A MIDIATIZAÇÃO DO ATIVISMO NO COLETIVO FEMINISTA “NÃO ME KAHLO”

  • Francielle Esmitiz
  • Francine da Silveira Malessa

Resumo

O presente trabalho busca compreender de que forma a midiatização perpassa as atividades de coletivos midiáticos feministas para entender como estes utilizam das dinâmicas dos sites de redes sociais (SRS) (Nicolle ELLISON e Danah BOYD, 2013)3 para disseminar as pautas dos feminismos4 . Partindo disso, nos apoiamos nos conceitos de midiatização (FAUSTO NETO, 2006; GOMES, 2017; HJARVARD, 2014), feminismo digital (TOMAZETTI, 2015), ciberativismo (MALINI e ANTOUN, 2013 e CASTELLS, 2013) e coletivos midiáticos (Maria Clara AQUINO BITTENCOURT, 2016; 2017) para nos ajudar a problematizar nosso objeto, o coletivo "Não me Kahlo". A análise ocorreu durante uma semana no mês de dezembro de 2017, com vistas a compreender os níveis sociais, técnicos e narrativos dos coletivos que se desdobram em: organização; formato e linguagem; ações estratégicas; aparato tecnológico; relações, usos e apropriações.

Publicado
2018-07-07
Como Citar
ESMITIZ, Francielle; MALESSA, Francine da Silveira. A MIDIATIZAÇÃO DO ATIVISMO NO COLETIVO FEMINISTA “NÃO ME KAHLO”. Anais de Artigos do Seminário Internacional de Pesquisas em Midiatização e Processos Sociais, [S.l.], v. 1, n. 2, jul. 2018. ISSN 2675-4290. Disponível em: <https://midiaticom.org/anais/index.php/seminario-midiatizacao-artigos/article/view/207>. Acesso em: 07 dez. 2022.