A MIDIATIZAÇÃO DOS GRAFITES EM SÃO PAULO E SEU GEORREFERENCIAMENTO COMO UM MARCO NODAL DA CIDADE

  • Sérgio Roberto Trein

Resumo

Desde 2006, a Prefeitura Municipal de São Paulo adotou o que se tornou conhecida como a Lei da Cidade Limpa, que proíbe todo o tipo de publicidade exterior na capital paulista. Aproveitando do espaço deixado pela publicidade externa, um grande número de grafites começou a surgir na cidade. Grafites que passaram a ocupar muros e paredes laterais de prédios despidas, acabaram tornando-se, também, um marco nodal no espaço urbano. Em especial, a partir dos murais gigantes feitos pelo artista Eduardo Kobra. Somente em São Paulo, são trinta painéis do artista em avenidas e ruas da cidade. Através da pesquisa exploratória e empírica, o objetivo deste estudo é o de compreender de que forma a midiatização destes grafites contribuiu para a condição de georreferenciamento e como um marco nodal na cidade de São Paulo.

Publicado
2018-07-08
Como Citar
TREIN, Sérgio Roberto. A MIDIATIZAÇÃO DOS GRAFITES EM SÃO PAULO E SEU GEORREFERENCIAMENTO COMO UM MARCO NODAL DA CIDADE. Anais de Artigos do Seminário Internacional de Pesquisas em Midiatização e Processos Sociais, [S.l.], v. 1, n. 2, jul. 2018. ISSN 2675-4290. Disponível em: <https://midiaticom.org/anais/index.php/seminario-midiatizacao-artigos/article/view/223>. Acesso em: 07 dez. 2022.