com a evolução do contexto… Há essa primeira forma e a outra que é muito mais pontual que, digamos, um tem uma espécie de ponto incandescente que é um nicho particular, e em pouco isso explode, e um vai vendo coisas que normalmente não se veria. E inclusive os profissionais, nesse momento, me parece que se dão contam, cobram a consciência de certas coisas que na sua rotina não havia, estavam tão automatizados, que é um saber internado, ou seja, totalmente inconsciente digamos.

Bom, eu acho que isto não é como percurso, é simplesmente alguma das coisas que me parece que se apareceram em todo o programa de trabalho. Me cabe agradecer, o que me pareceu… TODOS FALAM JUNTOS… Fausto me convidou a Unisinos a falar de ideologia. TODOS FALAM JUNTOS… E isso é o pior. Ele me expressa um desejo, eu coloco como obrigação e além disso,  o faço.

Eu não sei se é hábito em outras universidades, mas no Brasil não é, promover estes encontros com relações triádicas, com o terceiro como articulador. TODOS FALAM JUNTOS. Mesmo que não saibamos, a figura do terceiro é uma figura muito positiva em nosso trabalho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO III

PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO PROSUL

São Leopoldo, 10 a 12 de outubro de 2007

Abertura da Reunião 8h30. Local: Miniauditório Pedro Pinto (UNISINOS)

 

1º Dia – 10/10 (quarta-feira)
Miniauditório Pedro Pinto

8h30 às 18h30

15min apresentação

30min debate

Processos Sociais e Midiatização

SALA 1 – 3D102

9h30 às 18h30

15min apresentação

30min debate

 

Territórios e

Ambiências

SALA 2 – 3D103

9h30 às 18h30

15min apresentação

30min debate

 

Cultura, Dispositivos e Tecnologia

 SALA 3 – 3D105

9h30 às 18h30

15min apresentação

30min debate

 

Cultura, Dispositivos e Tecnologia

SALA 4 – 3A421

9h30 às 18h30

15min apresentação

30min debate

 

Discursividades

MANHÃ

9h30 – Mesa 1

1.  Antônio Heberlê/Sadi Sapper

2. Deise Lange

11h – Intervalo

11h30 – Mesa 2

3. Viviane Borelli

4. Micael Behs

13h – Encerramento

MANHÃ

9h30 – Mesa 5

1. Maria Helena Weber

2. Alexandre Rossato

11h – Intervalo

11h30 – Mesa 6

3. Guaciara Freitas

4. Fernanda Cruz

13h – Encerramento

MANHÃ

9h30 – Mesa 9

1. Hebe Gonçalves

2. Madilei Silva

11h – Intervalo

11h30 – Mesa 10

3. Carlos Franco

4. Ângela Zamin

13h – Encerramento

MANHÃ

9h30 – Mesa 13

1.    Fabiane Sgola

2.    Otávio Klein

11h – Intervalo

11h30 – Mesa 14

3.    Paulo Gasparetto

4.    Camila Cornutti

13h – Encerramento

MANHÃ

9h30 – Mesa 17

1. Adair Peruzollo

2.  Eloísa Klein/Mariana Bastian

11h – Intervalo

11h30 – Mesa 18

3. Frederico Tavares

4. Michele Negrini

13h – Encerramento

TARDE

14h30 – Mesa 3

5. Amilton Gláucio

6. Ivete Frossá

16h – Intervalo

16h30 – Mesa 4

7. Neusa Ribeiro

8.  Daniel Barsi/Lourdes Silva

9. 18h30 – Encerramento

TARDE

14h30 – Mesa 7

5. Ada Silveira Machado

6. Maria Cláudia Quinto

16h – Intervalo

16h30 – Mesa 8

7.  Milton Larentis

18h30 – Encerramento

 

TARDE

14h30 – Mesa 11

5. Demétrio Soster

6. Marcelo Engel

15h30 – Intervalo

16h – Mesa 12

7. Tânia Almeida

8. Eugênia Barichello

18h30 – Encerramento

TARDE

14h30 – Mesa 15

5. Graciela Presas

6. Michele Dacas

15h30 – Intervalo

16h – Mesa 16

7. Ricardo Fiegenbaum

18h30 – Encerramento

 

TARDE

14h30 – Mesa 19

5. Ilídio Pereira

6. Carmen Abreu

15h30 – Intervalo

16h – Mesa 20

7. James Görgen

8. Arnaldo Chagas

18h30 – Encerramento

 

 

PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO PROSUL

São Leopoldo, 10 a 12 de outubro de 2007

 

Planilha de atividades da Rede

 

2º dia: Quinta-feira (11/10/2007)

 

MANHÃ

Tema: Midiatização e Processos Sociais

 

9h30   Beatriz Quiñones (Colômbia)

 

    Lila Luchessi

(Argentina)

 

    Stella Martini

(Argentina)

 

13h Encerramento  

 

 

 

TARDE

Tema: Discursividades

 

14h30   Sandra Valderatto (Argentina)

 

    Neyla Pardo

(Colômbia)

 

    Antônio Fausto Neto

(Brasil)

 

18h30 Encerramento  

 

 

 

PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO PROSUL

São Leopoldo, 10 a 12 de outubro de 2007

 

Planilha de atividades da Rede

 

3º dia: Sexta-feira (12/10/2007)

 

MANHÃ

Tema: Territórios e Ambiências

9h30   Armando Silva (Colômbia)

 

    Pedro Gilberto Gomes

(Brasil)

 

    José Luiz Braga

(Brasil)

 

13h Encerramento  

 

 

 

TARDE

Tema: Cultura, Dispositivos e Tecnologias

 

14h30   Eduardo Vizer (Argentina)

 

    Jairo Ferreira

(Brasil)

 

    Eduardo Rebollo (Uruguai)
18h30 Encerramento  

 

 

 

 

 

 

ANEXO IV

 

Eventos de interação com o público externo

Seminário da Rede em São Leopoldo

Outubro de 2007

 

 

Resumos das comunicações apresentadas:

 

Tema: Processos Sociais e Midiatização

Miniauditório Audiovisual

 

  1. A ORDEM DO DISCURSO NA ESFERA DA MÍDIA

Antonio Luiz Oliveira Heberlê e Sadi Sapper (Jornalistas da Embrapa Clima Temperado e Professores da Universidade Católica de Pelotas – UCPEL)

Resumo: Os discursos e os conceitos que emanam dos diferentes segmentos sociais contém noções que os sustentam. Referem elementos do contexto social e político e se fundem a partir da tensão, do entrechoque das idéias, e assim chegam à mídia. Numa sociedade em que parece que nada pode ser escondido, vive-se mais do que o primado da informação, o da performance, dos discursos funcionais, ajustados. Para fazer parte da esfera dos ditos, há necessidade de se ajustar ao modelo discursivo predominante, das mídias, de tal forma que o máximo grau da sociedade é acessar os seus indicadores, ou as chaves de acesso. Por isso, da mesma forma que se pode dizer que não existe nada fora do olho da mídia, também se pode induzir que as regras midiáticas ditam a situação, resultando em performances, comportamentos que se ajustam, tal a nova ordem do discurso, e do fenômeno da midiatização.

Palavras-chave: Mídia, discurso, sentidos

 

  1. O SITCOM A GRANDE FAMÍLIA – MEDIATIZAÇÃO DA QUOTIDIANIDADE ATRAVÉS DO HUMOR

Daysi Lange Albeche (Professora da Universidade de Caxias do Sul – UCS e Doutoranda do PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: O artigo reflete sobre o estágio atual da pesquisa em fase de elaboração que se situa na interface mídia e sociedade, no contexto da televisão brasileira aberta, tendo por objetivo central verificar os modelos de comportamento ofertados pelo discurso televisual que inter-relacionam os membros da família classe média brasileira através da análise do sitcom A grande família.

Palavras-chave: gênero, sitcom, humor

 

  1. A MIDIATIZAÇÃO DO FENÔMENO RELIGIOSO PELA TELEVISÃO: DA TRANSMISSÃO EM OFF À ROMARIA DE ‘CINCO MINUTOS’

Viviane Borelli (Professora adjunta do Centro Universitário Franciscano – Unifra/Santa Maria)

Resumo: O objetivo do artigo é descrever como o dispositivo televisivo constrói os sentidos sobre a Romaria de Nossa Senhora da Medianeira, que acontece anualmente, em Santa Maria, RS, reunindo 300 mil pessoas. A Rede Vida de Televisão transmite ‘ao vivo’ a festa religiosa desde 1996 e, através de processos midiáticos crescentes, altera temporalidades, formatos, estratégias e modos de mostrá-la. A reflexão centra-se em descrever e analisar o conjunto de operações através das quais a televisão produz a midiatização de rituais que lhe são externos e que constituem o acontecimento religioso. Mostra-se que por meio de lógicas e gramáticas próprias, a televisão transforma a própria noção de acontecimento, engendrando a sua própria cerimônia.

Palavras-chave: Midiatização, dispositivo, Romaria

 

  1. E DEUS FEZ O HOMEM… E A IGREJA TORNOU-SE MÍDIA

Micael Vier Behs (Jornalista, Bolsista Capes, Mestrando PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: A proposta de trabalho desenvolvida neste artigo circunda em torno da hipótese da midiatização do campo religioso, cuja manifestação mais representativa seria a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), denominação evangélica movida a lógicas de mídia1. A IURD é uma denominação fortemente constituída em torno de investimentos, processos, operações, linguagens e dispositivos de midiatização que a fazem operar sentidos através do que denomino de “experiência total” do religioso. Essa experimentação peculiar da fé estaria consolidada numa determinada matriz que reúne mídia e religião, fazendo com que a IURD seja reconhecida e interpelada através dos próprios emblemas da midiatização.

Palavras-chave: Midiatização, Religião, Sentido

 

  1. O PROCESSO DE MIDIATIZAÇÃO DA ÉTICA NO REALITY SHOW BIG BROTHER BRASIL

Amilton Gláucio de Oliveira (Professor Universidade Federal Alagoas – UFAL)

Resumo: Reflexões a respeito do processo de midiatização da ética no formato de produto televisivo de circulação global conhecido como o reality show Big Brother. Poder de construção de uma sociabilidade restringida ao mundo midiatizado, cuja problemática interacional reverbera para o cotidiano, promovendo o seu desdobramento no mundo social. Estudo da questão da ética no Big Brother Brasil como processo de refinamento e do domínio midiático sobre a produção de sentido.

Palavras-chave: midiatização, ética, reality show Big Brother Brasil

 

  1. JORNALISTAS E A MIDIATIZAÇÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS ORGANIZAÇÕES

Fabiane Sgorla (Mestranda em Comunicação Midiática pela UFSM)

Maria Ivete Trevisan Fossá (Professora do Mestrado em Comunicação da UFSM e do Programa de Pós-Graduação em Administração da UFSM)

Resumo: Este estudo apresenta reflexões sobre a mídia como legitimadora das organizações através do conceito de responsabilidade social. Por meio da aplicação de questionários aos jornalistas da mídia impressa de Santa Maria/RS, Diário de Santa Maria e A Razão, buscou-se verificar a relevância da responsabilidade social nas discussões diárias provocadas pela imprensa e se uma indústria de bebidas localizada em Santa Maria, caso estudado, é vista como empresa socialmente responsável. Logo, foi possível observar as diferentes concepções sobre o tema entre os jornalistas entrevistados, além de se perceber a necessidade da criação de estratégias comunicacionais inovadoras, com a finalidade de clarear aos profissionais de imprensa os conceitos referentes à responsabilidade social.

Palavras-chave: mídia, legitimação, jornalistas, responsabilidade social empresarial

 

  1. TRABALHO FEMININO: MEDIAÇÃO ESSENCIAL NA CONSTITUIÇÃO DAS REDES INFORMAIS DE COMUNICAÇÃO

Neusa Maria Bongiovanni Ribeiro (Professora no curso de graduação em Comunicação Social, no Centro Universitário Feevale)

Resumo: O artigo ora encaminhado ao Seminário Midiatização e Processos Sociais, com o título Trabalho feminino: mediação essencial na constituição das redes informais de comunicação trata do tema trabalho como uma das mediações essenciais procedidas pelas mulheres, nas relações comunicacionais estabelecidas na constituição das redes informais de comunicação. Esta concepção, ao se estudar recentemente as redes informais de comunicação, surge por ser assunto recorrente às mulheres, por suas necessidades cotidianas de sua própria manutenção e da família, considerando-se que o trabalho é fator de geração de renda, mas também da elevação da auto-estima, do estímulo à busca e desenvolvimento de novos conhecimentos, e de um reconhecimento de um lugar próprio da mulher, nos grupos onde se inserem.

Palavras-chave: Mulheres, redes informais de comunicação, trabalho

 

  1. CIDADANIA E NOVELA: A MIDIATIZAÇÃO DE QUESTÕES SOCIAIS EM HORÁRIO NOBRE

Daniel Barsi Lopes (Publicitário, Bolsista Capes, Mestrando PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Lourdes Ana Pereira Silva (Publicitária, Bolsista Ford, Mestranda PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: O artigo analisa as relações entre cidadania e novela, focando nas maneiras como esse gênero pode trazer visibilidade às questões sociais e às causas coletivas na sociedade midiatizada contemporânea, possibilitando, assim, a conformação da cidadania nos telespectadores. O texto observa experiências de agendamento e tematização de determinados assuntos de relevância social na pauta de conversação pública a partir da exposição desses temas na teledramaturgia e examina, também, a maneira como certos tópicos podem ter momentos de ocultação e parcialidade nesse mesmo movimento de visibilidade proporcionado pelas novelas. O artigo permeia as estratégias metodológicas quando articula os processos de produção, recepção e circulação tendo presente a comunicação em seus processos.

Palavras-chave: cidadania, novela, midiatização, questões sociais

 

 

Tema: Discursividades

Sala 3 A 421

 

  1. MIDIATIZAÇÃO, SOCIEDADE E SENTIDO

Adair C. Peruzzolo (Professor Universidade Federal de Santa Maria – UFSM)

Pretendo elaborar a questão da ‘Midiatização, Sociedade e Sentido’ no modo como ela faz sentido para mim. Para tanto, espero pôr em cena aspectos socioteóricos que possibilitem pensar a questão da midiatização na sua interrelação com a sociedade e os processos de produção de sentidos, que fundam o fazer da comunicação. Procurarei ler nessas relações alguns sentidos do fenômeno da comunicação a que se denomina midiatização. Marco alguns pressupostos, que certamente não são claros pelos seus meros enunciados, e busco trabalhar a questão pelo viés da sua constituição sociocultural humana o que, de certa maneira, também significa apontar potencialidades dos Meios de Comunicação Social.

Palavras-chave: Midiatização, Comunicação Social, Comunicação e Cultura, Comunicação e Tecnologia

  1. A QUEM FALA O PROFISSÃO REPÓRTER? MODOS DE ENDEREÇAMENTO DO PROGRAMA QUE MOSTRA “OS BASTIDORES DA NOTÍCIA”

Eloísa Joseane da Cunha Klein (Jornalista, Bolsista CNPq, Mestranda PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Mariana Bastian (Jornalista, Bolsista Capes, Mestranda PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: O artigo analisa o quadro ‘Profissão Repórter ‘(apresentado no Fantástico, Rede Globo, aos domingos), desde suas características de endereçamento à recepção. Trabalha com conceitos referentes às descontinuidades, à mudança no lugar do receptor e à autoreferencialidade nos processos de midiatização. Para tanto, realizou-se a análise de duas emissões, nas quais são observadas as temáticas, a referência ao papel do jornalismo, os recursos técnicos e a relação com as fontes.

Palavras-chave: Jornalismo, endereçamento, autoreferencialidade

 

  1. QUANDO O JORNALISMO ENCONTRA A AUTO-AJUDA: MIDIATIZAÇÃO E RESSEMANTIZAÇÃO DO DISCURSO NOTICIOSO

Frederico de Mello Brandão Tavares (Jornalista, Bolsista CNPq, Doutorando PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: O presente artigo busca traçar um esboço de compreensão sobre um movimento peculiar dentro do campo do jornalismo na contemporaneidade: o de valoração e constituição de um discurso midiático-jornalístico com características de auto-ajuda. Neste caminho, procura-se refletir sobre o contexto de midiatização da sociedade e a inserção do jornalismo no mesmo, abordando as tensões existentes entre as noções de jornalismo como conhecimento, sua relação com saberes especializados e a sua própria especialização. Por fim, problematiza-se sobre o jornalismo especializado de revista e a reconfiguração, com a emergência  contemporânea de discursos sobre bem estar e qualidade de vida, de um outro fazer noticioso e informacional no interior deste campo.

Palavras-chave: Jornalismo Especializado, Midiatização, Auto-Ajuda

 

  1. A CONDENAÇÃO DIANTE DO PÚBLICO: A APRESENTAÇÃO DO “CRIMINOSO” NO JORNALISMO TELEVISIVO

Michele Negrini (Professora da Universidade Federal de Santa Maria/UNIPAMPA – São Borja)

Resumo: Este artigo tem como objetivo principal refletir sobre a forma como os criminosos são apresentados no jornalismo televisivo, com foco específico no programa Linha Direta da Rede Globo. Para a análise, utilizamos conceitos básicos da análise do discurso de linha francesa. Como objeto, verificamos cinco edições do programa, as quais foram ao ar durante os meses de outubro e novembro de 2004. Não foram levadas em consideração as edições especiais do “Linha Direta Justiça”

Palavras-chave: criminosos, espetacularização, jornalismo televisivo

 

  1. A IDENTIDADE RACIAL NO DISCURSO MIDIÁTICO SOBRE POLÍTICAS AFIRMATIVAS

Ilídio Pereira (Doutorando PPGCOM/ UFRGS)

Resumo: A sociedade contemporânea se caracteriza por uma série de mudanças em todos os aspectos da vida social. Os discursos que circulam na mídia assumem um papel crucial na construção de identidades uma vez que nossos significados passam a ser prioritariamente construídos pelos discursos midiáticos. Assim, este ensaio à luz da Análise Crítica do Discurso, tem por objetivo trazer subsídios teóricos que ajudam na reflexão sobre a relevância da mídia na construção de sentidos, focando a construção de identidades no contexto das relações raciais.

Palavras-chave: Mídia, Identidade, Análise Crítica do Discurso

 

  1. LULA E ALCKMIN: O PRIMEIRO DEBATE NA ELEIÇÃO DE 2006 E SUA REPERCUSSÃO NA MÍDIA

Carmen Abreu (Mestranda PPGCOM/ UFRGS)

Resumo: Buscamos, nesse texto, apresentar os passos iniciais da pesquisa que está sendo desenvolvida no mestrado. O estudo tem como objeto a atuação dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva do PT e Geraldo Alckmin do PSDB nos debates e a repercussão dos encontros na mídia na eleição presidencial de 2006 no Brasil. A relação entre mídia e política está cada vez mais acentuada e nesse contexto o jornalismo ocupa a posição de mediador dos fatos. O objetivo, aqui, é identificar o tipo de cobertura que os jornais realizam dos debates, partindo do pressuposto de que estes ocupam papel importante em uma campanha eleitoral e configuram-se em acontecimento jornalístico.

Palavras-chave: Comunicação Política, Debates políticos, Jornalismo

 

  1. NOTICIANDO EM CAUSA PRÓPRIA: JORNALISMO E A VOZ DO “DONO”

James Görgen (Mestrando PPGCOM/ UFRGS)

Resumo: Este artigo tem como objetivo traçar hipóteses iniciais a respeito do discurso jornalístico que aborda as questões relativas aos interesses particulares das empresas brasileiras de mídia. Especificamente, a intenção é entender como se constrói o “contrato de leitura” entre veículo e público nesses casos e como se dá a produção de consenso a priori contra a ação regulatória do Estado sobre os agentes da comunicação social. Interessa também perceber como e se os grupos de comunicação, por meio de monofonia no noticiário de suas empresas e pela posição que ocupam nos mercados, estabelecem a opinião dominante a partir da qual extraem vantagens políticas ou econômicas para seus negócios sem afetar a credibilidade dos produtos informativos.

Palavras-Chave: Discurso Jornalístico, Economia Política da Comunicação, Contrato de leitura

 

  1. A MEDIATIZAÇÃO DOS DISCURSOS SOBRE DROGAS EM CAMPANHAS DE PREVENÇÃO

Arnaldo Toni Chagas (Psicólogo e Professor da Ulbra/SM – Doutorando da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre questões que envolvem o objeto de estudo proposto para pesquisa de doutorado no PPG-Com  da Unisinos, atualmente em processo de qualificação. Trata-se de apresentar uma leitura prévia referente a midiatização dos discursos sobre prevenção as drogas, considerando uma ampla campanha antidrogas realizada por uma ONG com sede em Curitiba (PR) e que foi veiculada em todo o Brasil através dos principais meios de comunicação. Como matriz e fundamento deste trabalho, propõe-se uma reflexão sobre as relações entre os campos sociais e o campo dos media, daí, poder pensar nos processos de midiatização envolvidos na produção da referida campanha e de seus discursos.

Palavras-chaves: Campos sociais, midiatização, campanha antidrogas

 

 

Tema: Territórios e Ambiências

Sala 3 D 102

 

  1. O ESPETÁCULO POLÍTICO-MIDIÁTICO E A PARTIÇÃO DE PODERES

Profª. Drª. Maria Helena Weber (Professora PPGCOM/ UFRGS )

Resumo: O trabalho tem por objetivo desenvolver uma análise sobre a convergência e a disputa de poderes (institucionais, sociais e individuais) a partir da categoria espetáculo político–midiático.  Pretende-se demonstrar o processo constitutivo desse tipo de espetáculo que emerge na contemporaneidade, a partir das transformações e das novas configurações dos poderes políticos, econômicos e midiáticos e as novas sociabilidades. Essa combinação ocorre em novos territórios e na apropriação de acontecimentos e comportamentos. Como tal, gera produtos e processos que borram as fronteiras das esferas pública e privada, atribuindo novos sentidos aos acontecimentos políticos. O espetáculo político-midiático é o lugar privilegiado de produção e consumo de imagem institucional. Assim, tanto no processo de fabricação do espetáculo quando da partição dos resultados da ocorrência desse espetáculo é possível identificar os poderes institucionais (políticos, econômicos, jurídicos), os poderes individuais e sociais e suas respectivas paixões, entendidas como o dispositivo de construção e compreensão teórica do espetáculo e como as marcas imanentes do funcionamento da comunicação midiática.

Palavras-Chave: Espetáculo, Midiatização, Comunicação Política

 

  1. OS SENTIDOS PRODUZIDOS PELOS VALORES SUSTENTADOS NO DISCURSO DA REVISTA VEJA

Alexandre Rossato Augusti (Professor da Universidade Federal de Santa Maria/Universidade Federal do Pampa – unidade de São Borja)

Resumo: Com o objetivo de responder como a revista Veja constrói comportamentos e institui sentidos sobre os valores que norteiam esses comportamentos, foram analisadas 22 reportagens de capa, sobre comportamento, para apontar os principais valores que a revista destaca como centrais para nortear o comportamento contemporâneo. Após identificar os valores e suas marcas discursivas, foi realizado um mapeamento da presença desses valores no discurso de Veja sobre o comportamento contemporâneo. Esse mapeamento indica que eles podem ser reunidos em três grupos: valores dominantes; intermediários; e residuais. Nesse artigo, serão analisados valores intermediários, único grupo que reúne todos os tipos motivacionais compreendidos na análise: hedonismo, auto-realização, poder social, autodeterminação e estimulação.

Palavras-chave: jornalismo; comportamento; valores

 

  1. AFAVELA TÁ BOMBANDO: O PROCESSO DE MIDIATIZAÇÃO DA PERIFERIA

Guaciara Freitas (Jornalista, Bolsista Capes, Doutoranda PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: Apresento aqui, algumas reflexões sobre os esforços de absorção periferia-mídia /mídia-periferia, articulados em um processo de circulação midiática  motivado por interesses mútuos, pois a mídia necessita dos elementos do mundo  “real” para alimentar sua inscrição e as periferias, bem como os diversos setores da sociedade, buscam espaços de expressão e visibilidade, cientes de existirem em um ambiente social em via de acelerada midiatização. Nesta abordagem considero também a relação entre as lógicas de produção acionadas por movimentos sociais urbanos ao empreenderem ações culturais nas periferias das grandes cidades e as lógicas de produção da mídia. Enfatizo que esta relação não é aqui observada pelo ângulo bidirecional da produção e da recepção, mas por uma perspectiva sistêmica de interação social.

Palavras-chave: midiatização, periferia, dispositivos sociais

 

  1. MÍDIA E POLÍTICA DE IDENTIDADE: A MALHA DE COMUNICAÇÃO LOCAL-INTERNACIONAL NAS FRONTEIRAS BRASILEIRAS

Ada Cristina Machado da Silveira (Coordenadora do Mestrado em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM)

Joseline Pippi (Coordenadora do Curso de Jornalismo da UFSM, Campus de São Borja)

Resumo: O artigo sintetiza resultados de um estudo aprofundado sobre as terras de fronteira do Brasil Meridional e discute a ação da mídia neste contexto. A malha de comunicação aí construída tem por objetivo fixar a identidade cultural e suas características se concentram em articular a relação local-internacional e manifestar seu caráter polifônico. Analisam-se as características constitutivas da malha e os aspectos inerentes à especial relação entre os níveis local e global nas terras de fronteira. A perspectiva da globalização exige propor uma política de identidade que atente para o papel da mídia na relação de sociedades próximas territorialmente e que se encontram separadas pelo estado-nação.

Palavras-chave: mídia, discurso, identidade, terras de fronteira, globalização

 

  1. PARTICULARIDADES DA SOCIALIZAÇÃO MIDIATIZADA TELEVISIVA NA RECEPÇÃO DE ADOLESCENTES DE INSTITUIÇÕES DE ACOLHIMENTO

Fernanda Guimarães Cruz (Professora da Associação Educacional Luterana Bom Jesus/IELUSC)

Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre como se processa, no âmbito da recepção, a socialização midiatizada operada pela televisão em se tratando de adolescentes que vivem em instituições de acolhimento em Porto Alegre. Ao resgatar alguns elementos do fluxo televisivo que se instituem como matrizes de socialização (tendo como mediação desse processo a própria instituição de acolhimento, os grupos de relações e amizades e o habitus) procuro trazer pistas no que se refere às possíveis reconfigurações na identidade desses adolescentes decorrentes das aprendizagens midiáticas.

Palavras-chave: midiatização, socialização, recepção

 

  1. IMAGENS DE MORTE NA MÍDIA IMPRESSA: O OLHAR DO FOTÓGRAFO.

Maria Cláudia Quinto (Mestre pela PUC-Rio)

Resumo: Este estudo procurou analisar a percepção dos fotógrafos acerca das imagens de morte publicadas na mídia impressa. Para tanto, foram entrevistados dez fotógrafos que expressaram a sua opinião a respeito da publicação, produção e recepção das imagens de morte. Tais depoimentos levam à conclusão que o público é visto como desejoso por imagens violentas, principalmente, no que diz respeito à população de baixa renda. Criam-se várias justificativas para tais publicações, que variam desde o desejo do público por sangue, a brutalidade existencial e o argumento de ser “fotojornalismo”. Existe a preocupação em extrair a beleza da morte, fotografá-la de maneira indireta e sutil. O bom senso, o respeito às pessoas e a reação do público são considerados os reguladores das publicações, e os Códigos de Ética não são mencionados. Não há consenso entre os entrevistados quanto à incidência das imagens de morte com relação ao passado e à manipulação. Os reguladores da produção das imagens e da publicação das mesmas são freqüentemente subjetivos e relativos.

Palavras-Chave: Fotojornalismo, Imagem, Morte

 

  1. ACONFIANÇA MIDIÁTICA NAS CAPAS DE JORNAIS DO INTERIOR

Milton Larentis

Professor de História e Filosofia da Universidade de Caxias do Sul – UCS

Resumo: Procura-se conhecer a confiança midiática presente em capas de jornais do interior, através de estudo bibliográfico e pesquisa de campo. Analisar a formação conceitual que dá sustentação ao termo “confiança midiática” relacionando com a Retórica, a Psicologia Social e a Sociologia. Fazer aproximações do termo confiança midiática com credibilidade, credibilização,  fidelidade e persuasão. Verificar a presença da confiança midiática a partir de estudos realizados com jornais do interior, mais especificamente em suas capas; notando títulos, chamadas, cores, ilustrações e imagens fotográficas.

Palavras-chave: confiança midiática, capas, jornalismo

 

 

Tema: Cultura, Dispositivos e Tecnologias

Sala 3 D 103

 

  1. INCURSÕES TEÓRICO-EMPÍRICAS SOBRE AS ROTINAS PRODUTIVAS DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS NACIONAIS: A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA

Hebe Maria Gonçalves de Oliveira (Professora do Departamento de Comunicação da Universidade Estadual de Ponta Grossa, no Paraná)

Resumo: Este artigo visa apresentar as atividades desta pesquisa em curso sobre as agências de notícias nacionais, desenvolvidas até então sob dois movimentos metodológicos: um orientado para a abordagem teórica e o outro, para a incursão ao campo. Estes dois movimentos, perpassados por reflexões teóricas e incursões empíricas às rotinas de produção jornalísticas, têm constituído vários “feixes de luzes” sobre a fase exploratória desta pesquisa iniciada em 2006, voltada a compreender a rotina interna das agências de notícias nacionais, suas estruturas, funcionamento e lógicas de produção. As agências, conforme suas estruturas organizacionais, operam informações produzidas pelas diferentes redações que integram o mesmo grupo de comunicação a que pertencem.

Palavras-chave: agências de notícias nacionais, rotinas produtivas, jornalismo

 

  1. MÍDIA ATUAL: REPENSANDO O MODELO COMUNICACIONAL

Madilei Rotta da Silva (Acadêmica do Curso de Comunicação Social Habilitação em Publicidade e Propaganda UNIPAMPA/UFSM – Universidade Federal do Pampa/ Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais – Campus São Borja)

Resumo: O artigo propõe uma reflexão sobre os processos comunicacionais, bem como sobre o poder que a mídia exerce na sociedade, suas formas de acesso, o domínio monopólico das empresas midiáticas, a transformação do teor informacional, seu discurso retórico que impede uma reflexão crítica, ou seja, a transformação da informação em mercadoria através da mídia. Propõe-se uma nova forma de modelo comunicacional priorizando uma igualdade informacional.

Palavras-chave: Mídia, informação, sociedade

 

  1. A RELAÇÃO MEIO-SUPORTE NA COMPOSIÇÃO DE SENTIDO DAS MÍDIAS AUDIOVISUAIS

Carlos Fernando Martins Franco (Professor Assistente da Universidade Federal do Tocantins. Bacharel em Comunicação Social – Rádio e TV. Mestre em Psicologia. Doutorando PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: Nos dias de hoje, não podemos vincular uma mídia qualquer apenas às suas características que remetem ao suporte tecnológico original. O enxergar as mídias, principalmente as chamadas eletrônicas, transcende a tradicional relação, pois, movidos por um processo evolutivo tanto da técnica quanto da percepção, é possível enxergar tanto mídias quanto suportes, uns dentro dos outros. E é na essência, na virtualidade que se consagrou que está o sentido fundamental dos meios.

Palavras-chave: mídia, suporte, midiatização

 

  1. JORNALISMO NO RÁDIO COMUNITÁRIO: ENTRE AS LÓGICAS DA MIDIATIZAÇÃO E O TEXTO DAS LÓGICAS.

Ângela Zamin (Jornalista, Bolsista CNPq, Mestranda PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: O artigo desenvolve algumas perspectivas para discutir o modo como as rádios comunitárias se inscrevem num espaço intervalar balizado, de um lado, por lógicas da midiatização e, por outro, pelo texto das lógicas do campo do Jornalismo. O texto aborda a radiodifusão comunitária como questão discrepante em relação às lógicas fundantes desse campo, pelos movimentos de apropriação (ou imitação) de regras e da inscrição dos sujeitos, os mais diversos, na posição discursiva que social e canonicamente pertence aos jornalistas. Ao considerar os deslocamentos e as especificidades desse formato de rádio, trata da narração nesses espaços e de como os processos se organizam no seu interior. Um dos objetos que integra o corpus da dissertação de Mestrado, em desenvolvimento, o programa de Jornalismo Realidade Urgente, da rádio comunitária Nova Aurora FM, de Santana do Livramento/RS, ilustra a discussão. As abordagens da Análise do Discurso Francesa auxiliam na reflexão.

Palavras-chave: Jornalismo, Rádio Comunitário, Discurso

 

  1. A MIDIATIZAÇÃO DO JORNALISMO

Demétrio de Azeredo Soster (Professor da Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC e do Centro Universitário Univates, de Lajeado. Doutorando do PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: Os dispositivos de natureza jornalística-comunicacional não são apenas vetores de midiatização: eles também se midiatizam. Quando isso ocorre, os mecanismos por meio dos quais eles sempre se utilizaram para estabelecer seus diálogos parecem sofrer alterações substanciais. Isso aparentemente faz com que conceitos usualmente aceitos para explicar a forma por meio da qual suportes midiáticos estabelecem seus vínculos, caso da credibilidade, pareçam não dar conta de uma lógica de funcionamento em rede, voltada para suas próprias operações.

Palavras-Chave: Jornalismo, midiatização, auto-referência

 

  1. APROXIMAÇÕES DAS NOÇÕES DE CAMPO E DE DISPOSITIVO COM OS MANUAIS DE REDAÇÃO

Marcelo Engel Bronosky (Professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Doutorando PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: Há quase trinta anos, os Manuais de Redação tornaram-se instrumentos importantes, senão fundamentais, no trabalho de qualquer jornalista, especialmente em redações de grandes veículos informativos. Mesmo sendo usado em quase todos os os grandes jornais brasileiros, os manuais de redação ainda são tratados de forma tímida pela academia, por vezes relegados a planos inferiores. A idéia deste artigo a trazer para o debate algumas reflexões que antecedem um estudo maior sobre os usos os usos dos manuais de redação, objeto de tese de doutorado. Assim sendo, o objetivo específico é articular alguns conceitos caros à sociologia como as noções de Campo Social (Bourdieu et. al.) e de Dispositivo (Foucault et. al.)  ao objeto, numa tentativa de  “cercá-lo” metodologicamente.

 

  1. A NOTÍCIA COMO CONSTRUÇÃO SOCIAL (BREVE ANÁLISE DA COBERTURA DE ZERO HORA SOBRE MANIFESTAÇÃO CONTRA A ARACRUZ CELULOSE EM 8/3/2006)

Tânia Almeida (Mestranda PPGCOM/ UFRGS)

Resumo: O trabalho aborda o tratamento conferido pelo jornal Zero Hora à ocupação do laboratório da empresa Aracruz celulose no 08 de março de 2006 (Dia Internacional da Mulher), em Barra do Ribeiro-RS, realizada por militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e do Movimento das Mulheres Camponesas (MMC). Orientam o estudo algumas das idéias contidas nas hipóteses de agenda setting e newsmaking, bem como outros estudos que procuram situar a notícia como resultado de uma construção social. Foram utilizados para análise as matérias publicadas no jornal Zero Hora nos dias 09, 10, 11 e 12 de março de 2006. A separação deste material ocorreu à época da “danificação” do laboratório sem a pretensão de escrever sobre o tema. Cabe frisar que, em virtude disso, não foram selecionados os editoriais do jornal, nem mesmo amostras de outras coberturas realizadas pela mídia impressa.

Palavras-chave: Comunicação Política, Jornalismo, Movimentos Sociais

 

  1. O PROCESSO DE VISIBILIDADE E AS LÓGICAS DE LEGITIMAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES NO CONTEXTO DE MIDIATIZAÇÃO DA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

Eugenia Mariano da Rocha Barichello (Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM)

Daiane Scheid (Mestranda em Comunicação pela UFSM)

Resumo: A proposta deste ensaio é discutir as noções de visibilidade e legitimação das instituições frente a um cenário de midiatização da sociedade, de transformações sociotécnicas e de novas formas de interação social. As reflexões apontam para uma interpretação da construção da visibilidade e legitimação das instituições a partir de um ajuste entre estratégias institucionais e estratégias dos sujeitos negociadas no campo midiático

Palavras-chave: Midiatização, Visibilidade midiática, Internet

 

 

Tema: Territórios e Ambiências

Sala 3 D 104

 

  1. JORNALISTAS E A MIDIATIZAÇÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS ORGANIZAÇÕES

Fabiane Sgorla (Mestranda em Comunicação Midiática pela UFSM)

Maria Ivete Trevisan Fossá (Professora do Mestrado em Comunicação da UFSM e do Programa de Pós-Graduação em Administração da UFSM)

Resumo: Este estudo apresenta reflexões sobre a mídia como legitimadora das organizações através do conceito de responsabilidade social. Por meio da aplicação de questionários aos jornalistas da mídia impressa de Santa Maria/RS, Diário de Santa Maria e A Razão, buscou-se verificar a relevância da responsabilidade social nas discussões diárias provocadas pela imprensa e se uma indústria de bebidas localizada em Santa Maria, caso estudado, é vista como empresa socialmente responsável. Logo, foi possível observar as diferentes concepções sobre o tema entre os jornalistas entrevistados, além de se perceber a necessidade da criação de estratégias comunicacionais inovadoras, com a finalidade de clarear aos profissionais de imprensa os conceitos referentes à responsabilidade social.

Palavras-chave: mídia; legitimação; jornalistas; responsabilidade social empresarial

 

  1. A MIDIATIZAÇÃO DO TEMA CAINGANGUE NO TELEJORNALISMO DA RBS TV

Otavio José Klein (Professor nos cursos de Comunicação Social da Universidade de Passo Fundo – UPF)

Resumo: No presente trabalho buscamos compreender a midiatização do tema caingangue no telejornalismo. Na primeira parte mobilizamos o conceito de midiatização relacionando-o com o conceito de dispositivo midiático. Num segundo momento descrevemos a proposta metodológica de análise de produtos do telejornalismo, ou seja, da midiatização no telejornalismo. Na parte final apresentamos um estudo parcial de aplicação do instrumental metodológico de análise, onde privilegiamos os processos sociais através da análise da protagonização de um grupo de indígenas, no telejornalismo da RBS TV no Rio Grande do Sul.

Palavras-chave: midiatização, telejornalismo, indígenas

 

  1. MIDIATIZAÇÃO DA RELIGIÃO: FUNCIONAMENTO DO DISPOSITIVO

Paulo Roque Gasparetto (Doutorando Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: Introduzimos este texto para “Rede Prosul” tendo como pano de fundo as relações em que são construídas experiências de midiatização do religioso, com o objetivo de examinar as estratégias pelas quais estas práticas estão criando uma nova forma de pertencimento (comunidade), e que comunidade é essa. E em segundo lugar, olhar essas questões do ponto de vista daqueles que seriam os “atores” dessa nova comunidade, os fiéis-receptores. Para tal propósito voltamos nosso olhar para uma sistematização conceitual do que estamos propondo de uma prática midiática, enquanto uma prática que por meio de seu dispositivo engendra, organiza e faz operar a existência de novos coletivos, aqui chamados de “Comunidade de Pertencimento”.

Palavras-chave: midiatização, dispositivo, religião

 

  1. O CAMPO MIDIÁTICO, DIMENSÕES TECNOLÓGICAS E SOCIABILIDADE: ARTICULAÇÕES ACERCA DA MÍDIA E SOCIEDADE.

Camila Cornutti Barbosa (Publicitária, Bolsista Capes, Mestranda PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: Hoje vemos que não há mais como lançar vistas para a sociedade sem de alguma forma vincular nosso olhar para os modos como a mídia está imbricada a ela. É neste sentido que neste artigo se faz um esforço de levantar questões relativas ao atravessamento da mídia no tecido social. Para tanto se busca associar exemplos empíricos do cotidiano, como o agendamento midiático para a televisão e as dimensões tecnológicas que se encontram incrustadas como um novo fenômeno na esfera do mundo da vida sob a ótica da mídia e suas articulações.

Palavras-chave: Campo midiático, sociedade, Internet.

 

  1. UM JEITINHO BRASILEIRO DE FAZER PROPAGANDA? ANÁLISE DA PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA COMO PROCESSOS SOCIAIS NO BRASIL.

Graciela Inés Presas Areu (Professora UFSM)

Resumo: Este trabalho aborda o projeto de pesquisa empírica que estamos começando a estruturar na linha Mídia e Identidades Contemporâneas no Mestrado de Comunicação da UFSM. A pesquisa buscará analisar a propaganda no Brasil desde suas origens, visando identificar se poderia falar-se da existência de um jeito brasileiro de fazer publicidade, ou seja, como a identidade do brasileiro é refletida/representada/ retratada nesta produção cultural ao longo de sua história registrada pelos meios de comunicação. Contempla aspectos epistemológicos, teóricos, históricos e metodológicos; basear-se-á em pesquisas bibliográficas e empíricas situando texto e contexto da produção. Espera-se que a mesma seja o início de um processo maior que envolva a atividade publicitária latino-americana tendo o Brasil como paradigma.

Palavras-chave: Publicidade; identidade brasileira; processo social

 

  1. CARTOGRAFIAS DO PODER: A REELABORAÇÃO POLÍTICA E O PROCESSO DE MIDIATIZAÇÃO NA PÓS-MODERNIDADE

Michele Dacas (Acadêmica do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM)

Ivete Maria Fossá (Professora do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM)

Resumo: Percebe-se que o poder não é determinado, centralizado ou tangível, e que se manifesta no cotidiano de forma heterogênea, permeando as relações sociais dos indivíduos. Através disso, busca-se investigar o percurso de descentralização das relações de poder, que adquiriram as teorias sobre comunicação e política ao longo das transformações sociais. Principalmente, pelo esvaziamento da razão de Estado como pulsor político, e a contribuição da globalização, para a reelaboração da política atual. Onde configura um cenário que cada vez mais consolida a interface entre comunicação e a política. No qual, surgem as micropolíticas com o seu poder formalizado no saber enquanto forma e estratégia que integra o discurso midiático, movimentando a opinião pública e exercendo pressão sobre os espaços formais de deliberação da esfera pública. O que torna a mídia um campo fundamental para construção da democracia na sociedade pós-moderna.

Palavras-chave: Poder, Micropolíticas e Midiatização, Pós-Modernidade

 

  1. ESTAMOS “CONDENADOS” À MIDIATIZAÇÃO? ARTICULAÇÕES CONCEITUAIS EM TORNO DOS PROCESSOS MIDIÁTICOS

Ricardo Zimmermann Fiegenbaum (Doutorando PPG-Com da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS)

Resumo: Neste artigo, pretendo refletir sobre os processos midiáticos, trazendo para o debate as problemáticas construídas a partir da articulação de conceitos tais como de campo social, midiatização, tecno-interação e poder que suportam a hipótese de que o específico dos processos midiáticos são as relações que se estabelecem, por força da mídia e suas lógicas, entre o indivíduo, a sociedade e o discurso, levando em conta a produção e circulação de sentidos, os dispositivos tecnomidiáticos e os aspectos sócio-antropológicas que se revelam nessas relações. Nesse sentido, os processos de interação social que se dão pela mediação midiática reconfiguram as relações de poder e fundam um modo de ser no mundo e um jeito de pensar o mundo, ou seja, uma cultura atravessada pela lógica da mídia (que não é só discursiva, mas também tecnológica) e por um modo de viver segundo essa lógica.

Palavras-chave: Processos midiáticos, campo social, midiatização

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO V

 

Banco de dados

 

O acervo abaixo resulta do conjunto de monografias que foram consultadas e sistematizadas na forma de referências pelos membros da Rede e suas pesquisas. As temáticas, muitas delas específicas, foram inseridas nesse contexto da pesquisa a partir de critérios teóricos e metodológicos destacados pelo trabalho da própria investigação. A intenção em agrupar esse conjunto de textos visa especificá-los como fontes que foram direta e indiretamente utilizadas, e também como um banco de dados no qual estão referências que contribuíram para a qualificação das reflexões sobre o tema/objeto da pesquisa da Rede.

 

 

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ANEXO VI

 

Prestação de contas

 

Sobre a prestação de contas, esclarecemos que estes mesmos dados estão sendo enviados no formulário online específico da prestação de contas, via Plataforma Carlos Chagas, e também pela forma impressa via correio. (Ver Anexo VI).

Reforçamos no presente documento, informação esclarecida por telefone no dia 02/04/2008, a respeito do extravio de um talonário de cheques e de seus respectivos canhotos. Conforme o contato via telemarketing do CNPq, a orientação fornecida pela funcionária que nos atendeu foi a de que deveríamos esclarecer no relatório físico a ausência do talonário extraviado entre os materiais da prestação de contas.

Entretanto, asseguramos que o extravio do referido talonário não comprometeu a prestação de contas e a finalização das atividades financeiras uma vez que a conta foi encerrada, conforme documento também em anexo, sem prejuízos à fonte financiadora do projeto e coerente com os dados apresentados na referida prestação de contas.

 

Despesas:

 

CONTROLE CHEQUES PROSUL

PROCESSO Nº 490399 / 2004 – 5

Nº CHEQUE VALOR TIPO DE DESPESA
Cheque Nº 850001 R$ 4.046,06 PASSAGENS AÉREAS
Cheque Nº 850002 R$ 1.976,40 DIÁRIAS
Cheque Nº 850003 R$ 200,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850004 R$ 200,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850005 R$ 152,00 Materiais de consumo
Cheque Nº 850006 R$ 223,68 Notas fiscais alimentação
Cheque Nº 850007 R$ 100,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850008 R$ 100,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850009 R$ 174,00 CUSTEIO / Serviços de impressão
Cheque Nº 850010 R$ 100,00 CUSTEIO / Serviços de impressão
Cheque Nº 850011 Cancelado
Cheque Nº 850012 R$ 7.769,74 PASSAGENS AÉREAS (*)
Cheque Nº 850013 Cancelado
Cheque Nº 850014 R$ 7.037,91 PASSAGENS AÉREAS
Cheque Nº 850015 R$ 3.693,00 DIÁRIAS
Cheque Nº 850016 R$ 5.494,80 DIÁRIAS R$ (1.846,80) e CUSTEIO / Material de consumo (R$ 3.648,00)
Cheque Nº 850017 R$ 505,90 PASSAGENS AÉREAS
Cheque Nº 850018 R$ 781,20 DIÁRIAS
Cheque Nº 850019 Cancelado
Cheque Nº 850020 R$ 896,78 PASSAGENS AÉREAS
Cheque Nº 850021 R$ 100,00 Táxi
Cheque Nº 850022 R$ 27,39 Diferença Hotel
Cheque Nº 850023 R$ 411,20 PASSAGENS AÉREAS
Cheque Nº 850024 R$ 10.998,36 DIÁRIAS
Cheque Nº 850025 R$ 225,24 SEGURO SAÚDE
Cheque Nº 850026 R$ 342,35 CUSTEIO / Serviços de tradução
Cheque Nº 850027 R$ 300,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850028 R$ 300,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850029 R$ 6.490,38 PASSAGENS AÉREAS
Cheque Nº 850030 R$ 300,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850031 R$ 88,00 CUSTEIO / Extratos bancários da respectiva conta do CNPq
Cheque Nº 850032 R$ 5.071,41 DIÁRIAS
Cheque Nº 850033 R$ 300,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850034 R$ 300,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850035 R$ 65,00 CUSTEIO / Serviços de impressão – Banner
Cheque Nº 850036 R$ 278,70 CUSTEIO / Materiais de consumo (*)
Cheque Nº 850037 R$ 1.012,77 CUSTEIO / Serviços de impressão
Cheque Nº 850038 R$ 64,00 Sedex Documento Rede Prosul
Cheque Nº 850039 R$ 300,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850040 R$ 300,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850041 R$ 300,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850042 R$ 2.000,00 CUSTEIO / Serviços de tradução
Cheque Nº 850043 R$ 5.500,00 CUSTEIO / Produção e Revisão / Versão Espanhol
Cheque Nº 850044 R$ 1.400,00 CUSTEIO / Revisão Gramatical
Cheque Nº 850051 R$ 300,00 CUSTEIO / Serviços pessoal técnico e de apoio
Cheque Nº 850052 R$ 700,00 CUSTEIO / Revisão Técnica

 

 

 

 

 

 

 

 

Reembolsos:

 

Cheque Nº 850005 R$ 152,00 Materiais de consumo
Cheque Nº 850006 R$ 223,68 Notas fiscais alimentação
Cheque Nº 850012 R$ 542,79 (*) Referente à passagem de participante que não pode comparecer à reunião por motivos de saúde
Cheque Nº 850021 R$ 100,00 Táxi
Cheque Nº 850022 R$ 27,39 Diferença Hotel
Cheque Nº 850029 R$ 279,36 (*) Referente à passagem de participante que não pode comparecer à reunião por motivos de saúde
Cheque Nº 850038 R$ 64,00 Sedex Documento Rede Prosul
Cheque Nº 850036 R$ 30,00 (*) Referente à compra de crachás

 

 

Recursos fornecidos pelo CNPq R$ 70.000,00

 

Total de Gastos

 

R$ 69.507,10
Valor recolhido mediante a Guia de Recolhimento – GRU  

R$ 492,80

 

 

 

 

[1] Observação: No item ‘Produtos’ deste relatório estão inseridas referências bibliográficas sobre o tema e que se manifestam na produção dos integrantes da pesquisa, como uma espécie de ‘banco de dados’. Além disso, outras referências se explicitam também nos quatro relatórios dos encontros científicos realizados, de modo presencial, em São Leopoldo, Rosário, Bogotá e São Leopoldo.

[2] O projeto inicial previa a participação de alguns professores da UNISINOS que por fatores organizacionais foram substituídos, entre eles o professor Fernando Andacht (atualmente pesquisador e docente na Universidade de Otawwa), Edson Gastaldo (transferência para o PPG de Ciências Sociais), Fabrício Lopes da Silveira e Valério Cruz Brittos (mudança de linha de pesquisa no processo de reconfiguração do PPG-Com UNISINOS) e Adair Tesch (aposentadoria). Estes fatores levaram a equipe brasileira a reformular o seu perfil, inclusive quantitativo, com a inclusão apenas do prof. José Luiz Braga, que se deslocou para a linha de pesquisa formada (Midiatização e Processos Sociais). Apesar de lamentar a saída de alguns colegas ‘fundadores’ da rede — pela contribuição que emprestariam a este formato de trabalho, tais alterações não produziram repercussões vitais sobre os objetivos e metas de trabalho previstos.

[3] No âmbito da equipe da Argentina, foi mantida a liderança do prof. Eduardo Vizer e incorporados, em especial via Instituto Gino Germani, as professoras Stella Martini, Lila Luchessi e Paula Marino.

[4] A equipe da Universidade Nacional de Rosário foi ampliada com a presença da professora Sandra Valdettaro. O professor Eliseo Verón, dessa instituição, participou como colaborador.

 

[5] Com exceção da equipe uruguaia, todas as equipes foram alteradas com base no princípio de vínculo através de núcleo de investigação, instituto ou programa de pós-graduação estrito senso. Ao longo do processo, outras universidades colombianas, como Bucaramanga (Bucaramanga) e Distrital (Bogotá) solicitaram ingressos de suas equipes de investigadores, fato que não foi consolidado por razões logísticas.

 

 

 

[6] O pesquisador Adayr Tesche integrado a um projeto de pesquisa institucional ‘Processos de significação televisual: gêneros e formatos’ situado na linha de pesquisa Mídia e Processos de Significação apresentou como documento proposicional à sua inserção na Rede o texto ‘Gênero e regime escópico na ficção seriada televisual’ vinculando-o às questões da midiatização.

[7] A reunião de Bogotá, conforme estava previsto no planejamento, envolveu apenas as presenças de pesquisadores brasileiros e colombianos.

[8] Armando Silva, Neyla Pardo, Beatriz Quinones, Eduardo Rebollo, Eduardo Vizer, Paula Marino, Lilaa Luchesi, Sandra Massoni, Sandra Valdettaro, Jairo Ferreira, Pedro Gilberto Gomes, Eliseo Verón e Fausto Neto.

[9] A realização de uma segunda reunião em São Leopoldo se deu devido à ocorrência de enfermidade emergencial e repentina com o organizador do encontro previsto para Montevideo (Uruguai). Nestas condições, considerou-se que do ponto de vista logístico e financeiro seria mais exeqüível efetuar o evento de fechamento da Rede no Brasil, em cidade mais próxima à base de pelo menos parte dos integrantes da Rede. Na reunião de São Leopoldo se fez ausente a profª Paula Marino, da Universidade de Buenos Aires (Argentina) por razões de saúde.

 

 

[10] Jornada de Debate Comunicación estratégica, repensar las relaciones de los medios y la sociedad. Meios e política. 2006. Jornal La capital. http://archivo.lacapital.com.ar/2006/12/02/educacion/noticia_347195.shtml